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Eu sou o mais diferenciado da minha família. Porque todo mundo lembra de como o Verbo da Vida começou em Brasília. Só que eu vim para Brasília com um ano e dois meses; portanto, não me lembro de nada. Para mim, era tudo felicidade, graça e alegria. Então me sinto, às vezes, o “diferentão” da família, porque todo mundo foi do começo e é como seu eu não tivesse feito parte. Muita gente pergunta para mim: “E aí, como é que foi o começo?” e eu respondo: “Não me lembro de nada. Eu era criança!” (risos). Acho que não foi só por causa da minha personalidade de levar tudo com alegria. Era pela inocência mesmo. Eu creio que, só com uns 13 ou 14 anos, a ficha caiu, na questão de estarmos aqui pela graça de Deus. Atualmente, estou com 18 anos.

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Eu vejo meu pai um pouco como Jesus para mim! É simples assim. Em muitos momentos, paro e penso: “O que meu pai faria?” Depois do Espírito Santo, meu pai é o meu melhor amigo. Ele é meu exemplo e minha base. Ele é meu herói! Desde criança, eu nunca o vi como pastor. Isso é impressionante! Eu não posso falar que quero ser igual a ele, porque ele não deixa. Todas as vezes que eu falava isso, quando eu era criança, ele me repreendia e falava: “Você vai ser melhor que eu”. E eu tenho orgulho em dizer que vou ser melhor do que ele. Porque eu dizendo isso e sendo isso, vai dar orgulho a ele.

Lembro de certa vez que eu estava cansado e fui dormir quando era para eu estudar. Meu pai bateu na porta, e me arrumei correndo e fingi estar estudando. Aí ele olhou, nunca vou me esquecer disso. Parecia o próprio Deus, o próprio caráter de Deus sendo manifesto na hora. Ele falou assim, bem gentil, vindo por trás de mim: “Ei, eu sou seu amigo, viu!? Você não precisa mentir para mim. Se você está cansado, pode dizer para mim. Eu sou seu amigo”. Só falou isso e saiu. Eu nunca me esqueci desse dia. Depois disso, nunca tive medo de contar a verdade para ele.

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Se você me perguntar “como é que você quer sua esposa?”, eu aponto para minha mãe! Ela é minha melhor amiga também. E, às vezes, eu penso: “será que Deus pode superar minha mãe?” Nunca tive necessidade de ter um amigo fora de casa para desabafar, porque os meus melhores amigos estão em casa. Nunca tive que buscar refúgio fora de casa. Sempre tive meu pai e minha mãe. Com minha mãe, eu converso um papo mais pessoal, com detalhes. Com meu pai, tenho conversas diretas, soluções e respostas rápidas. Minha mãe é dos detalhes!

Então, eu converso muito com minha mãe sobre todos os assuntos. Não a vejo como diretora do Rhema. Tenho ela como mãe, amiga e um referencial de mulher. Eu fico pensando assim:“Se todas as mulheres fossem como a minha mãe, o mundo seria muito melhor!”. É sem condições! (risos)

Meu pai gosta de falar que eu pareço mais com minha mãe, e minha irmã se parece mais com ele. Mas eu acho que eu peguei um pouco dos dois.

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A galera tem um preconceito quanto a filho de pastor. Existem pessoas que pensam que todo filho de pastor é santo. É o que mora na igreja, que nunca erra… essas coisas. Elas não só acham isso como também nos pressionam a ser isso. No entanto, tem também o outro lado: aqueles que acham que filhos de pastor são os piores, que são os mais mundanos. Eu era pressionado na igreja, no contexto social – não em casa, porque meus pais nunca me obrigaram ou me forçaram a nada. Sempre me falavam: “Você é santo! Filho de pastor é pastorzinho!”

Muita gente não sabe disso, mas eu passei uns cinco ou seis anos vindo para a igreja com uma máscara. Tive amizades erradas, motivado por essa pressão que me colocavam. Por conta de amizades erradas, acabei me viciando em algumas porcarias… enfim.

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Na minha infância, como estávamos no começo da igreja, meus pais não estavam muito presentes. Eles precisavam cuidar da igreja – o que era bem entendível! Durante esse tempo, me associei com pessoas erradas. Isso levei até a adolescência. Eu tentava entender se me voltava para Deus ou para o mundo. Mas eu sei de uma coisa: Eu sou fruto de oração! Eu sou fruto! Sabe por que? Porque minha mãe e meu pai não faziam ideia de tudo isso. Como eu disse, eu vivia com uma máscara. Eles não faziam ideia do que eu fazia.

Com 15 para 16 anos, veio uma fome de Deus. Eu não sei explicar como. Foi “do nada”. Muitas vezes, quando eu ia no quarto dos meus pais, via eles orando por mim. Agora entendo que a fome que se despertou “do nada”, foi somente por causa deles! Se eles não estivessem me cercando em oração, eu estaria no mundo. De repente, eu acordava de madrugada e queria orar. Passava várias madrugadas orando. Meus pais iam para o Rhema e eu ficava em casa orando. Mas, mesmo assim, eu ainda tinha que romper essa questão do mundo…

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A pornografia foi apresentada para mim por conta de amizades. Minha mãe dá aula de família cristã e eu sempre falo para ela: “Mãe, não se esqueça de dizer para os pais que os filhos deles não são inocentes”. Costumo dizer que a pornografia é um vício pior do que a droga, porque a droga é o que você vê no externo. Você olha alguém drogado e percebe. No caso da pornografia, a pessoa pode ser viciada há uns 30 anos assim e ninguém sabe. É um peso!

Eu passava quatro horas em casa, sozinho. Havia dois tipos de noites: em uma noite, caía no pecado; na outra noite, mergulhava em Deus. Isso aconteceu por vários anos. Deus só me observava. Não estava bravo comigo não! Creio que eu nunca esfriei e me desviei, porque eu nunca desisti. Nunca desisti, porque eu tive um pai e uma mãe me cercando em oração, sem nem saber a minha situação.

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Há alguns anos, eu tomei a decisão de nunca deixar o fogo dentro de mim se apagar. Então, quando o diabo cavava um buraco para mim e eu caía, eu subia e cavava um mais fundo para ele cair. Então, eu falava: “Se eu fui intenso ontem, eu vou ser mais intenso em Deus hoje”. Toda vez que eu caía e pecava, eu falava: “Satanás, você está lascado comigo”. Então, toda vez que eu pecava, eu dobrava o meu nível em Deus!

O meu maior problema era a respeito da aceitação diante de Deus. Eu não me sentia digno! Tinha uma consciência de pecado gigantesca. Então, eu passava a maioria das minhas orações de madrugada chorando e gemendo. Eram orações de arrependimento! Eu queria me justificar com base nas minhas obras.

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Lembro que eu não tinha certeza se era salvo ou não. Eu tinha uma consciência de pecado muito grande. Certa vez, de madrugada, vacilei e pequei. Em seguida, me veio uma consciência do inferno: “Já era! Você perdeu a salvação!” Eu fui para a sala, de madrugada, com uma vontade de gritar, acordar meus pais e falar “Já era! Acabou! Eu vou para o inferno!” Me lembro de passar dias tentando provar para Deus, através de obras, que eu tinha mudado. Eu já fiz ceias em casa, sozinho. Falando: “Senhor, eu sei que é o seu sangue. Eu bebo agora e serei purificado dos meus pecados”. Já aceitei Jesus milhares de vezes lá em casa, sozinho, no chão; “Jesus, eu te aceito!”

Até que fui para Campina Grande-PB. Passei um mês lá, e, aí, Ele me pegou.

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Vejo que muitos adolescentes – isso é coisa de jovem e adolescente – colocam tanta expectativa em evento. É como se eles falassem: “Eu vou mudar! Nesse evento eu mudo!” (risos) Porém, não é o evento! A parada não é essa, por incrível que pareça. Eu passei um mês lá e fui em três eventos: Conferência de Ministros, Submersos e Jovens para as Nações (JPN). Contudo, não foi nenhum evento que me mudou. Eu gosto de falar que não é imposição de mãos que te liberta. É a verdade!

Então, eu estava lá na casa da minha avó. Eu tinha muito tempo livre; então, orava muito e lia muito a Palavra. Certo dia, ouvi uma ministração do pastor Bud e depois a ouvi mais umas 50 vezes por dia, durante duas semanas. Nela, tem uma parte na qual o pastor Bud diz: “Oh aleluia, irmão, o dia que recebi Jesus Cristo como meu Senhor e Salvador! Eu era sujo, negro de pecado e hoje eu sou limpo. Ele me fez branco como a neve!” Eu ouvi aquela mensagem milhares, milhares de vezes. O que que vai te libertar? Evento? Não. Imposição de mãos? Não. É a verdade! Então, ouvi tanto que a verdade caiu e entendi! Eu estava sujo, negro, e Ele me lavou. Hoje, eu sou branco como a neve. 

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Aí eu fiquei doido! (risos) Aquilo foi entrando, foi entrando… Aí pronto! Eu cheguei em Brasília louco!

Se me perguntarem: “E aí, como foram os eventos?” Eu respondo: “Eu não sei. Só sei o que aconteceu no quarto da minha vó! Evento o que? Eu tive um negócio particular com meu Pai. Ele me mostrou quem eu sou!” Daqueles dias em diante, meu Deus do céu! Qualquer pregador que fala a respeito de justiça de Deus, eu saio voando! Saio correndo! Eu pulo! Eu sou doido! Sempre fui de pular e correr na igreja, mas, antes, era apenas obra. No sentido de “Olha, Deus, eu estou pulando aqui…” (risos). Mas agora, se você me ver pulando, você vai ver que é algo genuíno. É com gratidão. Eu sou livre!

Eu nunca tinha imaginado como é ter essa consciência de estar reto diante do Senhor 24 horas por dia. A galera fala que isso é estranho, que não existe. Existe! Eu sou prova disso! Eu sei o que é querer passar horas e horas querendo agradar a Deus por obras e, em segundos, descobrir que não é por obras. É só você aceitar quem é em Cristo. Hoje eu sei quem eu sou.

Eu falo para jovens e adolescentes porque muitos são viciados. É uma prisão! E os pais não têm nem noção. Muitos deles têm fome de Deus, mas estão presos neste vício. A estes, eu falo: “Filho, entra no quarto e vai orar! Fique lá, ouvindo, ouvindo, ouvindo… ‘Eu sou Justiça de Deus’”. Os viciados focam muito no problema, mas eles deviam focar na solução – que solução? Jesus! Então, foque em Jesus! Declare: “eu sou Justiça de Deus! Eu sou liberto! Eu sou santo! Como Ele é santo, eu sou santo””.

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O problema de muitos jovens e adolescentes é a questão do ambiente. A qual ambiente você está se expondo? O que um jovem ou adolescente está fazendo na frente do computador de madrugada? Por que não está na sala, de joelho, orando? Na Bíblia está escrito: “A carne cogita para carne; a vida espiritual, para espiritual”. Na minha experiência, eu tive que ser radical. Excluí meu perfil no Facebook, Instagram… (porque teve uma certa noite em que eu estava lá, de madrugada, no Facebook e, de repente, passou uma mulher seminua). Pronto! Tem que ser radical!

O mais difícil, quando o cara sai dessa situação, é lidar com os pensamentos. Lembro-me do irmão Hagin falando naquele livro “Pensamento Certo ou Errado” que, quando vinha um pensamento errado na cabeça dele, ele orava em outras línguas! Então, eu cheguei no meu quarto e falei: “Senhor, é o seguinte: tem vindo muitos pensamentos errados e imorais na minha cabeça e eu não quero isso! A minha mente é a mente de Cristo; isso está errado! Eu me arrependo diante de Ti, peço perdão e peço ao seu Espírito ajuda!” Pronto! Minha mente ficou como uma arma mirada para qualquer pensamento errado. Deus tem ministrado ao meu coração cada vez mais em todas as áreas. Com essa revelação que Ele tem dado a respeito de ser liberto, você se liberta de drogas, de tudo! Você é liberto de tudo!

Eu tento explicar o escravo que eu era, com palavras…

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Desde que eu era criança, eu via meu pai, sempre com fone, ouvindo o pastor Bud. Era algo constante. Eu também sempre ouvia o pastor Bud. Era algo constante. Por isso o considero como meu avô. Toda vez que vou falar dele, eu falo “meu avô Bud”. (risos) Mas eu comecei a ouvir o pastor Bud por conta da influência do meu pai. Tem uma ministração dele que eu acho que ouvi umas 40 vezes; é a respeito de fé, da questão de você crer no que a Palavra diz. A simplicidade dele marcava demais. Algo que sempre me impactou no meu avô Bud, algo que me inspira, é a questão da seriedade que ele dava a Deus. 

Meu pai sempre me puxava para essa seriedade com Deus. Quero ter essa mesma seriedade que o pastor Bud tinha com o chamado para com Deus e com aquilo que o Senhor o comissionou. Quero ter o mesmo temor que ele tinha. Já vi umas 50 vezes a ministração dele, aqui, em Brasília em 2013. Tem no youtube! Aquela em que ele fala: “Estou em Cristo há 40 anos e nunca quis voltar”. Tem um trecho que ele fala assim: “Ele sabe, irmão, que eu gosto de levar a minha vida a sério. Eu não estou num jogo. Quando eu entrei, entrei de cabeça. Eu não vou voltar para trás”. Eu vejo essa ministração toda só para chegar nessa parte. Esse trecho me pega! Eu fico “é isso que eu quero”. Esse temor, essa seriedade…

Meu pai tem isso por conta da influência dele. Então eu penso: “Se meu pai tem isso, então, eu também vou pegar”. Pronto!

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Logo após o pastor Bud, vem meu bisavô – o irmão Hagin. Com certeza, um dos meus maiores referenciais é o Kenneth E. Hagin. Tenho ele como meu bisavô, e algo que sempre me chamou atenção, algo que sempre me despertou a respeito do irmão Hagin é a intensidade que ele teve no Senhor. Essa intensidade no estudo da Palavra, na consagração e na oração em outras línguas. 

Eu sempre gostei dos detalhes que os livros dele dão a respeito de como era o seu dia-a-dia, de como era a vida dele para com o Senhor. Gosto de ver os detalhes de quantas horas ele orava, de quantas horas ele estudava. Isso me chamou muita atenção! E eu sempre comparei a minha vida com ele. Me lembro que, desde a minha adolescência, eu leio os livros do irmão Hagin. Nos livros, diz que ele começou o ministério dele com 17 anos de idade. E eu sempre pensava e imaginava… tinha determinado um prazo na minha vida! Quando eu estivesse com 17 anos, só quando eu tivesse 17 anos, eu começaria meu ministério, porque o irmão Hagin começou com 17. Então, ele sempre foi um referencial para mim desde criancinha.

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Também tenho, como referenciais, os ministros jovens do Verbo da Vida: Thiago Borba, Thiago Garcia, Perilo Borba, Eric Andrade, Fernando Leal, Raphael Frota… essa galera jovem de ministros do Verbo da Vida, que têm se levantado. Eles são, de fato, referenciais para mim! Muitos deles vêm para Brasília ministrar ou dar aulas no Rhema e na Escola de Ministros. É impactante para um jovem que tem um chamado pela frente ver essa galera jovem do ministério de uma forma tão madura. São exemplos de pessoas que disseram “sim” tão cedo e levam o Senhor com seriedade. Isso é sensacional! (risos)

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Podem dizer que sou muito religioso, mas eu só tenho um sonho: cumprir, de fato e de verdade, perfeitamente, o que Deus tem me chamado. Se alguém perguntar assim: “Jonathas, qual o seu chamado?” Eu vou dizer: “Eu não sei”. Algo que me tranquilizou foi quando ouvi Perilo Borba falar isso na Conferência Submersos em Campina Grande-PB. Ele disse: “Eu não sei ainda meu chamado, irmãos”. A maturidade está chegando e eu estou super despreocupado com isso. Porque o mais interessado em me revelar é Deus! Na hora certa, eu saberei. É o que o pastor João Roberto fala: “Ei, relaxa guri! Porque as pessoas vão ver os frutos e elas vão dizer ‘é isso aí… é isso’”. Eu sei que, fazendo a perfeita vontade dEle, todos os sonhos serão acrescentados. Isso é algo muito simples. Então, o meu sonho é fazer a vontade dEle, porque, assim, se eu tiver algum sonho, se cumprirá.

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Jonathas é um cara muito feliz, alegre. Ele se importa muito com o que as pessoas pensam dele. Não quer estar “de mal” com ninguém. Ele sempre quer estar “de boa” com todo mundo. Sempre quer ser amigo de todo mundo. Ele é alguém que, se tiver qualquer resquício de maldade ou de ofensa contra alguém, já coloca fogo na hora, porque não aguenta. Não aguenta mesmo! É alguém que se arrepende rápido, que pede perdão rápido. Alguém que tem o prazer de andar no amor de Deus! Ele fica temoroso. Qualquer vacilo, ele se conserta.

Jonathas é intenso. A Palavra é essa! Percebo isso! Alguém que se cobra muito de si. Por que? Como eu disse, eu tenho meus referenciais. Eu leio muito aquele livro “Cinco Impedimentos para o Crescimento da Graça”. Também leio muitas biografias. Vejo quantas horas Charles Finny orava e quantas horas o irmão Hagin orava e fico: “Arrrh, tem que ser mais!” (risos)

Jonathas é alguém que prioriza as prioridades. Que prioriza Deus acima de todas as coisas. Que ama a Deus acima de tudo! Como é bom ser jovem! Como é bom ter a idade que eu tenho! Se eu largar qualquer coisa agora, não vai fazer muita diferença, porque eu não possuí nada. Então, se eu largar, é como se eu não tivesse largado nada. Porque é agora que eu vou construir.

Jonathas não é apegado às coisas da Terra. É alguém que é super apegado às coisas eternas. Alguém que, quando acorda, já coloca uma ministração para ouvir. Quando vai dormir, está ajeitando a cama ouvindo ministração. É o tempo todo! A galera pergunta: “Jonathas, você tem algum devocional?” Não. Penso que se eu fizesse um devocional, seria como se eu estivesse batendo o ponto. Eu fico conectado o dia todo! O dia todo ouvindo a Bíblia em áudio, ministração etc. Sou intenso mesmo!

3 COMENTÁRIOS

  1. Essa é a verdade sobre você, eu sei que você vai ser um referencial para sua geração, sempre te falei que eu via essa integridade da palavra em sua vida, como fico feliz em ver essa chama e a intensidade em que você tem buscado ao senhor, já consigo ver os frutos em sua vida , avança!!!

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