Gênero neutro?

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por Klycia Gaudard

Existe uma urgência em instruirmos as crianças da nossa família para que sejam blindados contra os ensinamentos da escola e do mundo, os quais querem doutrinar nossos filhos dizendo que não existe menino ou menina e que eles mesmos, um dia, farão a escolha do que querem ser.

Falamos sobre o assunto de gênero neutro nos últimas textos, um tema que tem sido discutido pelos políticos e educadores. Muitos apresentam um discurso que para formarmos cidadãos igualitários, não violentos e livres de preconceito, temos que anular a questão do gênero, ou seja, cada um é o que quer ser quando crescer, independente se nasceu homem ou mulher.

Eles também insistem que os adultos se tornam homens ou mulheres porque foram ensinados e não porque querem ser. Rebatendo essas teorias, existem diversos estudos que falam inclusive sobre a diferença da anatomia do cérebro, ou seja, algo anterior à educação.

Isso é futuro. Mas, e o presente? Nossos jovens têm sido bombardeados com questões relacionadas ao gênero neutro. É comum ouvirem argumentos do tipo: “como você sabe que gosta de homem, se não experimenta uma mulher?”… ou ainda: “beijar alguém do mesmo sexo não lhe faz homossexual”.

Já tem muito tempo que os jovens têm sido ensinados sobre as possibilidades e vantagens de fazerem suas próprias escolhas na área da sexualidade. Muito antes dos nossos governantes trazerem este assunto e tentarem criar leis que obrigassem as escolas a ensinar sobre o gênero neutro. As novelas, filmes, revistas, sites e até mesmo jogos e desenhos animados estimulam a sexualidade antes do tempo. As rodas de conversa sempre falam sobre o tema e, muitas vezes, em um tom de desafio.

Existe, no jovem, uma necessidade de ser aceito, não ser rejeitado pelo grupo,  agradar quem é importante através de atitudes e palavras de concordância. Esse comportamento impulsiona aqueles que não estejam fundamentados na Palavra, para que sejam envolvidos em situações que marcarão sua vida, a visão de si mesmo e do mundo e trarão muitos questionamentos.

Precisamos ter cuidado com nossas crianças, mas não devemos esquecer que os jovens já vivem as distorções sobre sexualidade. O princípio é o mesmo neste caso: ensinar o perfeito Caminho. Mas, para eles vivenciarem a teoria, eles precisam ter uma família amorosa, que se esforça para viver a Palavra, pais que se amam e que demonstram que vale a pena servir a Deus com a própria vida.

É possível termos crianças, jovens e adultos equilibrados em todas as áreas. Em meio a tantas perseguições do modelo de família que o Senhor deseja que vivamos, encontramos uma oportunidade para nos esforçarmos e sermos abençoados na prática da Palavra.

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