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Meu nome é Anna Paula, tenho 36 anos, eu costumo dizer que quando você está em Cristo você rejuvenesce.  Eu nasci em Anápolis, é uma cidade muito tranquila. Tive uma infância muito boa lá… A minha origem é humilde, minha família não vem de uma linhagem rica, mas eu falo de uma humildade de coração, simples. Eu cresci em um ambiente muito familiar, amoroso e isso reflete em quem eu sou hoje.

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Eu casei em 1998, com 17 de anos, e já são 20 anos juntos. Eu costumo dizer que eu não namorei, nos conhecemos e casamos logo. (risos) Mas, já tem alguns anos que estou fora de casa. Assim que casei morei em Brasília, de lá fui para a Inglaterra, onde morei 7 anos, depois morei em Campina Grande-PB, e agora, estamos morando em Porto Velho-RO.

Nesse tempo todo muita coisa aconteceu, e uma das coisas maravilhosas na nossa vida foi conhecer a Palavra revelada. Eu sempre fui cristã, minha mãe não ia para a igreja, mas eu sempre ia com a minha vó, desde criança eu amava estar na igreja. Fazia amizades na igreja, participava das atividades… Desde criança eu já era espalhafatosa como eu sou hoje (risos).

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Eu não aconselho uma pessoa casar com 17 anos, mas para mim foi algo específico. Eu orei ao Senhor “Pai eu quero conhecer o marido que você tem pra mim”. Depois de 1 ano, eu conheci o Marcelo e casamos dentro dos padrões bíblicos, tudo bem direitinho.

Marcelo, meu marido, é uma benção de Deus. Ele fala que eu sou um botão do jardim de Deus na vida dele. E eu digo que ele é o próprio jardim onde Deus me plantou. Acima de tudo, o que nos ajuda a permanecer nessa cumplicidade, nessa amizade, é a Palavra de Deus em primeiro lugar e o amor. Existem problemas, mas decidimos permanecer no amor. Ele é prestativo, ajuda as pessoas, e tudo isso ele faz por amor ao Senhor.

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Quando morávamos na Inglaterra, o Marcelo viu numa revista a frase “Nenhum tempo de preparação é tempo perdido”. E falou comigo e nos dispomos a conhecer esta escola. No primeiro dia que ele foi, eu não fui, mas o Marcelo chorou do início ao fim, ouvindo sobre “Como ser guiado pelo Espírito” e “Realidades da nova criação”.

Isso mudou a nossa vida. Quando terminamos a escola, ele veio com a proposta… “está na hora de voltarmos para o Brasil”. E os professores quando iam até lá nos ensinar, sempre falavam de Campina Grande, e aí, Marcelo disse que percebia no coração de virmos fazer a Escola de Ministros Rhema. Obedecemos e viemos. Foi um tempo maravilhoso. Nos formamos. E percebemos que Deus tinha mais para nós, porque a nossa ideia era terminar a escola e voltar para a nossa cidade, Anápolis.

Mas, conversamos com o Apóstolo Guto e, ele nos disse para ficar e amolar o machado, até o dia que o Senhor nos direcionaria para o lugar certo. E hoje, estamos pastoreando a igreja em Porto Velho com muita alegria.

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Nunca estudei música. Já tentei, mas nunca consegui continuar. Mas, tem algo que eu acho forte dentro da música, é o que eu tenho com o Senhor quando estou louvando. Eu pego o violão, dedilho algumas coisas, vou colocando as notas…o que aprendi, eu aprendi olhando, no convívio com outras pessoas que tocam…E o meu interesse por música nasceu do meu desejo de querer louvar ao Senhor mesmo…eu tenho algumas composições guardadas…

Às vezes, estamos passando por uma situação difícil, eu pego o violão e começo… logo vem aquele refrigério enquanto engrandeço ao Senhor. Deus tem me despertado mais para a música nesse tempo em Porto Velho. Tenho passado muito do que aprendi também quando estive servindo com o grupo de música da igreja sede em Campina Grande. Mas, a unção é o mais importante. A técnica é importante sim, mas não podemos deixar o Espírito engessado, nos aprimoramos na técnica e também crescemos na intimidade com o Senhor.

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Já tem um tempo que o meu livro está na gaveta. E esses dias eu estava pensando “por que eu não publiquei ainda?”. Até já ministrei algumas coisas de assuntos que estão no livro…mas, eu estou orando para o Senhor me guiar em cada passo…eu sei que a primeira coisa já aconteceu, que é a inspiração para escrever o livro, que Ele me deu. O livro fala sobre você ser original, mostrar quem realmente você é. Viver o que Deus lhe chamou para ser.

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Eu gosto muito de tomar café, essa é a minha diversão. Gosto de procurar um lugar legal para tomar um café diferente. A gente gosta muito de assistir filmes juntos, de curtir um ao outro mesmo. Marcelo gosta muito de verde, floresta, mata…aí, quando tem uma oportunidade, fugimos um fim de semana, e vamos para um lugar assim. Me divirto muito quando estou no meio do povo, conversando, isso realmente me diverte.

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Minha mãe é uma intercessora fiel. Eu sou fruto de oração dela. Ela tinha problemas para engravidar, mas não ficou com o relatório médico. Ela sempre declarava que se tivesse uma menina seria missionária e, se fosse um menino seria pastor. Na época, mesmo sem conhecimento, quando ela engravidou de mim, ela ficou muito feliz porque cria que era Deus que ia sustentar aquela gravidez, e fez um propósito com Deus de entrar de joelhos com o bebê nos braços e ia me apresentar a Deus como missionária.

E depois que eu casei, e morando em lugares diferentes, quando eu voltei para o Brasil ela queria que eu ficasse perto dela, eu só tenho mais um irmão que também mora fora, então os filhos estão longe dela…mas, toda vez que ela diz que quer que eu fique perto dela, eu digo “lembra que você me deu para o Senhor?”, aí ela já descansa.

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O Espírito Santo me emociona. O amor, o ser guiado por Ele, saber que Ele está conosco todo o tempo, me emociona… E algo que também me deixa emotiva é o carinho das pessoas, até mesmo um abraço me faz chorar…existem amigos de verdade, que eu não vejo sempre, mas que quando eu os encontro logo eu choro….eu sou uma manteiga derretida para o lado do bem!

Ter meus filhos é um sonho. É uma declaração de fé que eu tenho feito. Devido as nossas viagens, de nos mudarmos muito de um lugar para outro, nós sempre adiamos…mas, é um sonho que eu creio que realizaremos em breve.

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Essa semana eu recebi uma mensagem que me tocou muito. E eu nem sabia a dimensão do quanto as coisas que a gente fala repercute. Sempre quando eu converso com as pessoas, principalmente as mulheres, eu sempre procuro estimular o melhor delas. As pessoas precisam olhar para dentro de si e ver o melhor que elas têm. E vemos isso na Bíblia, quando Deus criou todas as coisas foi bom, mas quando Ele criou o homem foi o “muito bom”, isso foi o melhor de Deus. Eu gosto de chamar as pessoas pra perto, levantá-las. Independente da raça, da idade, da nacionalidade….e a pessoa que me enviou essa mensagem, ela disse que algumas coisas que eu ministrei um dia ela guardou e citou novamente pra mim: “tenha sempre o hábito de agradecer, de proporcionar uma atmosfera para que as pessoas se sintam bem”, isso é cuidar.

Eu gosto de colocar as pessoas pra cima porque é assim que Deus faz com a gente! Eu gosto de chamar as mulheres de “flor”, e eu sei o nome delas, mas eu gosto de enfatizar o quanto elas são importantes. E os homens também não ficam de fora, mas não chamo eles de flores, né!? Mas, gosto de colocar todo mundo pra cima! Isso é natural pra mim, isso é cuidar uns dos outros…

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Anna é amorosa, é chorona, extrovertida, brincalhona demais, mas também é séria, firme, e franca sem ser mal educada… gosta de ter amigos, Anna é uma flor!

1 COMENTÁRIO

  1. Anna é uma linda uma amiga uma mãe, alguém que entrou nas nossas vidas encaminhada por Deus, Ele sabia exatamente o que estávamos precisando e nos presenteou com essa flor doce e meiga.. Nós amamos você Anna, e sabe que pode contar sempre conosco…

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