Meu nome é Emival Pereira da Silva, nasci em Brasília (DF). Meus pais tiveram cinco filhos, dos quais eu sou o mais velho. Depois de mim, vieram três meninas e mais um menino. Eu sempre morei em Brasília. Na nossa infância, eu e meus irmãos brincávamos muito na rua. Às vezes era de bolinha de gude, de pião, soltar pipa, jogo de botão, também fazíamos campeonato, enfim, essa questão de jogos eletrônicos, na minha época, era mesmo para quem tinha uma condição financeira muito boa, o que não era bem o nosso caso.

Meu pai sempre trabalhou como autônomo, era um fotógrafo, e minha mãe era professora. Hoje ela é aposentada pela Secretaria de Educação. Meu pai é paraibano e veio morar aqui. Minha mãe é mineira, de Patos de Minas. Se conheceram aqui em Brasília. Meu pai se chama Emídio e a minha mãe Valma, por isso meu nome é Emival. Eu costumo dizer que é uma “pororoca romântica”, o encontro desses dois, do meu pai e da minha mãe (risos).

Particularmente, amo Brasília. A cidade satélite em que eu morava na infância era Taguatinga. Sempre amei Taguatinga… tudo muito perto e muito prático. Nasci num lar evangélico e desde muito pequeno sempre tive vontade de servir no ministério. Meus pais já eram convertidos quando se casaram e, em meio a esse lar cristão, eu comecei a me desenvolver. Muitas vezes, eu estava na igreja e ouvia o pastor pregando sobre vencer dificuldades, por exemplo, e então eu pensava: “Se eu estivesse pregando iria falar sobre Davi. Falaria, ‘pois é irmãos, Davi é um bom exemplo’”. Com isso, eu entendia por dentro, que um dia iria ser ministro da Palavra.

Cursei o primeiro e o segundo grau, que na época era um curso técnico e me formei como técnico de serviços bancários. Trabalhei numa financeira e também servi nas forças armadas. Nesta época, eu já estava pastoreando. Isso porque eu já tinha experiência, estava em convívio com o ministério. Aos meus quinze anos, já estava liderando os jovens num ministério pequeno. Com 15 ou 16 anos já pregava, com 18 já estava à frente de igreja, assumindo trabalhos mesmo ainda solteiro.

Após sair da financeira, comecei a trabalhar integralmente no ministério. De lá para cá, a minha vida toda, praticamente, foi no ministério, com exceção somente do momento de transição desse último ministério que fazia parte para o Verbo da Vida.

Sou casado com Maria Natalícia e temos dois filhos. Hoje, o mais velho tem 19 anos e o mais novo está com 16. Antes de conhecer minha esposa, eu tinha lido um livro do Paul Yonggi Cho, “Quarta Dimensão”. Posso dizer que foi o primeiro livro sobre fé, que eu de fato tinha lido, e aquilo tinha mexido muito comigo. Algo que aprendi com ele foi a ser muito específico naquilo que eu queria ao pedir para Deus, não importa o que fosse. Eu peguei aquilo para minha vida como uma regra nas minhas orações de petição. Dentre as minhas expectativas, nas minhas orações de petição, estava a esposa com quem eu iria me casar.

Eu peguei algumas folhas e comecei a especificar a altura, cabelo, o nome, a região que tinha nascido. Eu coloquei: “Eu quero que ela seja mineira, que se chame Maria, que ela seja alta, do cabelo comprido, quero que ela seja magra…”. Fui colocando tanto a questão física, como de caráter, de conduta, de tudo. Quando foi dia 21 de agosto de 1994, Natalícia foi no grupo de jovens da igreja pastoreada pelo meu cunhado. Ele desceu do ônibus (na época me chamavam de galego) e disse: “Galego, galego, venha cá, tem uma moça que quero que você conheça!”. Eu estava do lado da minha mãe, meu pai estava na porta ali também, mais o pessoal da igreja, porque estávamos aguardando um ônibus chegar. Foi quando ela veio.

Achei ela lindíssima. Quando fomos apresentados, ela ficou segurando a minha mão e disse: “Eu te conheço de algum lugar”. Como eu pregava muito e eu tinha estudado em Taguatinga, achei que pudéssemos nos conhecer mesmo, até da época de escola. Ela entrou para dentro da igreja e minha mãe estava do meu lado, então eu falei: “Mãe, eu vou casar com essa moça”. Aí, deixa eu pular um pouquinho para frente… Nós cursamos, no ano passado, a primeira etapa da Escola de Oração e umas das coisas que ouvimos foi que, quando você ora antecipadamente por algumas coisas e elas chegam, é como se você tivesse ido lá primeiro, como se você tivesse tocado aquilo primeiro, porque você já esteve lá no reino do Espírito. Foi quando eu finalmente entendi essa frase dela: “Eu te conheço de algum lugar”.

Bem, depois que nos conhecemos, a partir dali, ficou aquele sentimento velado, ela sentindo para lá e eu sentindo para cá. Quando foi em 12 de dezembro de 1994, tivemos uma reunião de ministério e uma amiga da minha esposa ia nas reuniões e levava ela junto. Eu tentava me aproximar dela da forma mais inteligente e santa que eu conhecia, mas não dava certo. Por exemplo, se a gente tivesse aqui numa roda de amigos e ela tivesse, eu pensava: “Vou aproveitar desse momento para me aproximar”, só que se eu chegasse e a cumprimentasse primeiro com que cara depois de cumprimentar todo mundo eu iria puxar papo com ela? Aí, o que eu fazia? Eu cumprimentava primeiro todo mundo para que quando chegasse nela eu puxasse assunto, mas quando eu cumprimentava todo mundo e ia chegar nela, ela já tinha saído da roda e desaparecia (risos). 

Então naquele dia eu falei com a amiga dela: “Olha, eu não sei se há algum problema comigo, eu acho muito estranho a sua amiga. Eu não sei se foi alguma coisa que eu fiz para ela, mas a questão é que eu estou gostando dela e eu tento me aproximar e ela foge de mim. Não sei se ela é o diabo e eu sou Deus, ou eu sou o diabo e ela é Deus. Eu não sei o que acontece que a gente não consegue ficar junto nos mesmos lugares nunca”. Ela começou a rir de mim e disse: “Não, pastor, deixa eu só respirar para poder falar. Ela também gosta do senhor”,  e eu falei: “Bom, sendo assim a gente pode rever os conceitos de tudo”, aí ela me falou: “Não, é que ela também evita para não dar na cara”. Nisso, Natalícia estava dentro do carro esperando na maior ansiedade do mundo para saber o que estava acontecendo na conversa. Na sexta-feira daquela semana, nós tivemos um encontro de jovens em Unaí, uma cidade em Minas, perto de Brasília, e ela foi na equipe de jovens. Eu era um dos coordenadores, já era pastor geral de jovens e lá nós conversamos pela primeira vez. Basicamente voltamos com o intuito de namorar. 

Natalícia sempre teve muita convicção, muito caráter, muita firmeza com Deus. Quando ela se converteu, foi de vez mesmo. A gente namorava nas minhas folgas pastorais, que eram nas terças-feiras. A gente se encontrava aqui em Taguatinga, pegávamos um ônibus e íamos para o Conjunto Nacional, um shopping aqui em Brasília. Tinha uma pracinha de alimentação que tinha um cantinho assim mais reservado debaixo da placa de uma loja e, ali, era a nossa mesinha. A gente sentava no local às dez da manhã e levantava umas cinco da tarde, conversando, lanchando, o nosso namoro era ali. Certa vez, ela estava chegando de viagem e nos encontramos naquele lugar. Então eu disse: “Olha, tenho percebido que está na hora da gente… o nosso namoro está tomando uma proporção que eu não tenho entendido muito bem o porquê”. Ela foi ficando assim sem graça, foi fechando o semblante, foi mudando de cor e eu falei: “Deixa aqui eu resumir para você: Não dá mais para a gente namorar”, e ela perguntou: “Aconteceu alguma coisa? Eu só fui em Minas”. Quando percebi que ela poderia se transtornar, aí eu disse: “Quero me casar com você! Eu quero saber se você quer se casar comigo. A gente termina o namoro e começa o noivado e vai para o casamento”. Começamos a namorar dia 05 de junho de 1995, no dia 07 de junho de 1997 nos casamos e no dia 07 de junho de 2000, nosso primeiro filho nasceu de parto normal, no mesmo dia do nosso casamento.

Antes de virmos para o Verbo da Vida, eu pastoreava uma igreja e supervisionava mais sete. Na nossa igreja tinha uma irmã que tomou conhecimento do Rhema e ela chegou e disse para minha esposa: “Olha, você precisa fazer o Rhema. Está chegando na cidade”. Minha esposa, Natalícia, já tinha feito alguns cursos na área teológica e não estava muito interessada. A gente estava bem envolvido na igreja, também meio que sem tempo, porque ela trabalhava secularmente. Eu também era bem envolvido na obra e estudava Psicologia na Universidade Católica de Brasília.

Na última semana da matéria “Fundamentos da Fé”, que era aberta, em 2012, ela conversou com a Natalícia num domingo à tarde, que foi quando minha esposa ouviu o Senhor falando para ela fazer o Rhema. Ela ficou meio relutante, mas a voz disse de novo: “Faça o Rhema!”. Ela falou para a irmã no telefone: “Amanhã eu vou na aula!”. Ela foi numa segunda-feira e, quando chegou na quarta, o Senhor tratou algumas coisas muito particulares na vida dela, quando chegava em casa ela dizia para mim: “Amor, você tem que ir!”, e eu respondia: “Ir para onde?”. Eu já era professor de Teologia, já tinha dado aulas na faculdade, tinha formado turmas no seminário, já tinha estudado muito, já tinha me formado, me pós-graduado, bastante coisa. Mas ela ficava me falando que eu tinha que ir, que eu tinha que ir.

Dentro de mim havia uma crise ministerial, porque aquilo que eu conhecia da Palavra me levou até certo ponto, mas eu me vi limitado, impotente, incapacitado de continuar andando em frente, por isso eu procurei a Psicologia. Natalícia falou comigo várias vezes e eu disse: “Eu vou amanhã então”. Fui no último dia da matéria, assisti o primeiro horário e na hora do intervalo eu desapareci e ela foi me procurar para saber onde eu estava. Eu disse: “Eu estou dentro da secretaria”. Ela me perguntou: “O que você foi fazer na secretaria?”, e eu respondi: “Fui fazer a minha matrícula”. Na segunda, cheguei em casa mais cedo da faculdade e minha esposa perguntou o que tinha acontecido, porque eu tinha chegado mais cedo sem avisar. Eu falei que tinha trancado minha faculdade para cursar o Rhema.

No princípio eu achei que nós iríamos ser um canal de Deus no ministério ao qual estávamos, para que a Palavra chegasse a eles, para que o Senhor pudesse alcançá-los, mas nós percebemos que não, devido à mentalidade e a visão que eles tinham, ia ser danoso a gente introduzir a Palavra Rhema. No período em que estivemos no Rhema, tivemos mais de 20 pessoas da liderança e do ministério de socorros daquela igreja também cursando a Escola. Como eu era o pastor, eles decidiram ir também, por minha influência.

Com o tempo, começou a nascer essa direção de virmos de fato para o Verbo da Vida. Então fomos orar para saber o tempo e o modo de proceder. Como a gente estaria se desvencilhando daquele ministério sem causar prejuízo, sem trazer sequelas, sem causar danos, sem ferir pessoas, sem sermos rebeldes, o Senhor nos dirigiu no momento certo. 

Aí, no final de 2013, surgiu a notícia da Escola de Ministros em 2014. Nós entramos na escola e foi um ano em que de fato, veio mesmo muito forte que deveríamos sair e nós já conversamos com o Pr. Joselito, na época. Ficamos ainda todo o ano, de 2014 e 2015, lá e a transição se concretizou em 2 janeiro de 2016. Aos poucos começamos a congregar no Verbo da Vida e nesse mesmo ano fui licenciado na Conferência de Ministros.

Minha esposa é uma pessoa extraordinária. Costumo dizer que a minha mãe me colocou no mundo e ela me colocou em Deus. Posso dizer que, de fato, minha esposa me ganhou para Jesus. Se não fosse ela, falando comigo para fazer o Rhema, se não tivesse insistido tanto, eu certamente não teria feito. Não sei nem como nós estaríamos hoje e nem se estaríamos hoje… tanta coisa que a gente já passou. Natalícia é simples, humilde, ela faz festa por pequenas coisas. Não são grandes coisas que a conquistam. Ela não se vende por aquilo que você dá, ela é conquistada por aquilo que você faz. Tem para ela mais valor uma rosa, porque ela entende que fui eu que escolhi e que dei, do que se eu mandasse uma secretária minha comprar uma BMW e entregar para ela. Isso não teria valor porque não tem o meu gosto, não tem aquilo que veio de mim, a minha escolha, o meu apreço, aquilo que realmente flui de mim.

Natalícia é uma pessoa de excelência e é muito correta. É melhor primeiro você pensar na resposta antes de dizer a ela. Se você disser, já não é uma resposta, se torna uma lei. Natalícia não é uma pessoa influenciável, é muito séria, muito convicta, muito simples, cativante pelo sorriso e envolvente pelo abraço. A presença dela faz toda diferença no lugar em que ela vai. Sempre foi uma característica muito forte: quanto menos ela queria aparecer, mais ela brilhava e reluzia na frente de outras pessoas. Isso sempre me chamou a atenção. Ela é tudo isso… uma excelente mãe, excelente esposa, não tem nada que Natalícia não pegue para fazer que eu não veja excelência, capricho e o coração dela envolvido. 

Eu me considero uma pessoa muito submissa, muito simples, apesar de às vezes alguns olharem e acharem que não. Mas eu não sou uma pessoa arrogante, prepotente. Sou muito ensinável, não tenho dificuldade de aprender, não tenho dificuldade de reconhecer, não tenho dificuldade de saber que alguma coisa está errada. Eu me considero uma pessoa, claro que sempre em crescimento, mas que gosta de ser prestativa, de servir minha esposa, de servir meus filhos e servir os irmãos. 

O Emival pai é meio que uma descoberta diária, especialmente com meu filho mais velho. Digo muito para ele: “Filho, você tem que ter muita paciência comigo, porque você é o primeiro jovem que me dá a oportunidade de ser seu pai, então você foi o meu primeiro filho adolescente, você foi o meu primeiro filho criança, você é o meu primeiro filho jovem. Eu sei que tem coisas na sua vida que eu quero que você tenha paciência comigo”. Já no nosso segundo filho, eu já tenho um jogo de cintura mais tranquilo. A gente vai crescendo, vai amadurecendo. Com o meu mais velho, já está na idade de eu ter uma conversa mais diferente, em um nível mais de homem mesmo, uma conversa mais franca e mais aberta. O Emival pai, ao mesmo tempo que aperta, solta. Você não pode deixar frouxo demais, senão a coisa pode se descambar para um dos lados e você também não pode apertar demais.

Uma coisa que sempre falo para Natalícia é que ela não cresceu num lar evangélico, mas eu sim, então eu vi coisas na vida dos meus filhos que ela já queria dizer “não” e eu dizia “calma!”. Eu nasci nesse ambiente, eu sei como é. Teve uma época que meu filho quis deixar o cabelo bem grande e na igreja que a gente estava não era bem visto, mas mesmo assim deixei. Nunca coloquei peso na minha família por causa do ministério. Minha esposa querendo cortar o cabelo dele a todo custo e eu dizendo: “Não, não vai fazer isso”. Quando ele foi servir no exército, ele mesmo mandou passar a máquina no cabelo. Um dia desses eu conversei com ele sobre o cabelo, se ia deixar crescer e ele me respondeu: “Pai, nem sei”. Eu sou muito assim, procuro entender muito isso, procuro entender o nível das pessoas sem ser peso para elas. Eu me considero uma pessoa muito leve e hoje eu sou completo.

Acerca do ministério, para mim, Deus é o limite. A nossa expectativa ao irmos para o Ministério Verbo da Vida, a nível de ascensão ministerial, era nula, era zero. A minha esposa sempre falou muito isso comigo: “Olha, você sabe que o Verbo da Vida não é como os outros ministérios que a gente conhece, que você mal chega e já está pregando e daqui a pouco você está com ‘n’ propostas de congregações”. Nós deixamos uma vida muito tranquila, financeiramente falando, de status, de luxo, de posição, de cargos, de tudo o que você pensar. Quando chegamos para o Verbo, nós sentamos e fomos aprender. A nossa disposição do coração era: “Senhor, se dentro do ministério, tiver chamado para as nossas vidas, ou se tudo o que nós fizemos até agora foi pela ausência de ter quem realmente pudesse fazer e foi um equívoco, não tem problemas, nós estamos aqui abertos para começar do zero. Se é para ministério de socorros, nós vamos ser, se é para limpar o chão, nós vamos limpar”. E foi assim que viemos para o Verbo da Vida.

Nesses 3 anos e meio, com o envolvimento que já temos, tivemos a oportunidade de liderar os jovens da igreja. Agora, somos líderes do Departamento de Casais e fazemos parte da coordenação doutrinária daqui de Taguatinga, juntamente com Luciléia. Temos coordenado grupos de treinamentos e estou como pastor auxiliar do Pr. Joselito, numa equipe de 6 pastores. Hoje, eu faço parte do quadro de professores do Rhema, já tive oportunidade de ministrar 4 matérias no ano passado e para mim tem sido assim, uma “lua de mel gospel”.

Tenho sentido muita tranquilidade e muita paz. Agora, onde acho que isso vai dar? Eu não vou me deslumbrar e dizer “quero isso” ou “quero aquilo”, porque eu vim desse mundo onde as pessoas correm atrás disso e, durante um tempo, eu também fui assim. Eu cansei de ser assim. Tenho a mentalidade de ver que isso não leva ninguém a nada, ou isso lhe tira da intimidade. Faz você procurar as mãos d’Ele e não perceber o coração d’Ele. Servir é resultado da sua comunhão com Ele, não a causa da sua comunhão. Hoje eu entendo isso claramente. 

 

4 COMENTÁRIOS

  1. É uma honra congregar com esse grande homem de Deus, já o conhecia por sermos amigos em comum de um outro grande homem de Deus. Agora me considero privilegiado, pois estou recebendo muito do que ele tem para minha carreira ministerial.

  2. Uma honra ler a história de um grande homem de Deus, já o conhecia por sua influência na vida de um grande amigo em comum, mas hoje em dia congregando com ele, aprendendo diariamente, é gratificante, sou privilegiado de receber o que ele tanto tem para minha carreira ministerial.

  3. É um privilégio conviver com o pastor Emival e sua família e comprovar uma vida de intimidade e parceria com Deus! Pastor Emival é alguém que vive o que prega.

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