Pensando corretamente

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Dentre tantas coisas que o Ap. Bud Wright deixou para nós como legado, uma delas é o pensar certo. E procuro praticar isso constantemente em minha vida. Quem esteve perto dele sabia que ele não podia ouvir uma palavra de incredulidade que imediatamente esse seria corrigido não importa o lugar onde fosse.

O poder de nossa mente é algo tremendo. A Bíblia sempre nos alerta para termos cuidado com o que pensamos e com o que permitimos que chega ao nosso coração. Se você meditar em coisas boas ou ruins elas serão depositadas em seu coração. E, de repente você estará falando sobre essas coisas, porque a boca fala do que está cheio o coração.

Não gaste tempo pensando em coisas ruins, erradas, mas devemos pensar nas coisas boas, pensar na Palavra, porque isso irá nos vacinar contra as adversidades que porventura cheguem até nós. Pense em linha respaldado pela palavra porque isso ele vai cumprir.

Pensamentos como: “eu não posso”, “eu não tenho”, “eu não sou” te deixarão fadado ao fracasso realmente. Mas lembre-se o que a Bíblia diz sobre você, declarando e pensando a cerda do que ela diz. Porque verdadeiramente você é o que Deus diz sobre você, mas se você não considerar o que Deus diz, mas considerar o que você pensa, serás o que pensas.

Enquanto pensava sobre o tema do post de hoje, lembrei de uma crônica que fala sobre o poder da mente, escrita por um pesquisador da mente humana e quero destacá-la abaixo:

“Mente que executa

A mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado, seja através de palavras, pensamentos ou atos, seus ou de terceiros, sejam positivos ou negativos, basta que você aceite-os. Essa ação sempre acontecerá, independente se traga ou não resultados positivos para você.

Um cientista queria provar essa teorias precisava de um voluntário que chegasse às últimas conseqüências. Após várias tentativas conseguiu um voluntário em uma penitenciaria.

Era um condenado à morte que seria executado na cadeira elétrica e propôs a ele o seguinte: Participaria de uma experiência científica, na qual seria feito um pequeno corte em seu pulso, o suficiente para gotejar seu sangue até a gota final.

Ele teria uma chance de sobreviver, caso o sangue coagulasse.

Se isso acontecesse, seria libertado; caso contrário, faleceria pela perda do sangue. Porém, teria uma morte sem sofrimento e sem dor.

O condenado aceitou, pois era preferível morrer desse jeito à morrer na cadeira elétrica e ainda teria uma chance de sobreviver.

O condenado foi colocado em uma cama alta, dessas de hospital e amarram seu corpo para que não se movesse. Vendaram seus olhos e fizeram um pequeno corte em seu pulso. Abaixo do pulso, foi colocada uma pequena vasilha de alumínio.

Foi dito ao condenado que ouviria o gotejar do sangue na vasilha.

O corte foi superficial e não atingiu nenhuma artéria ou veia, mas foi o suficiente para sentisse que seu pulso fora cortado. Sem que ele soubesse, debaixo da cama, tinha um frasco de soro com uma pequena válvula. Ao cortarem o pulso, abriram a válvula do frasco para que acreditasse que era o sangue dele que estava caindo na vasilha de alumínio.

Na verdade, era o soro do frasco que gotejava!

De dez em dez minutos, o cientista, sem que o condenado visse, fechava um pouco a válvula do frasco e o gotejamento diminuía.

O condenado acreditava que era seu sangue que diminuía. Com o passar do tempo, foi perdendo a cor e ficando mais pálido.

Quando o cientista fechou por completo a válvula, o condenado teve uma parada cardíaca e faleceu, sem ter perdido sequer uma gota de sangue!

O cientista conseguiu provar que a mente humana cumpre, exatamente, tudo que é enviado e aceito pelo seu hospedeiro, seja positivo ou negativo e que sua ação envolve todo o organismo, quer seja na parte orgânica ou psíquica.

Essa história é um pouco triste, mas é um alerta para filtramos o que enviamos para nossa mente, pois ela não distingue o real da fantasia, o certo do errado; simplesmente grava e cumpre o que é enviado.

Quem pensa em fracassar,  já fracassou antes mesmo de tentar.​”

Guarda a tua mente. Tem cuidado do que tem chegando em sua mente e do que ela tem se alimentado. Tenha zelo com o que escuta no meio que vive. A fonte chamada coração deixa claro o que pensamos quando falamos.

Em breve falaremos mais sobre isso.

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