Somos idólatras?

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por: João Roberto

“Porque a rebelião é como o pecado de feitiçaria, e a obstinação (teimosia) é como a iniquidade e a idolatria. Porquanto, tu rejeitaste a Palavra do Senhor, Ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei” (I Samuel 15.23)

É impossível levar a nossa aliança com Deus a sério, se nos privarmos das nossas responsabilidades. Lemos que a obstinação ou teimosia é como a idolatria. Quem é o nosso ídolo nesse caso? O próprio homem e os seus interesses carnais. Quando não nos sujeitamos, não nos dobramos a verdade, estamos nos idolatrando. Paulo falou de pessoas que “o deus delas é o ventre” 

Em Lucas 19, vemos o arrependimento de Zaqueu. Mesmo que, antes, ele fosse obstinado pela ganância, demonstrou interesse em mudar quando Jesus lançou a oportunidade: “Senhor, eis que eu dou aos pobres metade dos meus bens; e, se nalguma coisa tenho defraudado alguém, o restituo quadruplicado” (Lucas 19.8).

Cristo tem essa característica de dar oportunidade e Zaqueu a aproveitou, mudando de atitude. Ele não foi teimoso.

O direito de aliança exige uma adequação nossa para obedecermos aos mandamentos. Exige o abolir práticas que Deus reprova. Quando queremos estar ligados a Deus, mas não aceitamos os Seus mandamentos, estamos servindo com teimosia, que é o mesmo que sermos idólatras. Não podemos servir a Deus do jeito que nós queremos. Deve ser como Ele quer!

Não é justo, depois de tamanha salvação, misturarmos Deus com o pecado. Sirvamos a Deus com integridade, não trazendo idolatria para o Corpo de Cristo. Deixemo-nos levar pelo que é perfeito, vivendo em santificação e aperfeiçoamento, abraçando o que é sagrado e puro…

Essa deve ser a disposição do nosso coração. Estejamos animados e flexíveis para as mudanças que o Senhor nos sinalizar.

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