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Nasci em São Paulo, tenho 46 anos. Minha história foi vivida os primeiros 40 anos em São Paulo e nos últimos anos estou em Guaratinguetá. Minha infância foi muito difícil, diria até terrível, porque na realidade, a minha mãe nunca namorou com o meu pai. Eles foram a um piquenique e lá aconteceu e, eu nasci. Então, eu digo que sou uma obra do acaso… (risos)

Mas, minha mãe se casou, só que eu sempre achei que o pai dos meus irmãos era o meu pai. Nunca entendi porque meu padrasto me espancava, me batia muito, arrancava meus cabelos, e até os meus sete anos (enquanto ele viveu) ele nunca se preocupou em me alimentar, muito pelo contrário, a questão dele era me fazer sofrer, ele me amarrava para me bater. Ele bebia muito…chegava em casa bêbado, então, ele tinha que me bater todos os dias. E isso revoltava o povo (porque eu cresci em uma favela de São paulo) de Vila Itaim paulista.

O vi espancar a minha mãe; não fui criado no sentido de “família”; de minha mãe me pegar no colo, fui criado de uma forma bem sofrida. Quando eu fiz sete anos de idade, ele começou a ter sérios problemas mentais, ele tomava pinga com diazepan e, um dia resolveu se suicidar e me levou junto com ele para a linha do trem, colocou o pescoço numa linha, os pés na outra e me segurou pela mão no meio da linha do trem, e eu vendo o trem chegar, mas por um milagre eu consegui escapar. Mas, eu o vi ser esquartejado diante de mim.

Essa é a minha história…

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Minha mãe nunca tinha trabalhado, até o dia em que ela arrumou um serviço e deixou a gente em casa com uma mulher. Essa mulher, ao invés de cuidar da gente, nos roubava. Minha mãe não teve outra opção a não ser nos colocar em um orfanato; eu era o mais velho, e aos sete anos de idade eu fui para o orfanato. Foi um dos maiores traumas da minha vida, porque eu achava que com a separação da minha mãe eu ia poder viver melhor. Ficamos em locais separados, a minha irmã foi para um só de meninas e eu e meus irmãos fomos para outro no bairro do Ipiranga. Éramos 5 irmãos. Um faleceu, ficaram 4 e eram todos pequenininhos.

Ir para o orfanato foi muito difícil, lembro da minha mãe chorando e me dizendo: “Ou eu interno vocês, ou vamos morrer todos de fome”. Ela não tinha muita opção e foi difícil a separação dela. Eu não entendi aquilo. Quando você chega ao orfanato a primeira coisa que eles fazem é raspar a sua cabeça e te dar um uniforme, para você não passar piolho para as outras crianças. Eram 360 crianças. Era um regime bem militar. Um colégio de padres e freiras. Cinco e meia da manhã levantávamos, tinha a oração do credo, tomava café, depois escola, até 11:30h e tinha almoço, brincava até as 14 horas, depois escola de novo, cinco e meia tomava banho, jantar e às 18h, repouso. Fiquei seis anos lá. Saí aos 13 anos.

Minha mãe ia nos visitar uma vez por mês, às vezes, ela não podia ir. Quando chegava o dia da visita, a mãe ia para o pátio com seu filho e, se a sua mãe não vier, você fica separado. Aí quando dava 15h que acabava a visita e a minha mãe não vinha, meus irmãos começavam a chorar. Ali sabíamos que ela só ia nos ver daqui a mais um mês. Isso foi muito difícil.

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Fui criado em uma estrutura muito difícil, podia ser revoltado, tinha coisas que eu dizia: “meu Deus, isso não existe”. Até aos sete anos espancado pelo padrasto, depois vai para o orfanato, (e no orfanato, infelizmente os padres molestavam as crianças), mas hoje, quando olho para trás, vejo Deus em cada etapa da minha vida. “Eu nunca te deixarei, jamais te abandonarei!” Hoje, consigo entender isso. Porque no tempo da minha dificuldade quando meu padrasto não me alimentava e nem deixava a minha mãe cuidar de mim, tinha uma senhora chamada D. Pedrina, que era catadora de lixo, ela vinha escondida na cerca trazer comida pra mim. Quem era aquela mulher para mim? Era Deus…

Quando fui para o orfanato tinha uma freira chamada, Irmã Alda. Ela era da enfermaria, o sonho dela era ter tido um filho. E ela disse: “eu vou cuidar de você como um filho” e, não me deixou ser molestado, sempre me protegeu…

Só que quando eu saí do orfanato aos 13 anos não tinha referência de nada. Me deparei com o mundo, aos 16 anos me tornei Dj, trabalhei na noite, não tinha um norte quando saí, minha mãe trabalha até hoje na mesma casa de família, há 40 anos na mesma casa. Quando olho para trás sou tão grato a Deus, porque Ele me fez não depender de ninguém, e isso me fez me indignar com algumas coisas que eu vivia e falei: “isso vai ter que mudar”.

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Me casei aos 18 anos, muito jovem, sem experiência nenhuma; Sandra fazia faculdade, aquela que cresceu na casa da mãe, o primeiro ano foi sofrido, quase nos separamos; o nosso primeiro filho, a médica deu um remédio errado para ele e ele morreu, algo terrível, e pensei: “Meu Deus, acho que fui marcado para sofrer”. Mas, ainda assim, olhando para trás, sou muito grato a Deus, porque vejo algumas pessoas que tem uma condição bem mais favorável que eu tinha e vive de uma forma “confortável”, de achar que as coisas vão acontecer de qualquer jeito. Sou grato a Deus por ter passado por essas coisas e não fiquei esperando, dependente de ninguém. Decidi crer em Deus que as coisas aconteceriam.

Aos 16 anos fui trabalhar na noite, era uma época de danceteria em São Paulo muito forte, música black americana. Trabalhei 8 anos de quinta a domingo fazendo milhares de pessoas dançarem, só que eu tinha que me embriagar para fazer isso. Porque eu era tímido, para subir e tocar eu tinha que beber, para animar o povo… mas essa foi uma experiência interessante para a minha vida. Pois, foi criada uma imagem dentro de mim de multidão, de pessoas, tenho isso muito vivo dentro de mim e creio que aonde você foi atacado e afetado, é aonde Deus vai te usar para o reino dEle.

Tenho procurado ajudar os jovens em Guaratinguetá, de vez em quando, fazemos o trabalho de Dj para o povo, é maravilhoso. Tem sido uma ideia boa, a minha igreja é de muitos jovens, cerca de 70% da igreja são de jovens.

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Conheci Sandra nos bailes, ela gostava muito de dançar e eu de tocar. Na realidade, o namorado dela era o dono da estrutura. Ela era a minha melhor amiga, ela me defendia, porque me achava muito imaturo, (ela tem 4 anos a mais que eu), ela praticamente cuidava de mim, no inicio não tinha nenhum interesse por ela. Afinal, ela era a namorada do chefe, e se tornou uma grande amiga minha. Mas, um tempo depois, eu falava das minhas namoradas para ela e um dia ela disse: “chega, não quero mais ouvir”. E pensei: “Meu Deus, o que foi?” E ela disse: “você não percebe nada?” E falei: “não”. Quando ela falou eu não queria correr o risco de perder a amizade dela, e foi assim que decidimos. E em um ano namoramos, noivamos e casamos. Há 26 anos estamos juntos.

Quando perdemos o nosso primeiro filho o médico falou que a Sandra não poderia ter mais filhos, isso são marcas difíceis. Mas passou.

Temos 3 filhos: Vitória, Matheus e Beatriz.

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A paternidade para mim foi difícil. Porque eu criei uma resistência em relação a isso. Minha mãe, inclusive, nunca mais quis homem nenhum na vida dela. Eu acabei criando barreiras com isso, acabei conhecendo o meu pai biológico, depois de muitos anos, temos um contato, mas a vida dele é me pedir perdão, ele até queria que eu fosse carinhoso com ele, não é que eu não seja carinhoso, mas eu não recebi isso dele.

Hoje, a minha maior dificuldade com os meus filhos é isso, porque acabei trazendo isso para eles, de certa forma, porque não fui criado com amor, carinho, não tive estrutura familiar nenhuma. Eu era muito seco, amava meus filhos, mas do meu jeito. Quando me converti, fui fazer o Rhema e, a matéria Família Cristã marcou a minha vida. Foi o pastor Jandui Araújo que me ensinou.

Agora, eu queria o carinho dos meus filhos comigo. Mas, eu nunca tinha dado. Aí me lembro de uma frase bem clássica: “Não cobre dos seus filhos aquilo que você não gastou seu tempo ensinando e nem dando”. Isso aí foi difícil pra mim. Hoje, temos tudo isso muito bem resolvido. Nos amamos, mas até hoje, as pessoas da igreja tem certa dificuldade comigo e, não é que eu sou seco ainda, mas tem algumas coisas que eu trato muito normal que para eles parece uma frieza, até os assusta as vezes. Mas, tenho aprendido e crescido. Aprendendo a lidar com isso e o povo me ajuda nisso. Me sinto até constrangido com o carinho e respeito que recebo.

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Me converti depois que meu filho morreu, e a Sandra estava no hospital e o médico me chamou e disse que eu precisava registrar e enterrar meu filho. Aí eu estava revoltado, tinha um nó na garganta, mas não chorava. Só pensava: “Não é possível que Deus exista, porque sofri tanto já, caso e faço a minha mulher sofrer, porque ela nunca teve problemas e agora está sofrendo junto comigo”. Fiquei indignado e disse: “Deus, pra mim chega!”.

Lembro que via uns crentes cantando “foi na cruz, foi na cruz…” e eu odiava crente. Eram cicatrizes terríveis na minha vida, mas quando enterrei meu filho resolvi ir à igreja. Peguei o endereço, chovendo, fui a pé, ao chegar lá tinha um evangelista chamado Salomão que pregou e parecia que ele sabia de toda a minha vida. Na hora que ele falou: “você quer entregar a sua vida para Jesus?” Eu falei: quero. Corri para frente. Lembro até hoje do texto que ele falou: Romanos 8nenhuma condenação há para aqueles que estão em Cristo Jesus”. Eu estava me condenando por ver a Sandra sofrer. Mas quando me converti, mergulhei. Foi quando eu conheci Dave Robinson e ele diz: “Quando você não sabe mais o que fazer, ainda resta uma coisa para fazer, entrar no descanso!”

Mergulhei na oração em línguas de 6 a 8 horas por dia e nesse evento em Belo Horizonte-MG, conheci Manoel Dias, Gilson Lima, Herênio Ramiro. Foi meu primeiro contato com eles. Gilson nunca me viu e eu tinha acabado de sofrer um terceiro assalto em São Paulo. Ele meteu a mão no meu peito com tudo (tomei um susto) e ele disse: “Eu vi três reuniões no inferno para acabar com a sua vida” e aí contou a minha infância, minha vida toda, e ali pensei: “não é possível”. Voltei para São Paulo estagnado. E foi quando decidi fazer o Rhema. Alguns se revoltaram contra mim, mas eu tinha decidido e não aguentava mais viver a vida que estava vivendo. Quando estudei “Realidades da Nova Criação” foi maravilhoso para mim. Fui muito afetado pelo Rhema.

Quando fiz o Rhema eu não era do Verbo da Vida. Mesmo depois de fazer ainda não era. Mas a escola marcou a minha vida de forma fantástica.

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Depois de estar bem financeiramente, com uma empresa bem sucedida, com um salário muito bom e podendo dar a minha família o que eu sempre desejei… Lembro que nessa época, o pastor Eliezer tinha ido para Londres e lá ele conheceu a Cléia que é uma mulher de Guaratinguetá. Ele falou que ela devia voltar para o Brasil, pastor Bud também estava lá e disse a mesma coisa e ela voltou, e disse: “vocês me falam para vir e me deixam aqui”, ela falou com o pastor Bud e ele mandou Pr. Eliezer ir lá e ele falou: “vocês conhecem Guaratinguetá?” Mas ninguém quis ir com ele. Eu falei: “pastor, eu conheço, mas não poso ir porque tenho uns compromissos”. Mas, no meio do caminho eu pensei: “rapaz, eu não vou deixá-lo ir sozinho”. E então, fui levá-lo lá e daí começou essa história de Guaratinguetá na minha vida.

O pastor Eliezer falou: “você pode vir aqui a cada 15 dias, em um mês?”.

Por obediência eu fui.

Mas, falei Pastor, eu não tenho um pingo de desejo de pastorear, não sou pastor… meu negócio é outras coisas.

E assim, faz sete anos que estou morando em Guará, larguei a minha empresa, dei a minha casa, e fui começar do zero, de novo, e estamos lá, gratos pelo que têm acontecido lá.

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Eu sou muito ligado aos Estados Unidos. Desde quando eu era Dj por sempre trabalhar com música americana e, Deus falou para mim que Ele marcaria a minha vida com americanos, tanto é que no primeiro culto em Guará quem chega? Um americano. Ele se converteu e até ficou lá um tempo, mas acabou indo embora, e isso me surpreendeu. Hoje, tem um americano lá que foi para casar e não entendia português, mas conseguia me entender. Agora, ele é um dos nossos ministros. Está sendo treinado para depois ir à Nova Iorque.

Meu maior sonho é ver o corpo de Cristo entendendo o seu chamado. Isso é algo que tenho como primazia. Um dia perguntaram para João Batista: “Quem é você?” Ele poderia dizer que era o Cristo, mas ele disse “eu sou o que a Bíblia diz ao meu respeito. Sou a voz do que clama no deserto”. Meu desejo é que o povo entenda a função de cada um deles no corpo. Meu chamado é para o corpo e não apenas para um lugar.

Minhas metas eu alcancei. Ver minha esposa e filhos bem, ver aquela cidade sendo alcançada, Guaratinguetá é a primeira cidade que tem um santo canonizado, Frei Galvão. Do outro lado é Aparecida, a 7 km, e mais 15 km Canção Nova. Então, eu estou no centro da religiosidade. E por isso, as igrejas têm dificuldade de crescimento. Mas, graças a Deus, a nossa igreja só cresce. Claro, que é debaixo de pressão, muitas vezes, mas estamos crescendo.

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Já fui ameaçado de morte na igreja e na porta de casa, é sério… Mas, estamos tranquilos. Alguns que me ameaçaram, estão presos ou morreram. Aprendi a lidar com isso, não tenho problema.

Um dia eu orei: “Deus eu nunca desejei vir para cá, foi você quem me trouxe então, cuida de mim”.

Estou em paz, creio que aquela região precisa de um avivamento. É desafiador. No entanto, o que tem para ser feito é muito grande. Meu alvo, sonho, é fazer um evento de jovens em um estádio de lá. Para 20, 30 mil pessoas, toda semana vamos com os jovens orar no estádio.

Meu alvo é fazer algo que mexa com as pessoas, o reino das trevas precisa saber quem somos ali.

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Minhas principais referências ministeriais são: Gilson Lima, Herênio Ramiro, Sâmia Rocha e Manoel Dias. Esses foram imprescindíveis no meu início.

Pastor Caldas que me conduziu ao Senhor, meu primeiro pastor, que me acolheu, recebeu, que me deu uma casa para morar, que acreditou em mim quando ninguém acreditava.

Herênio me disse na primeira vez que me viu algo que nunca esqueci: “tenho algo para te dizer”. Eu falei: “diga”. Mas, ele falou: “você ainda não está pronto para ouvir”. Pensei: “para quê falar essas coisas…” (eu estava querendo ouvir Deus)

Depois de alguns anos, eu em uma conferência com ele na Bahia ele disse: “Você está pronto para ouvir agora”. Eu falei: “o quê?” Eu nem lembrava mais e, ele falou algo a respeito do meu chamado. O ministério apostólico e, eu entendia errado, porque pensava que o apóstolo era o maioral, mas o trabalho é estar na igreja que começa, isso é o meu trabalho. Quando está tudo pronto, vai perdendo a graça tenho que sair.

Dave Robinson que me ajudou muito no início e lógico, o pastor Bud Wright e Guto que são as referências do ministério apostólico para mim. Teria muitos nomes para dizer, mas Eliezer Rodrigues também está aqui, esse homem que me corrigiu, as marcas do meu caráter, meu Deus do céu… ele e Georgia tem uma importância muito grande na minha vida. Eles acreditaram em mim e me enviaram para aquela região, estou ligado no coração e no espirito, são base de sustentação, quando preciso de um conselho corro lá, tomo um café e vou ouvi-los. São meus pais.

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No último culto que preguei recentemente para casais eu falei que Sandra é uma mulher virtuosa, e acho que depois de tanto sofrimento, Deus me coroou com uma mulher virtuosa. Uma mulher que acreditasse em mim, porque na realidade, quando eu casei com ela, eu bebia muito. Eu saia na quinta e voltava no domingo. Eu queria me separar e queria um motivo, mas nunca encontrei. E quando eu tomei coragem de separar ela disse que estava grávida, e aí não me separei.

Sandra é a joia mais preciosa que Deus me deu, a mãe dos meus filhos, a inspiração das minhas pregações, é meu ponto de equilíbrio, porque sou muito duro às vezes, ela me ajuda, eu choro, me arrependo e ela é a pessoa fundamental no meu ministério. A minha vida de grosseria com meus filhos antes não era porque eu não os amava, mas ela me ajudou, ela é o elo de ligação meu com meus filhos.

A minha filha Vitória vai casar, meu Deus… eu não dou mole para o noivo dela. Sempre disse que para casar com a minha filha vai ter que orar muito, se consagrar muito, mais que eu, eu coloquei uma dificuldade muito grande, mas a Sandra me ajuda nisso, ela não desistiu de mim, especialmente nos tempos difíceis.

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Sou muito sério com as coisas, mas também sou muito divertido. O que diz respeito a palavra e a visão eu não negocio com ninguém, nem com a Sandra. Vou te dar um exemplo: eu nunca tive contato de perto com o pastor Bud, Gilson foi quem me fez ter esse contato com ele na casa dele. Quando ele ia me dar aula na Escola de Ministros estava cheio de expectativas e Gilson falou: “se você quiser receber dele e pegar essa visão, você precisa receber dele”. Não tive tanto o privilégio do contato com ele, mas quando o pastor foi dar aula para mim eu falei: “vai ser nessa matéria”. Quando ele entrou, parecia um leão velho entrando com aquela juba, a imagem que tinha dele era aquele leão sentado, mas quando via alguma coisa, só dava um rugido e todo mundo corria para o lugar e essa imagem era dele colocando ordem na selva. Eu chorei a aula inteira. Quando ele terminou, me chamou para orar por mim.

Ele orou por mim e liberou algo na minha vida. E eu peguei aquilo para a minha vida. Quando ele morreu eu corri para Campina Grande, porque eu sabia que o manto apostólico ia cair sobre esse lugar e falei eu vou receber, eu peguei isso dele muito forte, carrego isso com muita seriedade na minha vida. Pr. Bud partiu para o céu, mas o manto apostólico ficou e eu sei que eu fui um dos que pegaram isso.

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Eu tenho dificuldade de ministros que carregam uma visão tão poderosa e não zelam por isso. Essa visão mudou a minha vida, tem afetado o vale da paraíba, sou um defensor dessa visão.

Eu sofri muito na vida, não tinha perspectiva alguma, essa visão mudou a minha vida. A minha alma e os meus sentidos estavam trabalhados para o sofrimento. Eu estava fadado a ser revoltado por causa da infância, do meu padrasto, e em ter uma vida miserável com a minha família.

Para alguns, sou radical, acho que sou mesmo. Seguro essa palavra com muita firmeza, tenho zelo e não brinco com isso.

Tenho dificuldades com datas. Dia das mães, dos pais… porque não tive isso. Mas, estou mudando. Eu vou melhorar nisso. Sou animado, sou da fé, corro, grito, pulo. Odeio pecado, não suporto.

O segredo do sucesso em Guaratinguetá são pessoas que Deus colocou ao meu redor que são melhores do que eu, não teria a capacidade de fazer o que tem sido feito lá.

10 COMENTÁRIOS

  1. Glooooria a Deus pela sua vida pastor, você e sua família são um exemplo, é uma honra fazer parte dessa visão , avancemos para o alvo! !!

  2. Simples assim:
    Muitos tem a visão, poucos cumprem a ordem!
    Muitos dão o comando, poucos dirigem a missão!
    Muitos falam de Deus… poucos falam em Nome Dele!

    E o meu Pastor… em todos os casos… é o segundo exemplo!:
    -Homem obediente a visão, que pega junto na missão e fala com autoridade em Nome de Deus!

    Era exatamente disso que Jesus estava falando quando ele disse… “poucos são os CEIFEIROS!”
    Com certeza, entre os “poucos” está esse notável homem de Deus!

  3. Testemunho edificante ! Pastor José Roberto homem de Deus que prega e ensina sobre fé com uma unção sobrenatural !,

  4. De todos os minerais extraidos na terra
    Descobri um que para se obter a sua liga e se tornar um tipo esprcial de aço.
    Ele é extraido grãos escuros da areia
    Misturado a outro minerio depois ele é levado ao auto forno em uma temperatura aproximadamente de 7 mil graus.
    Depois ele sofre uma compactação de mais de 700 toneldas
    E finalmente ele é fariado em laminas bem finas
    Para ser usado em avioes especiais como o black bird
    Esse metal chama se TITANTIO
    Assim é o senhor meu pastor
    Um ser especial forjado por Deus para voar alto nesse mundo que Ele criou
    Obrigado por fazer parte de minha familia

  5. Uma honra e um prazer poder servir ao Senhor no ministério ao lado do Pr José Roberto, tê-lo com meu líder e referência é algo nobre!

  6. Meu Pr é um sucesso…
    Homem de oração, uma inspiração para todos nós, sempre inspirado, guiado, um apóstolo do amor…
    Cada culto é uma conferência…
    Esse é do FIRE!!!

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