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Meu nome é Isaías Tavares, sou natural de Campina Grande-PB. Minha família é meu bem maior. Eles vêm logo depois do Senhor para mim. É o que eu tenho de mais precioso. Meu primeiro ministério é dentro de casa, com a minha esposa, com meus filhos. Se eu estiver bem com a minha família, eu vou estar bem em todas as coisas. Eu não consigo, não posso estar bem para ministrar, se antes eu não estiver bem com a minha esposa. Não tenho acertado em tudo, mas tenho me esforçado para manter a minha família no padrão da Palavra. Estou vendo resultados disso através dos meus filhos. Minha esposa tem trabalhado com eles, dizendo: “ame mais a Deus do que a nós”. E vejo que eles têm feito isso!

Minha casa, na minha avaliação, tem sido um lugar onde Deus pode se mover. Nós temos crescido.

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Ana Fábia, minha esposa, é uma mulher de Deus! Têm coisas que eu admiro demais nela. Ela sempre me incentiva em tudo. Eu nunca a vi reclamar do ministério, muito pelo contrário, ela sempre me motivou. Das vezes que pressões vieram, ela percebeu que eu estava cabisbaixo por alguma situação, por coisas que eu não soube dominar, não soube administrar, nessas horas, ela sempre me motivou.

Ela é uma mulher muito aguerrida, isso me inspira! Ela uma mulher desenrolada. Quando eu viajo para dar aula no Rhema, não tem problema algum. Ela dá conta da casa. Apesar de ficar um pouco pesado para ela, por está assumindo o meu papel e o dela, mas eu viajo em uma tranquilidade tremenda. Sei que vai dar certo. Sei que ela dá conta das coisas.

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Às vezes, ela diz pra mim que não acompanha meu pique. Ela não sabe que sou eu que não acompanho o pique dela. Porque ela sabe lidar muito bem com as coisas. Ela cuida das duas tias que cuidaram dela na infância e, agora, ela cuida delas. Eu vejo que ela faz com tanto amor.

Ela é diretora do Rhema e ainda me ajuda tremendamente na igreja. Ela é atuante na igreja. Ministra, aconselha, trabalha com as mulheres. Tudo isso e ainda cuida da casa e, de mim, até porque dou um pouquinho de trabalho (risos). Cuida dos filhos. Eu amo minha esposa.

Eu estava pensando hoje: “se eu fosse casar de novo, eu casaria com ela novamente”. Vejo pessoas dizendo isso, mas, para mim, essa afirmação é verdadeira. Se eu fosse casar de novo, eu não teria dúvida de casar com Ana Fábia de novo!

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Eu chamo ela de “mozinho”. Há tempos que eu a chamo assim. Então, se eu chamar ela de Ana Fábia, é porque tem alguma coisa errada (risos). A não ser que eu esteja em um lugar onde as pessoas não vão entender. Quando é em um lugar familiar, que as pessoas já sabem, eu chamo. Mas, quando não é, se eu chamar: “mozinho”. Eu explico: “é minha esposa, né?” Para as pessoas entenderem bem.

Ela é uma boa mãe, uma boa esposa, boa filha. Eu creio que chegou um tempo de grandes galardões de Deus na vida dela. Mais do que tudo, a minha esposa merece recompensas! Eu sei que, essa avaliação que eu estou fazendo não é no lugar de Deus não. Eu sei que Deus pensa assim também. Mas, eu preciso galardoa-la, recompensar ela. Acho que eu não tenho feito isso bem ainda, ela merece muito mais.

Ela é uma mulher de Deus. Eu creio que pessoas que estão perto dela, saem inspiradas para servir, amar a Deus. Além de ser uma boa ministra do evangelho, há uma unção poderosa sobre a vida dela. Quando ela ministra, as paredes tremem (risos).

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Lucas e Sara são as minhas preciosidades! Nós nos esforçamos tanto para criá-los. Eu não vou dizer que nós acertamos em tudo… Lucas está chegando a uma idade de fazer planos, está com projetos para a vida dele. Deus já está dando notas ao coração dele. Nesse tempo dessa entrevista, ele está indo à Angola e ao Congo, fazendo uma viagem missionária.

Lucas está saindo do ninho e eu fico observando ele sair. Faço avaliações e penso: “Eu poderia ter dado mais ao meu filho. Eu poderia ter ensinado mais. Devia ter conversado mais. Eu podia ter brincado mais”. Contudo, acho que essa avaliação é natural fazermos. A gente vai sempre achar que poderia ter feito mais.

Lucas é um menino de Deus. Obediente. Submisso. Ele guarda os princípios que ele foi ensinado. Eu sempre estou batendo naquela tecla: “Lucas, onde você for não abra mãos dos princípios. Princípios não se negocia”. E eu vejo ele fazendo isso!

Então, Lucas sai. Vejo ele indo para os lugares e eu vejo o testemunho dele, das pessoas que conviveram com ele. Ele passou uns dias na casa de Pastor Raimundo e Vânia e, eles disseram: “Lucas é um menino de ouro”. É bom um pai ouvir um testemunho como esse. É maravilhoso ver ele saindo do ninho e dando testemunho.

Ele tem um ministério tremendo. É músico, um bom músico. Ele é comprometido. Não tem apenas o ministério de música. Ele tem o ministério da Palavra e há uma unção de cura sobre a vida dele que é tremenda. Ele ministra, mas sua mensagem termina em cura. Ele ministra sobre amor, mas termina em cura. Arde isso nele e as coisas estão acontecendo. Lucas tem um futuro grandioso e glorioso!

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Sarah é a minha menina! (Risos). Gosto de brincar assim com ela, creio que será assim por uns bons anos. Às vezes, com Lucas também é assim. Algumas vezes, eles acham que estou pagando mico, ou que eles estão pagando mico, mas eu escolho a minha conduta diante das pessoas, tento me segurar um pouco. Mas, eu prefiro tratá-los assim, chamando de menino, menina.

Sarah é um pouco reservada. Mas, quando se expressa, quando você conversa com ela, você vê a grandeza de Deus na vida dela. Ela é divertida, gosta de brincar. Lucas também, mas ela gosta muito de brincar e ela brinca comigo. Até hoje, antes de dormir, ela me chama no quarto, eu vou lá e dou um beijo nela. Desde a infância foi assim: pequenininha, eu ia lá com um livro “Conversando com Deus”.

Até hoje ela lembra: “o livrinho verde, pai. Traz o livrinho verde”. E eu ia lá, ler as historinhas da Palavra. Ainda faço isso — não mais com o livrinho verde (risos). Mas vou lá, dou um beijo nela, um “boa noite” e assim vai.

Sarah também tem o ministério da Palavra. Nós colocamos ela e o Lucas para ministrar na Escola Dominical no Mês da Família e foi surpreendente. Lucas já estava acostumado, mas Sarah não. Eu não estava, mas quando eu cheguei na igreja, as pessoas falaram da bênção que foi Lucas e Sarah ministrando. E aí Sarah se destacou, porque ninguém nunca tinha visto ela ministrando. Foi tremendo!

Eu ia ministrar à noite com “mozinho” e colocamos eles dois também. Foi a família toda ministrar à noite nesse domingo. Ela foi lá, parecia que ela ministrava há anos. Ela deu testemunhos, motivou as famílias… Sarah escreve bem demais! Eu já disse a ela: “Você vai escrever muitos livros para abençoar outras vidas!”. É uma habilidade que já é dela!

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A minha mãe… Eu lembro que uma vez eu fui ao shopping aqui da cidade. Lá, encontrei uma irmã que recebeu algo da parte de Deus e ela começou a falar pra mim. Ela disse que Deus falou que eu tenho características da minha mãe e umas características do meu pai no meu caráter e, isso ajudaria muito no ministério que Deus me deu.  Foi uma característica da minha mãe que juntou com uma do meu pai e que ressaltava na minha vida.

Meu pai já se foi, mas eu carrego essa caraterísticas e eu sei quais são elas. Elas sempre se destacaram em minha vida. A minha mãe sempre me apoiou. Se hoje eu estou no ministério devo a ela. Por causa da vida dela. Por causa das sementes que ela plantou na minha infância.

Quando eu não queria ir para a igreja e ela lá: “Você vai!”. Nós três lá, com sono, mas ia de manhã e de noite (risos). E a gente não tinha escolha. Tem gente que acha que isso é uma escravidão. Eu dou graças a Deus porque na infância a gente ia, eu e meus irmãos, mesmo sem vontade. Aprendemos o valor da igreja local. Aprendi com ela. Aprendi com ela as primeiras sementes da Palavra. Então, para mim, a minha mãe é uma preciosidade!

Hoje, ela está na nossa igreja. Ela convive comigo na igreja, me chama de pastor, apesar de ser filho dela (risos). Mas, têm horas que ela me considera como pastor.

Ela é vaidosa, sabe? Se você chegar 5 horas da manhã na casa dela, ela já está de pé e com batom. A qualquer hora que você chegar na casa dela, ela está bem arrumada.

Minha mãe é uma mulher de Deus. É um porto seguro. Coisas que eu preciso, eu falo pra ela, ela me atende. Ela sempre se dispõe a fazer. Eu amo minha mãe e vou continuar amando.

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Há muito tempo, Deus falou comigo que do corpo quem cuida sou eu e não Ele. Isso é uma parte minha.

Se bem que nessa fase que Deus falou isso comigo, era uma fase que eu estava relaxado mesmo com o meu corpo. Eu falava: “Não, agora eu vou entrar na academia. Eu vou emagrecer”. Mas, era só chuva de verão. Eu continuava do mesmo jeito. Era fogo de palha.

Em Dezembro de 2017, tomei uma decisão. Decidi não fazer dieta. Decidi fazer uma reeducação alimentar. Porque na dieta, quando você alcança o peso ideal, você termina relaxando. Mas, quando você faz uma reeducação alimentar, passa a consumir comidas saudáveis e fazer exercícios, isso passa a ser um estilo de vida.

Estilo de vida é diferente. Você encorporou aquilo na sua rotina, na sua agenda. Porque, se a gente não estabelecer, não faz. Não faz! Me lembro que eu estava sofrendo com muitas dores no corpo. O meu corpo estava reclamando. Comia muita massa, doce, exageradamente. Porque eu sempre amei doce.

(…) Chocolate… Chocolate vai ter no céu! Eu creio que vai ter um compartimento lá só de chocolate, porque Deus é bom! (risos). Hoje, eu consigo exercer um domínio próprio sobre o chocolate que eu não exercia. Antes, eu comprava tabletes de chocolate todo dia. Já fazem três ou quatro meses que eu não compro chocolate. 

Eu e Ana Fábia decidimos entrar logo em uma academia. Desde de Janeiro que eu estou nessa reeducação alimentar. Perdi 16 quilos. Agora, vou ganhar cinco quilos de massa magra. Estou trabalhando pra isso. Mas, vou continuar com uma alimentação saudável.

A gente tirou praticamente tudo que era industrializado, processado. Comemos mais integral, legumes, carnes, proteínas, baixo carboidrato e praticamos exercício. Eu estou bem. Estou com perspectiva de viver mais para completar a carreira.

JulianaToledo_ (23 of 23) Eu reconheço que o que eu sou hoje é por causa do Senhor. Porque eu me conhecia antes. Eu fui uma pessoa muito frágil, no sentido de assumir responsabilidades. Sempre achei que eu não tinha capacidade de fazer as coisas. O diabo me maltratou muito com complexos de inferioridade. Eu tinha ideias, mas não conhecia expor. Por que? Porque eu tinha uma definição de mim mesmo. Tornei-me uma pessoa retraída. Tímida. Tinha medo das coisas. Mas, aí eu conheci o Senhor.

Costumo dizer, quando conto meu testemunho: pessoas têm medo de bicho, eu tinha medo de gente. Eu não conseguia achar que eu poderia estar conversando contigo agora. Me expressar diante de uma pessoa, sabe? Eu tinha um bloqueio tremendo quanto a isso. Mas, no dia em que eu conheci o Senhor, eu disse: “Senhor, arranca de mim essa timidez porque eu não consigo mais ser assim”.

Eu me lembro que eu tinha vergonha de rir, porque eu achava meus dentes muito grandes. Eu tinha inveja daqueles dentes da propaganda de creme dental (risos). Por isso, hoje, eu rio muito. E as pessoas veem e não entendem, porque não sabem. Não tenho vergonha e os dentes continuam do mesmo tamanho (risos). O que mudou? Dentro! Como eu me via. Os dentes continuam do mesmo tamanho, mas agora eu não tenho vergonha de rir.

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Hoje, eu me defino como Deus me define. Preciso melhorar em algumas coisas sim, porque é como renovar a mente. Eu fui tão bombardeado com definições do mundo que me colocavam para baixo, que eu ainda estou no processo. Mas, já mudei muita coisa. Tenho definições fortes em mim: “Que sou filho de Deus. Sou abençoado. Que posso fazer!”. Coisas que eu não tinha. E, hoje, eu enfrento desafios, não porque sou um Super Isaías. Mas, porque aprendi a confiar em Deus.

Sou uma pessoa que não foge de desafios. Um ponto forte é esse: “Um homem que não foge de desafios, porque aprendeu a confiar em Deus”. Toda vez, que enfrento um desafio, Ele está comigo. Não é na minha força. Não é na força do meu braço, mas no braço da graça. Eu aprendi isso!

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Lembro que eu cheguei no Verbo da Vida em março de 1998. Ali na Prata, aqui em Campina Grande-PB, lembro de pastor Bud citando um versículo, que foi logo no início da minha conversão.Como eu era muito preso nisso, Deus me ajudou. Pastor Bud falou o que está em Filipenses 4: “Eu aprendi a viver contente em qualquer situação”. Quando pastor Bud citou isso, eu disse: “esse versículo é meu!”, Porque eu precisava para ser livre de todos os complexos, coisas que me abafaram e escravizaram.

Outra coisa que eu aprendi: eu não vou aprender fora das situações. Eu não vou aprender fugindo das situações. Eu vou aprender dentro delas! É dentro da situação que eu aprendo a viver contente! Então, o Senhor começou a tratar comigo: “Se aconteceu com Paulo, acontece com você”. Eu comecei a treinar. Nas situações difíceis, eu começava confessar, confessar. Começava a rir. Aprendi a rir no Espírito, meio sem vontade. Foram as instruções da Palavra que me transformaram.

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A maior perda que eu tive foi o meu pai. Eu era muito ligado a ele… Nós tínhamos uma amizade muito forte. Embora que, nos últimos anos, desde 1998 quando eu me converti, meu pai estava afastado do evangelho, então nós não tivemos como seguir o mesmo caminho. Eu continuei trabalhando com ele no escritório de advocacia, mas não continuei compartilhando das mesmas coisas como compartilhávamos. Eu vivia junto com meu pai. Ele era meu parceiro de vida. Meu parceiro de trabalho, de profissão. A minha convivência com o meu pai foi muito próxima desde a juventude.

Ele foi jogador de futebol, eu quis ser jogador de futebol. Ele foi advogado, eu me formei em advocacia. Passei a estar no escritório com ele. Lembro que, em dia de sábado, a gente ia fazer as compras juntos. Terminávamos as compras, a da casa dele e a minha eram feitas juntas. Depois, a gente separava. Eu ia para minha casa e ele para casa dele. Mas, a gente já se encontrava na mesa de bar. Passávamos a tarde, entrava pela noite. Nossos amigos chegavam, iam embora e a gente ficava de “testa”. Só eu e ele.

Às vezes, pensava: eu passo a semana toda com meu pai e, quando chega no final de semana, ainda tem assunto para conversar. No domingo, nós estávamos almoçando juntos. Até antes dele morrer, antes de ser acometido por uma enfermidade, dia de domingo a gente almoçava lá. O prazer dele era reunir os filhos no dia de domingo. Apesar dele fazer tudo e depois sair com os amigos, mas ele tinha aquele prazer de fazer a feira, o almoço do domingo. A comida do domingo ele não comprava no sábado, tinha que comprar no domingo, tudo fresquinho. Ele sabia que eu gostava de pirão, então ele comprava as coisas para fazer o pirão.

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O meu sonho é cumprir tudo o que Deus colocou no meu coração. Se alguém me perguntar um sonho, eu digo: “desfrutar de todos esses sonhos que estão no meu coração”. Esse é o meu maior sonho! Porque são muitos. Na minha comunhão com Deus, Ele deposita visões dentro de mim. O meu sonho é a visão que Deus colocou aqui dentro, coisas grandes. Não são coisas pequenas. Sei que eles são plenamente realizáveis. Essas visões não são só para mim, são para alcançar outras pessoas.

O Senhor tem falado comigo isso: chegou o tempo de não só ter o conhecimento da minha grandeza, mas provar dela!

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Daqui a cinco anos, me vejo andando na velocidade que Deus requer. Quero estar no lugar que Deus quer que eu esteja. Na posição que Ele quer. Porque isso pode soar espiritual, mas tem que ser espiritual mesmo! Deus tem que estar envolvido na minha vida. Eu não quero viver sem Ele, porque eu já vivi sem Ele. Tenho meus sonhos? Tenho! Mas, diz respeito a Ele! O coração bom pode fazer planos, mas a resposta certa vem do Senhor!

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Quero amar a humanidade mais intensamente, como aquela oração de Paulo: “Que o vosso amor aumente mais uns pelos outros, em pleno conhecimento e toda percepção”. Se existe essa oração, precisamos orar para chegar nesse nível de percepção e conhecimento, porque amor já tem. “E conhecer o amor de Cristo que excede todo entendimento” (Efésios 3.19). A medida que agente vai conhecendo, esse amor pela humanidade vai aumentando.

1 COMENTÁRIO

  1. Testemunho emocionante,que Deus continue iluminando esse Divino, ministrando e sempre colocando Deus e a sua família em lugares específicos e estratégicos com muita dedicação, carinho e muito amor, cuidando e respeitando-os.👏👏👏👏👏👏👏

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