Vivendo o amor na prática

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“Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte negligente, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito.”
   (Tiago 1.25)

O texto acima nos ensina que pessoas bem aventuradas ouvem a Palavra e a praticam. É certo que todo aquele que deseja ser abençoado se envolve numa igreja, procura vir aos cultos, mas existem alguns requisitos para que estejamos debaixo da benção do Senhor, além de congregar.

O primeiro deles é a atitude de considerar atentamente. Respostas prontas são delicadas, já que é possível falar a mesma coisa várias vezes com disposição do coração diferente. Portanto, seja diligente, considere, por exemplo, a leitura da Palavra.

Você ainda se empolga ao ouvir uma ministração ou falar sobre um versículo com um amigo?

Os cultos onde há mover do Espírito são populares. Entretanto, o mesmo nunca deve ocupar o lugar da Palavra. Os corações são como a terra, a semente é a Palavra, já o mover é a chuva. Sem semente, a chuva vira lamaceiro. Um grito no Espírito sem a Palavra no coração é apenas um grito. Não haverá mudança permanente.

O processo de ser abençoado não é instantâneo. Jesus jamais pregou que seu toque traria transformação às pessoas, mas que aquele que O ouvisse e praticasse suas palavras seria próspero.

O nível de conhecimento que possuímos é suficiente. O que está faltando, então? A prática. Precisamos estimular o amor se desejamos ver a manifestação de milagres e maravilhas no nosso meio.

Ao contrário do que se ouve, o amor é uma decisão e quando estimulado, o sentimento aparece. Escolha dar o maior pedaço da pizza ao outro, sofra o dano, prefira em honra o seu próximo e você viverá encharcado de amor.

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