Tenho 55 anos. Nasci em Fortaleza. Meu sangue é nordestino (risos). Meus pais saíram de Fortaleza quando eu tinha apenas 9 anos de idade. Meu pai foi um homem muito rico e devido a um estilo de vida sem Deus, perdeu tudo. Entrou em falência financeira e minha mãe decidiu ir embora para São Paulo para que a família não passasse necessidade. Somos cinco filhos, e mamãe ainda levou um casal que ela amava muito junto com um bebezinho e lá fomos nós de kombi com as “tralhas” todas até São Paulo.

Uma viagem de quase cinco dias. Eu lembro disso até hoje… Chegando lá, fomos morar na casa de uma tia e ficamos lá até que a minha mãe conseguisse arrumar um apartamento, isso levou uns três meses. Nós chegamos a dormir debaixo de uma mesa da sala que a minha tia possuía em sua casa, porque não tinha como arrastá-la para colocar os colchões no chão.

Três meses depois, a minha mãe alugou um apartamento e através de seu trabalho em uma máquina de costura ela começou a se reerguer, colocou os cinco filhos na escola, tínhamos pouco dinheiro, mas nada nos faltou.

Meu pai não lidou muito bem com as perdas e a única coisa que ele conseguiu depois disso, foi ser um motorista de uma empresa e lá trabalhou 35 anos. Minha mãe chegou a montar uma empresa com 30 funcionários, mas aos 60 anos ela teve um aneurisma cerebral e a vida dela profissional se encerrou ali. Vim conhecer a minha Terra muitos anos depois, já casada com o Francisco.

Tive um primeiro casamento, mas me separei. Segui a minha vida com meus filhos. Tenho três filhos do primeiro casamento. Fiquei casada por 15 anos. Houve a separação, eu não conhecia Jesus nessa época, mas depois de um ano, conheci Francisco e em três meses estávamos morando juntos e um mês depois nos casamos. Após casar, ele me levou para conhecer Fortaleza. Eu já tinha 35 anos quando isso aconteceu. Quando cheguei em Fortaleza, disse para ele: “Não volto mais para São Paulo. Eu não quero mais voltar para aquela terra, essa é a minha terra… Foi uma emoção muito grande quando me vi no lugar que eu só ouvia falar na minha infância e adolescência toda, aquilo mexeu muito comigo, fiquei apaixonada pela terra.”

Fran disse assim: “mas, Deus não me mandou ficar aqui, eu só te trouxe para passear”. Claro que voltamos para São Paulo. Desde esse tempo eu comecei a ir a Fortaleza periodicamente. 

No entanto, a minha mãe nunca mais tinha voltado a Fortaleza, ela foi para lá somente no seu aniversário de 80 anos, fomos todos os irmãos levá-la para um passeio naquela Terra abençoada. Hoje, ela está com 82 anos. Mas desde os 60 anos tem uma vida limitada e meus pais ainda moram em São Paulo até hoje…

Sou super mãe! Por 15 anos, fiquei sem trabalhar no secular, cuidava apenas dos meus filhos. Fui aquela mãe motorista, cozinheira, a faz tudo, e apesar de ter uma pessoa para cuidar deles, eu fazia questão de cozinhar para eles. Eu estudava com eles, enfim, deixei a minha vida profissional por muito tempo para poder cuidar deles e não me arrependo disso. Falar dos meus filhos é o máximo!

Marcelo, meu filho mais velho é uma figura, ele foi o meu maior desafio para o Senhor, eu não sei se ele teve um pouco de ciúme, porque quando nós nos convertemos, eu me entreguei ao Senhor completamente. Eu vivia mesmo para o trabalho, para eles e para a igreja. Acho que ele sentiu isso muito, porque ele tinha uma mãe muito dedicada a eles e quando eu conheci o Senhor ele já estava com 15 anos e começou a de certa forma, “disputar” com Deus e ele dizia: “Eu não quero esse seu Jesus, não quero ir para a igreja”. Mas, hoje ele ama o Senhor e o serve junto com a esposa e filho na igreja dos sogros, foi lá que se converteu, nós ainda não pastoreávamos.

O meu filho Márcio já é uma “Teresa” (risos) muito parecido comigo… ele acorda rindo, faz graça por tudo, para ele não tem tempo ruim, tudo é passageiro. É um grande profissional.

O terceiro, Tiago, é uma mistura dos dois. Mas ele veio depois de seis anos que já tinha Marcelo e Marcio e foi muito desafiador, porque na minha cabeça não tinha planos de um terceiro filho. Mas ele chegou, e junto com ele, minha vida mudou. Ele veio com um grande propósito, e alegrou nossa vida. Tiago é hoje o mais dedicado às coisas de Deus. Está com a gente na igreja, e as pessoas o chamam de pastorzinho. Meus filhos são maravilhosos! Só tenho que agradecer a Deus.

Acho que fui uma mãe muito rígida, na minha casa não tinha isso “porque são homens podem fazer o que quer”… Na minha casa tinha horário para entrar e sair.

Hoje, todos são casados, tem seus filhos e esposas. Já tenho dois netos de 8 anos, Luigi e Matheus e a diferença de idade de um para o outro são somente três meses, eles são preciosos demais para mim. Agora está chegando a terceira, que é a Laura, filha do Tiago e Erika. Dizem que Laura chegou para eu “estragar” muito. (risos)

O amor de avó não se explica… Não existe palavras para descrever o amor de uma avó. É um sentimento, uma emoção diferente. É uma mistura de ser mãe, irmã, amiga, você trás tudo isso no pacote de avó.

Francisco, meu marido, ele é tanta coisa para mim…

No início, quando nós nos encontramos, a nossa história foi muito engraçada. Ele diz que eu paquerei ele, mas não foi verdade (risos). Tudo começou no trânsito. Eu não o conhecia ele estava parado no carro ao lado do meu e brinquei com ele, mas era para fazê-lo namorar uma amiga minha, porque ela já estava há alguns anos sem namorar e nós estávamos indo trabalhar às 7h da manhã e essa minha amiga estava lá no meu ouvido reclamando da vida. Imagina isso em seus ouvidos… ela dizia: “porque tem muito tempo que eu não namoro” “porque ninguém me quer”, e eu olhei para o lado e estava Francisco lendo o jornal Folha de São Paulo. E eu pensei: “vou dar um jeito nessa situação dessa menina”. E buzinei para ele.

Nessa época eu estava trabalhando na Folha de São Paulo e falei para ele:

“Você quer assinar a Folha de São Paulo?”

Ele mostrou o jornal e disse: “Não, eu já sou assinante da Folha de São Paulo” (risos)

De fato, ele viu que era brincadeira, mas ele quis levar a sério, me pediu para parar o carro e conversar e pensei: “é a oportunidade que ele tem para conversar com ela”.

Só que Francisco me aprontou uma (risos). Paramos em um posto de gasolina e quando ele se aproximou eu disse para ele:

“Na verdade eu te chamei porque eu queria que você conhecesse a minha amiga”.

Ele respondeu: “Mas, eu não parei por causa da sua amiga, parei por sua causa e é você que eu quero conhecer”

Eu não sabia onde enfiar a minha cara (risos) pensei: “pronto, agora a menina vai ficar pior do que já estava”, ela acabou de ser rejeitada ao vivo e a cores. Eu resolvi mudar de assunto, fazer algo engraçado para disfarçar e perguntei: “O que você está fazendo essa hora na rua?”

Ele respondeu: “Estou indo trabalhar”

Falei: “O que você faz?”

Ele disse: “Eu sou superintendente da Credicard”

Naquela época, (21 anos atrás) a credicard tinha um dos maiores departamentos de telemarketing que existia e a que pagava melhor no mercado.

Na hora que ele me disse isso, eu pensei: “eita, é ele que vai me arrumar um bom emprego”.

Então, trocamos de telefone. Mas a intenção de trocar telefone com ele era só profissional. Não estava pensando em relacionamentos, eu tinha acabado de me separar. Na minha cabeça só existia uma coisa: eu queria viver para os meus filhos. Essa era a minha decisão até aquele momento.

Ai nós trocamos “bip”, (na época era mais comum que telefone), (risos) não tínhamos celular. No outro dia, às 7 da manhã, Francisco me passa uma mensagem: “Assim como esse sol brilha, assim você brilha. Não paro de pensar em você…” Na hora que ele passou aquela mensagem eu achei muito engraçado, mas não dei muita atenção. Não dei resposta. Quando foi no final daquele dia, ele ligou no meu trabalho, havia descoberto o telefone da empresa, e me disse: “Olha já que você está querendo um emprego eu preciso saber que área, qual é a sua capacitação e eu preciso lhe encontrar para poder avaliar tudo isso” Confesso que eu achava que a intenção dele era essa, ele não tinha cara de “conquistador”.

E ele foi me encontrar, e sabe o que fiz? Levei minhas duas amigas juntas (risos) e ele ficou super decepcionado comigo naquele primeiro encontro. Depois disso nos encontramos mais duas vezes, da mesma forma, eu levando as amigas junto comigo.

Aquilo foi chamando a atenção dele, até que um dia nós saímos sozinhos. Mas eu só sai sozinha com ele, porque nós fomos para um lugar seguro, comprar ingressos para o show da Xuxa, para eu levar meus filhos. (risos) Ele ficou três horas na fila comigo, aguardando a compra do ingresso. Isso aconteceu em dezembro de 1996. Eu fui viajar de férias e ele também viajou de férias sozinho.

Foi ai que eu descobri que estava sentindo algo por ele. Até então, nós éramos dois grandes amigos. Era amizade que existia entre nós. Éramos muito verdadeiros um com o outro. Compartilhávamos as alegrias, tristezas, era uma coisa muito bonita entre nós. Mas nessa viagem, eu descobri que ele era mais que um amigo, senti falta de estar com ele, de conversar com ele. Quando voltamos de viagem nos encontramos e foi quando decidimos ficar juntos realmente. Essa história já tem 20 anos e é como se fosse o ano passado.

É muito engraçado, porque eu e o Fran não nos casamos com aquele sentimento: “Meu Deus, sem você eu não vivo…” O nosso amor era algo tão maduro e com o tempo foi amadurecendo mais ainda. A nossa vida foi construída em cima disso e continua assim até hoje.

Francisco é um homem que me passa muita segurança. Não apenas financeira, mas emocional, ele me trouxe um equilíbrio que eu precisava, porque apesar de ser mãe, ser uma mulher que sabia o que queria da vida, esse jeito de Francisco ser sério e equilibrado me ajudou muito.

Nós somos a água e o vinho completamente. Mas isso é que é interessante no nosso casamento, porque dizem que a água e o vinho não se misturam, e é verdade, o vinho domina quando encontra a água. Mistura é algo diferente, não dominamos um ao outro.

O interessante é que nós conseguimos ser assim: ele ser ele, e eu ser eu mesma. Nos misturamos quando temos que decidir coisas, ai há a mistura, não domínio.

Como indivíduos somos diferentes, quando temos que ser um casal, nós nos tornamos iguais. Isso tem feito a nossa vida tão feliz, estruturada. Nós não somos felizes porque um faz o outro feliz, nós somos felizes porque já éramos felizes antes de nos conhecermos.

Uma coisa que sempre digo para as mulheres. Não existe homem perfeito. Como você não é perfeita. Eu tinha falhas no outro casamento, só que aprendi a não cometer os mesmos erros. Aprendi com os erros do passado. E isso tem mudado todo o nosso presente e o nosso futuro no casamento. Eu acho que o maior problema de quem casa duas, três vezes é porque as falhas do passado estão sendo trazidas para o relacionamento do presente e não há futuro com o presente errado.

Eu tenho um grande sonho na minha vida. Mas é algo muito espiritual.

Hoje eu não tenho sonhos naturais. Eu já tive casas lindas, maravilhosas com piscina. Já tive carros maravilhosos. Fiz viagens fantásticas, tudo o que o dinheiro podia me dar eu já realizei…

Meu maior sonho é realmente ser usada com muito poder e glória para o Senhor. Tenho o grande sonho de um dia orar e um morto ressuscitar. E isso, o dinheiro não pode comprar. E só eu mesma, Teresa, posso chegar nesse lugar e só Deus pode fazer isso. Porque se eu não me dedicar, se eu não tiver comunhão com o Senhor, se eu não orar, se eu não tiver a intimidade necessária com Deus, nada acontecerá.

Jesus só praticou a ressurreição nos mortos, porque Ele tinha muita intimidade com Deus. E para chegar nesse ponto, você tem que ir para um lugar onde a sua vida perde todo o interesse e eu ainda estou chegando nesse lugar… o meu alvo é esse lugar.

Já deixei tantas coisas, deixei dinheiro, riquezas, para servir ao Senhor. Mas em algum momento a minha vida ainda é preciosa. Eu sei que existe um lugar onde a nossa vida deixa de ser preciosa. Eu estou caminhando para esse lugar…

Existem muitos livros que me chamam a atenção, mas nada supera a Bíblia. Chego a ficar 5, 6 horas lendo a Bíblia e não percebo que passou esse tempo. Às vezes, a noite, geralmente, o Fran pergunta já de madrugada: quando você vai vir dormir? E isso já são tipo 2 da manhã e comecei a ler a Bíblia às 22 horas, mas eu não percebi. As minhas experiências com a Palavra são muito profundas. Tenho visões, muitas vezes as palavras somem diante de mim. Eu vejo pessoas para transmitir mensagens, para orar por elas, vejo a realidade do mundo espiritual, e isso faz com que eu queira ficar mais ali, é maravilhoso demais. É sair do natural para o sobrenatural e você não quer voltar. Mas como diz meu marido: “você ainda está aqui na Terra, volte!”

Eu sou aquela pessoa que se cobra muito. Chego ao ponto de não me dar o direito de ter fragilidades e isso, eu acho, que é a minha maior fraqueza… Não me dar o direito de ser frágil. Mas acredito que isso é consequência da história da minha vida, porque eu olhava para a minha mãe e vivi com ela tudo que se passou. Vi uma mulher que precisou usar não apenas a força que tinha, mas uma força que ela não imaginava que tinha, por causa dos filhos, da família. Acho que isso me marcou muito. Isso é um dos maiores motivos que certamente me fazem ser assim.

Tem o segundo ponto. Hoje temos uma igreja para cuidar e vejo algumas mulheres muito parecidas comigo, são frágeis, mas aparentam fortes. Gosto que olhem para mim e vejam força, para as fortalecer nas suas fragilidades, que são diferentes das minhas. Eu não vejo isso como algo ruim, pelo contrário, tenho isso como algo positivo, porque quando a tristeza quer chegar, é o que está dentro que se levanta. Quando penso em parar são as minhas convicções dentro de mim que não posso ser fraca, frágil que me fazem caminhar. Eu só preciso administrar com equilíbrio, não sou uma mulher-maravilha (risos).

O que sei de fato é que Deus é tudo para mim… EU não me vejo mais sem Ele, não vejo mais Teresa sem Ele. Por mais que o meu marido me ame, meus filhos me amem, por mais que eu ame todos eles, mas Deus está acima de tudo.

Ele é a razão de eu levantar todos os dias. É viver para Ele que me ergue, é ser Ele, é demonstrar Ele, eu me emociono ao falar, porque é difícil falar de quem você ama e de quem ama tanto você… Esse amor que Deus tem por mim nada supera.

Às vezes, eu brinco com o Fran: “você me ama muito? Me ama ao ponto do que Deus me ama?” Claro que não, isso nunca acontecerá para ninguém.

Deus, mesmo quando eu erro, continua me amando, mesmo quando eu estou chateada com Ele continua me amando (porque eu fico chateada com Ele algumas vezes). Eu sou com Deus, as vezes, como meus filhos são comigo, e, por vezes, meus filhos ficam chateados comigo (risos). Eles esperam algo de mim e eu acabo não fazendo e ficam chateados, mas logo passa.

Meu relacionamento com Deus é de filha. Porque antes de ser serva, eu sou filha. Acho que isso faz toda a diferença.

Eu sou uma mulher alegre, doadora, misericordiosa, generosa, mas uma mulher brava. Quando vejo alguém que conscientemente está errando, porque existe o erro inconsciente, o erro por acidente, mas existem erros conscientes e é nessa hora que a Teresa é brava. É muito engraçado, as pessoas que convivem comigo conhecem essa Teresa, porque eu não escondo de ninguém essa Teresa. As pessoas me amam sabendo quem eu sou. Eu não tenho e nem uso máscaras com as pessoas. Então, as pessoas conhecem a Teresa boazinha, generosa, amorosa, misericordiosa, mas as pessoas também conhecem a Teresa brava.

Eu sou uma ótima dona de casa, isso é uma qualidade. Mas um defeito é que eu detesto cozinhar. (risos) Amo limpar, organizar e decorar a casa, agora, não me pede para ir pra cozinhar, ia antes por causa dos filhos. Eu prefiro confiar em alguém que saiba fazer melhor do que eu. Acho que esse é um defeito meu bem feio, principalmente para o meu marido, mas Deus é tão bom pra mim que Francisco, se der pedra para ele comer com um temperinho, ele come (risos), ele é muito fácil de agradar.

Acho que o que me causa mais indignação hoje é ver um homem ou mulher de Deus fazendo coisas que não agradam a Deus. Outra coisa que me indigna é ver as pessoas que conhecem a palavra de Deus vivendo fora do amor.

As pessoas querem a perfeição de todo mundo, mas esquecem que não são perfeitas. Sabem cobrar, mas não sabem ser, isso me deixa brava também.

Meu marido me diz: “Você não pode ficar esperando as pessoas serem como você é, ama a tudo e a todos”. Ele sempre me diz isso, porque estou sempre esperando que as pessoas amem incondicionalmente, sejam o que elas já conhecem que tem que ser a imagem e semelhança de Deus.

Hoje eu me policio para ser o que a palavra me diz para ser. Mesmo que em alguns momentos isso me traga dores, sofrimentos e perdas. Alguns exigem dos outros, mas não vivem o que estão exigindo.

Eu tenho algumas mulheres como referenciais em minha vida. A minha mãe Edite é um delas. Por toda sua história de vida. Ela me ensinou a ser forte e valente.

Mama Jan é um grande referencial para mim também. Porque ela é muito verdadeira, ela é como a minha mãe natural, sempre muito verdadeira. Às vezes, mama Jan é como uma criança sincera, não tem maldade em suas palavras e ações. Sylvia Lima também é um exemplo de força. Mama Jan me ensina todos os dias como ser uma mulher de Deus. Olho para ela e penso: “Se ela consegue, eu também consigo! Se ela passou e venceu, eu também passo e venço”. Mama Jan é a minha conselheira e o que ela diz para a minha vida, tudo o que ela libera sobre a minha vida, imediatamente vejo manifesto. Meu encontro com ela foi algo sobrenatural, eu estava fazendo o Rhema em Pinheiros. Isso aconteceu há quase 11 anos atrás, ela me pôs no colo e me embalou e isso foi o nosso primeiro contato. Ela me sentou em seu no colo como um bebê. O Espirito Santo me disse: “Ela é sua mãe”. E realmente ela é sim, a minha mamãe.

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