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Sou cearense, tenho 42 anos, mas fui morar em Campina Grande com apenas 11 anos, pois meu pai era gerente de uma empresa e foi transferido do trabalho. Aos 18 anos, conheci Jesus através do Verbo da Vida, logo no começo na cidade, quando ainda era no Verbinho. A minha irmã foi convidada para ir visitar a igreja, juntamente com o noivo dela. Ela foi e me falou sobre a igreja, eu fui e, no primeiro dia, já fui impactada. Isso foi em 1993. Nasci de novo no mesmo dia, logo comecei a fazer o Rhema e nunca mais parei.

Campina Grande tem para mim um foco espiritual, cheguei lá muito jovem, e nasci de novo na visão. “Como dizem sou puro sangue”. Ainda comecei na cidade a cursar duas faculdades, mas não conclui. Pedagogia, acho que pedagogia, era o chamado por dentro sendo evidenciado, mas na época eu não entendia bem. Depois decidi parar, porque eu já estava bem envolvida no chamado e decidi viver integralmente para o ministério. Nunca me arrependi nessa decisão.

Costumo dizer que quem não nasceu em Campina Grande-PB, precisa passar por lá. Por onde passo, conto as minhas experiência vividas nessa cidade. A visão adquirida naquele lugar, causou, e ainda causa, na minha vida. Se não conhece, vai lá, seja para um evento ou para visitá-la. Conheça o Centro de Operações do Ministério Verbo da Vida. Acesse ao site, se associe, deixe essa visão ser apregoada em você. Para entenda melhor aquilo que falo tanto. Tudo flui de Campina Grande-PB.

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Eu sempre fui muito na minha, quieta, não estava pensando em namoro na época que cheguei na igreja, mas, logo conheci Serginho. Ele era o baterista, nos aproximamos, fizemos uma amizade, começamos a namorar e, para mim, era realmente para casar. Em três anos noivamos e casamos (em fevereiro de 1996). O casamento durou menos de 5 meses, porque dia 19 de julho, daquele mesmo ano, ele morreu em um acidente automobilístico. Foi uma situação muito difícil, não só para mim por ser a pessoa mais atingida diretamente, mas para a igreja que perdia um de seus membros do começo por morte. Na época, Guto era o pastor da igreja e era a fase que ele nem acreditava que tinha chamado, ele pegava um monte de versículos e, às vezes, os trocava, ria, chorava, gaguejava e terminava a pregação em 15 minutos. Eu precisei, mesmo em meio a dor, dar uma palavra de ânimo ao povo, porque todos estavam muito abalados.

É interessante que superamos as coisas na nossa vida, mas a própria memória fotográfica registra tudo, você fala e parece que está vivendo aquele momento novamente. Não dói mais, porque foi superado. Hoje, posso contar em detalhes e é como se voltasse no tempo.

Serginho era muito amado por todos. O pastor Bud viajava para os Estados Unidos e ele sempre trazia baquetas para ele, porque era algo que ele quebrava demais enquanto tocava.

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No primeiro momento, veio a minha mente, meu mundo desabou, porque para nós, mulheres, temos aquele sonho de casar, diferente dos homens, idealizamos tudo. Vou casar, ter a minha casa, aquilo tudo aconteceu para mim eu conquistei. Morava no meu apartamento, tudo organizado, era um conto de fadas realizado, Serginho era um homem bom, sabia que tinha feito uma boa escolha. Mas, agora era a dor. Lembro que ele ia fazer uma viagem rápida a Patos para resolver algo, eu até ia com ele, mas, de repente, perdi o interesse de ir e não fui. Fiquei um tempão com aquela voz dele dizendo: “Tchau, 4 horas eu volto…” Aquelas 4 horas passaram e ele nunca voltou…

Sabemos que o diabo se aproveita dessas situações para trazer mais pressão. Se você não se posiciona para resistir e mudar o pensamento como ensina a Palavra, aquilo vai ganhando uma força dentro de você. De certa forma, eu já conhecia um pouco a Palavra, mas por mais que você conheça a situação por ser tão pesada, (não é desprezando o poder da Palavra), mas você sente a realidade nua e crua na pele. Então, chorando, eu ia confessando a palavra pela fé, e, aos poucos, fui vendo a saída que estava na Palavra.

Decidi que não ia me isolar da igreja, das pessoas, mas, lembro do momento do velório, eu via aquele caixão na minha frente e as lembranças que tinha era eu entrando ali para casar e agora eu via aquela imagem… Pensava: “Vou demorar vir aqui novamente, eu olho para a igreja dói, olho para a bateria dói, olhar as pessoas dói…” Mas sou grata a Deus pelos irmãos e amigos, porque foram os que mais me ajudaram na situação.

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Por dentro eu percebia aquela força e vinha ao meu coração: “Eu não posso me isolar, não posso sair do lugar onde vou ter socorro e ajuda”. Eu era tímida, mas, ao mesmo tempo, muito determinada. Eu sabia que recuar era desistir e desistir era covardia. Sabia que ia doer, mas resolvi encarar. Fazer isso, me fortalecia, às vezes, ia para a igreja, só chorava, mas acabava voltando melhor do que ia. Por vezes, vinha a vontade de chorar, mas eu batia o pé e não chorava mais, porque sabia a força que vinha fazendo para estar na posição que me encontrava, por conseguir subir mais um degrau. Quando eu chorava a minha alma ganhava espaço e parece que retrocedia e dava trabalho voltar ao espaço já conquistado. Para fazer um esforço maior, era melhor manter o esforço que já tinha feito. Nesses momentos, ter as pessoas certas por perto faz muita diferença. O grupo que me rodeava Paulinho, líder dos jovens, Cristiane Stefani eram alguns dos que estavam comigo e me deram força.

Aceitei a ajuda fiquei perto, ainda estava cursando a faculdade e ia para me manter forte. Na ida, o ônibus passava em frente ao IML e na volta de frente ao cemitério, era como se tocasse na ferida o tempo inteiro, mas eu sabia: a minha vida não parou, preciso continuar. Eu só tinha 21 anos, precisava seguir adiante. Não demorou e decidi largar o curso e ficar no ministério em tempo integral, a igreja crescia e o MVV foi criado em 1998. E fui trabalhar como secretaria na igreja, esse era o tempo que estava perto de Sâmia, João Roberto, Herênio, Gilson, Sylvia, Jannayna, Pr. Moacir eram os que estavam comigo, amo demais cada um. Construímos uma história, temos sentimentos mais que de amigos, irmãos.

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Embora tenha passado por uma situação trágica dessa, eu nunca fui de guardar o trauma para mim, mesmo antes de me converter. Sempre fui bem resolvida, demais. Se uma pessoa disser que eu sou bonita ou feia, para mim é a mesma coisa, não interfere no que eu penso sobre mim, e no que sei que posso fazer.

Passei, a partir daí, a viver o novo tempo, tempo. Um momento para descobrir o meu chamado, estar envolvida nele. As coisas foram acontecendo. Vi que a disposição de entregar as coisas ao Senhor faz as coisas acontecerem. Pessoas falam: “as coisas vão acontecer no tempo de Deus, mas, às vezes, as coisas não acontecem no tempo certo, porque você não caminha no tempo de Deus”. Ele queria que fosse antes, procurei me manter firme e constante e as coisas foram acontecendo rápido.

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Nos dois primeiros anos, eu não conseguia nem pensar em casar novamente e refazer a vida nessa área. Você pensa em casar com o homem da sua vida, é muito forte. Quando a gente entende o valor disso, é muito forte. Então passei a viver o chamado, viver o agora. Eu tinha me casado muito nova e fui viver o que não tinha vivido antes. Pessoas perguntavam: “você não quer casar novamente?” Eu dizia: “quero, mas não estou preocupada com isso“.

10 anos se passaram!

Eu realmente estava como diretora em Fortaleza e fui convidada por Guto para ir para o Japão, fui para Recife exatamente para pegar o visto que não saiu, mas permaneci auxiliando na Igreja em Olinda, na época pastoreada por Rozilon Lourenço. Marcílio era uma das pessoas mais próximas dele e foi aí que o conheci.

O tempo foi passando e lembrei que pouco tempo atrás eu tinha orado sobre um novo casamento, já estava meio cansada de morar em lugares diferentes. Queria ter minha casa. Morei durante 8 meses em 6 lugares diferentes. Na casa de um ou outro, meu guarda roupa eram as malas e as caixas de livros que eu levava para todos os lugares.

Orei sobre meu marido; pedi que o Senhor o trouxesse até mim, e fiquei tranquila sem ansiedades.

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Estava lá conhecendo as pessoas e buscando conviver com cada um. Marcílio teve uma postura muito boa, não era um homem de púlpito, mas expressou qualidades que eu olhei e fui chamada a atenção. Não foi um homem de púlpito que me atraiu, mas um homem de uma postura correta; principalmente diante das mulheres. Assim como eu, ele também já tinha sido casado (por pouco tempo) mas isso o fez ficar cuidadoso e foi bom para mim essa conduta dele.

Ele também decidiu que encontraria alguém para casar. Eu não olhava ele como homem ainda, mas sempre fui quieta, não permitia que entrassem na minha vida pessoal. Sou assim até hoje, lideramos uma igreja em Santo André e, quando vejo pessoas brincando e falando excessivamente sobre relacionamentos, eu corrijo, porque não acho bom esse tipo de abordagem com as pessoas. Você não tem ideia do estado emocional que aquela pessoa está. Ela pode mostrar estar madura emocionalmente, mas ela pode não mostrar como está por dentro e uma brincadeira estimula algo, e ela dá um passo que nem sabe se deveria dar e as vezes, se arrepende. Então, para mim, relacionamento é algo muito sério.

Decidi ter as minhas próprias convicções e não as que as pessoas achavam que eu deveria ter. Estávamos em uma igreja pequena e, querendo ou não, eu era ministra, mas sou um ser humano normal. Tenho uma carne que tenho que lidar com ela. Tenho as minhas falhas e tenho que lidar com isso. Mas, às vezes, as pessoas olham para nós como se não fossemos humanos. Fulano ministro, professor… eu entendo isso, porque, quando você constrói uma história, e a sua vida influencia pessoas, isso trás um peso diferente. Isso é certo e é honra, mas devemos ter equilíbrio.

Marcílio se aproximou de forma muito tranquila me vendo como ser humano, sem essa visão deturpada de alguns.

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Eu fui conhecendo-o, mas sem comentar com as pessoas, falava apenas com Deus. Eu orava mais ou menos assim: “Senhor, eu quero ver se isso é algo bom para mim ou apenas empolgação”. Sem eu saber, ele estava fazendo a mesma coisa. Orando algo assim: “Senhor, eu não quero olhar a ministra, mas a mulher, o ser humano. E como a mulher da minha vida”.

Isso durou um tempo, e começamos a namorar, namoramos por dois anos. Casamos dia 29 de julho de 2006. Portanto, esse ano completamos 10 anos de casados.

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Se eu casei com um homem bom da primeira vez, na segunda chance casei com um melhor. Isso me emociona. Tenho uma família maravilhosa. A família dele se tornou a minha, são meus segundos pais e mães. A vida dele refletes tanto amor.

Sou muito grata a Deus pela vida do meu marido. Lembro de pessoas que chegavam para mim no começo do meu casamento e dizia:

“Mas, ele ministra? Ensina no Rhema?

E eu dizia: “Não”

Algumas vinham apenas especular mesmo e antes eu era mais dura na resposta, melhorei mais hoje em dia…

Às vezes eu dizia. “Não estou procurando um ministro, mas um homem de caráter e isso vejo nele”.

Era isso que idealizava na minha vida para cuidar de mim e dos meus filhos.

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Algumas moças da minha época, tinham uma ilusão e algumas acham que se você se casa com um ministro ele vai profetizar dentro de casa para você o tempo todo, pensam em uma espiritualidade tão grande que não vão nunca se desentender. Mas sabemos que não é assim na vida real. É melhor você escolher um homem para casar do que um ministro.

É claro que eu sabia que Marcílio tinha um chamado e eu não queria cometer o erro de casar com um homem que não tivesse chamado, porque eu não poderia, depois que passei por tantas coisas nos 10 anos que fiquei só, comprometer toda a minha vida com uma escolha errada. Isso eu estava muito convicta.

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Eu pensava que não moraria mais em Campina Grande, mas, depois que casamos, Marcílio disse que tinha em seu coração morar um tempo nessa cidade e se submeter ao pastor João Roberto. Lembro que pensei: “não acredito que vou voltar…” Mas em 2008 fomos morar em Campina Grande. Submeti-me a ele, porque o Senhor me ensinou a administrar. Eu era uma pessoa que muita gente conhecia, mas ele não. Houve um tempo que as pessoas falavam: “Marcílio, esposo de Fabíola”. Porque Fabíola era conhecida, ele sempre administrou isso bem demais. Mas eu sei o quanto a minha postura fez diferença para que as pessoas pudessem passar a ver: “Fabíola de Marcílio” eu desejava que isso acontecesse, era sábio ser assim. Eu não queria estar andando na frente e ele atrás, isso nunca seria bom.

Decidimos fazer a Escola de Ministros juntos e Marcílio foi trabalhar na escola junto com Sylvia e lá permaneceu por quatro anos.

Lembro que Canrobert fez uma reunião comigo e me disse que faria uma escala para eu ensinar no Rhema enquanto fazia a Escola paralelamente, mas, carinhosamente, falei com ele: “Quero lhe pedir para permanecer na escola e não sair para nada”, pois tinha o propósito de estar ao lado do meu esposo em todo tempo da escola para promover a vida dele. O Mestre entendeu perfeitamente e, aquele ano, foi de estarmos em sala de aula estudando.

Essa foi a melhor decisão. Olha que financeiramente eu precisava de dinheiro, mas sei que, por mais que o dinheiro seja importante, ele não deve ser o principal. Principalmente se ele comprometer uma direção de Deus para a nossa vida.

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Tive meu primeiro filho no mesmo ano, eram muitas coisas novas acontecendo. Mas eu estava tranqüila, dei os passos certos na hora certa. Eu amo viajar, mas não era o tempo disso. Desacelerei, e isso não me fez sofrer.

Para alguns, eu não estar ensinando, parecia estar retrocedendo, mas eu sabia que, quando a gente obedece a Deus, nunca retrocede. As pessoas ligam um avanço a estar em evidencia, estar aqui em um lugar e amanhã estar em outro. Mas não é assim. Se, no seu coração, você sabe que está obedecendo ao que Deus lhe mandou fazer, você pode ficar naquele lugar a sua vida inteira, mas para Deus estará avançando. Quem tem convicção do que Deus o mandou fazer não se move pelo que pensam, mas pelo que Deus falou.

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A vida seguiu e, hoje, moro em Santo André, SP. Sou mãe de dois filhos lindos. Nicholas e Caio.

Meus filhos são maravilhosos. São bem diferentes. Nicholas tem 8 anos, nasceu em Campina Grande e viveu lá por 4 anos, é parecido com o pai, manso tranqüilo. O tipo da criança que está em casa e nem parece que está. Muito obediente, desde bebê o levamos para todo canto e ele nunca deu trabalho para a gente. Ficava na salinha, não chorava, e foi assim e tem sido até hoje.

Viveu a experiência de ir comigo ao Chile, quando fui dar aula no Rhema e estava empolgado com a oportunidade. Por mais que, como criança ele não tenha a consciência ainda, percebo que Deus está construindo algo por dentro nele. Sempre entendi que pais ministros não tem que ter filhos com chamado, sempre pedi a Deus sabedoria para identificar se eles teriam ou não, ensiná-los no melhor que eles tem que ser.

De repente, engravidei novamente, foi uma festa. Nicholas curtiu com agente esse momento e sem ciúmes. Ele ama e cuida. Caio é bem diferente, é elétrico, pula no sofá, tenta arrancar o óculos do irmão, e ele com uma paciência, cuida de Caio.

Caio não sei com quem parece. É muito amoroso. Chega, abraça, me agarra, Nicholas gosta de pegar meu cabelo. Ele tem apenas um ano e nove meses e está atento ao pai e ao irmão. Hoje as crianças estão espertas demais.

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É legal ser a única mulher em um universo masculino. É legal para eles também. Porque os dois, Nicholas e o pai dizem, quando me arrumo para ir a igreja: “você está tão linda”.

Temos um costume em casa de dizermos um para o outro: “Te amo muito, para sempre”

Eu aceito que existem pessoas que não querem ter filhos, mas, particularmente, vivendo o que eu vivo, vejo o quanto é bom.

É tão gratificante, e só sabe quem vive a experiência.

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Fabíola é alguém mais madura e mais forte também. Alguém que já chorou muito, mas por outros motivos, hoje, só choro de alegria. É muito difícil eu chorar porque estou triste, com raiva ou chateada. Posso olhar para as experiências que tive e como agi em meio a elas, observar a estrutura que elas formaram em mim.

Por que vou chorar de tristeza? Já chorei demais….

Por que vou chorar de raiva? Vou apenas me contaminar por dentro.

Fico chateada as vezes, e, por tomar partido, por coisas que não tem nada comigo. Aquela coisa de agir em defesa, contra a injustiça e Marcílio me ajuda a administrar isso me dizendo: “não se desgaste”.

Eu olho para mim e me vejo realizada como ministra, por ter ido a tantos lugares e afetado a vida de pessoas positivamente com a Palavra; fazendo a diferença na vida deles, isso é gratificante. Como esposa, mulher, mãe, meus dois filhos são maravilhosos, queria o terceiro, mas é melhor parar por aqui e cuidar bem deles. Tenho muito a melhorar, mas, se eu mantiver o ritmo eu chego lá.

4 COMENTÁRIOS

  1. Fabíola, vc é realmente admirável! Te conheci lá em 2006, no RHEMA Campinas e posso atestar que tudo que vc disse acima não mudou nada de lá pra cá. Isso mostra o qto vc vive aquilo que prega, seu caráter e revela quem você é por dentro! Meu Deus, q honra ter te conhecido! Lembro inclusive de qdo vc falou s/ seu casório, me mandou algumas fotos depois, mesmo distante, mantemos a amizade e a admiração que eu tive nas suas aulas! que tempo bom! Obrigado por te marcado c/tanta firmeza a minha vida e por ter sido uma inspiração para tantas situações. Amo você e sua família !

    • Ohhh meu amigo Kleber, realmente desde aquele tempo em que nos conhecemos, minha família se aliançou à sua e nós amamos essa associação. Obrigada pelo carinhoso e como não dizer incentivador comentário. Isso me inspira a seguir no mesmo ritmo naquilo que já faço corretamente, mas também me traz responsabilidade e consciência do quanto Deus confia em nós para vivermos de forma a marcarmos a vida de outros. Grande abraço pra você, Patrícia e sua pequena florzinha.

  2. Que testemunho maravilhoso. Fiquei emocionada, impactada.
    De fato, só o Senhor para ter te sustentado e te erguido diante de tantas situações difíceis.
    Muito obrigada Fabíola, por nos provar que a Palavra se cumpre mesmo em meio a dor, que Fiel é Aquele nos prometeu.
    Graças a Deus pelo seu Espírito, que não nos deixa. Que sua família transborde em alegria no Espírito hahaha

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