Dia Rhema em Campina Grande contou com a presença de Fernanda Brum

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O Centro de Treinamento Bíblico Rhema realizou, o Dia Rhema. O evento reuniu alunos, graduados e convidados em uma grande celebração de gratidão pela Escola e pela revelação da Palavra através dos dois anos de ensino. A ocasião contou ainda, com a participação dos músicos Marcos Freire e Fernanda Brum e, com uma ministração do pastor João Roberto Albuquerque.

Marcos Freire abriu a noite com muita música e animação elevando todos a adorar ao Senhor com intensidade. Em seguida, o pastor João Roberto ensinou a respeito do amor e zelo pela Palavra. “A Palavra não é só para ser admirada enquanto nós a ouvimos. Ela vem carregada de instruções, ensino, para um efeito/resultado”, afirmou ele. E continuou dizendo que a Palavra está disponível e plena para que possamos aprender e crescer com ela.

Após a mensagem, Fernanda Brum dirigiu mais um período de música e também intercalou com ensinamentos dela que alcançaram os corações dos presentes. Na oportunidade a cantora também nos concedeu uma breve entrevista na qual falou sobre a importância da Palavra, do Rhema e destacou seu vínculo com o jovem Marcos Freire que faz parte do Ministério Verbo da Vida e, é atualmente “apadrinhado” pela Casa da Brum, instituição de apoio a jovens artistas e missionários cristãos.

Fernanda também concedeu uma entrevista para o nosso site. Leia abaixo:

Para você qual a importância do Rhema e do estudo da Palavra de Deus?

Eu fui embebida no que o Rhema é, antes do Rhema ser. Meu pai é um pioneiro da teologia que nós cremos: curas e milagres. Minha avó foi minha grande mentora nessa área e o que o Rhema ensina eu vivi e experimentei na minha casa. Então, fico muito feliz em ver uma instituição tão grande e respeitada. Que vocês continuem ensinando a Palavra como ensinam e levantando esse exército de pessoas que creem no sobrenatural, nos sinais, prodígios e maravilhas.

Nós temos uma dívida de gratidão com o Ministério Verbo da Vida e com o Rhema. Porque da última vez que estivemos na base, saímos com uma Palavra muito clara para abrir o Ministério Profetizando às Nações, pois ainda não tínhamos uma base, uma igreja local. A mama Jan Wright me deu uma Palavra há um tempo atrás e ela falou assim: “Fernanda, o Evangelho não é pesado. Se você está vivendo alguma coisa pesada, isso não é o Evangelho”. Foi tão tremendo que destampou uma “panela de pressão”, na qual, estávamos na época. De imediato, isso ativou a nossa mente e corações para que tomássemos uma atitude. Eu tenho mergulhado e buscado ativar aquilo que recebi na minha infância e não me sinto ainda completa, mas Deus está caminhando a passos largos e sei que o Senhor vai agir de acordo com a minha fé.

Como você enxerga a relação entre a música e missões?

A música é uma ferramenta indispensável na vida do missionário. A música está incluída na cultura judaica Cristã por toda a sua existência. Ela é antiga e nova ao mesmo tempo, existem coisas novas na música de acordo com a geração que ela deseja alcançar. É uma ferramenta indispensável de adoração e comunicação. Somos seres musicais.

Como você conheceu o Marcos e como se deu esse apadrinhamento?

Eu conheci o Marcos primeiro através de uma promoção no meu estúdio. Eu estava sorteando um single e coloquei pessoas para concorrer a este single, de férias com meu marido, estávamos escolhendo as pessoas para ganhar e quando eu vi o Marcos, através de um vídeo,  falei: “Ah, esse menino já é profissional, vou escolher ele não… Vou colocar alguém que precise mais”. E, então, eu julguei o Marcos pela aparência, achei que ele já estava pronto e que ele não tinha que ganhar o single. O mundo girou e o pastor Jânio César me convidou para participar do lançamento do CD dele no ano passado, mas eu não estava muito ligada que o Marcos era o rapaz que eu havia recusado para a promoção.

No lançamento do CD dele, o Senhor me mandou ungi-lo. Pedi a um irmão para me arrumar azeite e, eu o ungi. É interessante que o Marcos despertou em nós essa necessidade de abrir caminhos para pessoas que não tiveram oportunidade, mas que já estão prontos ministerialmente e profissionalmente. Depois que eu ungi o Marcos é que fui saber dele e das pessoas, soube que ele era estudante da Escola de Ministros Rhema e que já havia ido à África. Pensei: “Esse garotinho já foi para a África?”. No dia em que estávamos saindo daqui, eu falei com a pastora que estava comigo: “Esse menino vai me levar à África” e isso aconteceu realmente.

Fui convidada a ir à África, fazer uma conferência lá e o Marcos foi junto conosco por convite dos africanos, é interessante como Deus foi unindo a Sua vontade. É muito bom ouvir a voz dEle e obedecer. Tem sido uma conexão interessante, pois o Marcos é um “artista”, as pessoas escutam essa palavra de maneira pejorativa, mas, a Bíblia diz que devemos tocar bem com a arte. Hoje, o Marcos faz parte  da Casa da Brum, ele mesmo se produz, contudo, a Casa da Brum é uma plataforma de visibilidade missionária/cristã para ministérios que têm o aval de suas próprias igrejas e pastores, não basta saber cantar bem ou ter um dom, é necessário ter um bom testemunho a respeito do seu chamado e raízes na Palavra para fazer parte da Casa da Brum. É um lugar no qual as pessoas vão ter a oportunidade de serem vistas de maneira produtiva ministerialmente. Desejamos comunicar a Palavra de Deus através da arte.

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