Meu nome é Carolina, mas me chamam de Carito, que é o diminutivo do meu nome. Eu moro em Rancagua, faço parte de um povo que se chama Lo Miranda,  tenho 30 anos e 2 irmãos: Joaquim e Karen.

Eu conheci o meu pai, mas eu não tive contato com ele, então sempre vivemos nós quatro, minha mãe, eu e meus irmãos, eu sou a mais velha entre os irmãos. Eu e minha mãe nunca tivemos um relacionamento carinhoso de abraços, mas sempre estamos em contato. Então minha mãe saía pra cumprir seus afazeres e eu ficava cuidando da casa.

Eu cuidava dos meus irmãos para minha mãe trabalhar, depois eu fui trabalhar também. Em seguida, fui estudar Cozinha Internacional, não terminei, e depois segui com Engenharia da  Informática, terminei o curso mas na exerci. 

Há alguns meses meu pai morreu, mas para mim não foi muito difícil, porque eu não tinha muito contato com ele eu só o vi uma vez na vida.  

Eu conheci a igreja Verbo da Vida por uma amiga que trabalhava comigo e ela frequentava, eu não era cristã, nunca ia em igrejas e não gostava. Então eu conheci essa amiga e todo dia ela me falava como era a igreja e eu via nela a diferença, ela sempre sorria e nós sempre conversamos sobre isso, e daí eu fui em um culto de mulheres.

Depois deste culto, esta minha amiga me explicou como era e se eu queria aceitar a Jesus, então eu aceitei Jesus com ela e comecei frequentar o Verbo. Eu fiz o Rhema no Chile e nunca mais saí, já são seis anos de Verbo da Vida.

Os meus referenciais são  meus pastores, e o meu pastor auxiliar também Gonzalo e Inecita, além de Filipe que me deu muita força.

O que eu gosto de  fazer, nas diversões do dia, é ficar em casa  lendo livros e documentários, porque eu gosto muito. Eu tenho vontade de estudar sobre Comunicação, mas por enquanto não, só mais à frente. Eu também faço vídeos e imagens para a igreja.

Meus planos para o futuro é de sair para fazer missões, eu gosto muito e no futuro eu quero sair para fazer isso. Eu nunca saí de Rancagua, mas por onde eu for eu sempre vou lembrar desse lugar. A nação do meu coração é Suíça. Há muito tempo eu tenho esse lugar em meu coração, é o meu desejo ir pra lá, eu gosto muito.

Algo que me deixa muito feliz é ver como estamos crescendo e avançando na igreja local, estamos participando das conferências, isso é algo que me deixa muito contente. A minha igreja tem 70% de venezuelanos e 30% de chilenos.

Uma coisa que me deixa muito triste é ver as organizações que não apoiam a Venezuela, e com isso tem pessoas que não têm onde comer, como sobreviver, não têm medicamentos, porque com a inflação custa muito caro. Então essa situação que estamos vivendo é muito forte.

Eu me descrevo como uma pessoa divertida e alegre. Quando eu conheço uma pessoa eu  necessito ter confiança nela primeiro. Eu não tenho muitos amigos, tenho alguns da igreja, do grupo de pessoas que está sempre comigo. Eles são importantes para mim, pois me apoiam e me ajudam sempre que preciso.

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