Homem ou mulher?

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por Klycia Gaudard

Você é homem ou mulher? Como é que sabe disso? Quem lhe induziu a pensar assim? Seus pais? A sociedade? E se, quando você era pequeno, seus pais não pudessem dizer nada, nem lhe dar brinquedos direcionados (carrinhos para os meninos e bonecas para as meninas) ou dar roupas rosas para as mulheres e azuis para os homens, etc. Mas deixassem você decidir com o que queria brincar, qual roupa vestir e o que seria quando crescesse?

Isso é ideologia de gênero. Nós temos vivido uma pressão política e social que afirma que, até hoje, temos criado nossos filhos de forma errada, pois “manipulamos as suas decisões e não permitimos que eles façam as suas escolhas”. Muitos têm defendido que não é a genitália que define a sexualidade, e que este modelo de família cujo nós cremos e pregamos é errado, preconceituoso e gera discriminação.

Após quase dois anos de discussões entre muitos políticos do país, ficou decidido, por fim, que cada município definiria se seria obrigatório nas escolas o ensino a respeito do gênero. Infelizmente, algumas cidades se abriram para este “novo conceito” e estabeleceram a obrigatoriedade deste ensino às nossas crianças, o qual defende que elas não nasceram meninos ou meninas, mas que poderão escolher o que querem ser quando crescerem.

Saber que os seus filhos, sobrinhos e vizinhos começarão a aprender, não apenas através do professor, mas também de livros e cartilhas (com os quais terão aulas e leitura obrigatórias) que eles não seguirão mais um padrão, porém apenas tomarão uma decisão, nos mostra um quadro da falta de identidade que estas crianças terão no futuro. Se, hoje, a ideia é combater o preconceito, nós precisamos ficar atentos aos problemas que virão como conseqüência da falta de orientação e de modelos.

Saber de todas estas coisas não deve nos trazer revolta, mas sim aumentar a nossa responsabilidade como Igreja e família para ensinar a respeito do plano de Deus para a humanidade. Em Gênesis 1.27-28, lemos que Deus criou o homem e a mulher, os abençoou e deu uma orientação: “sejam fecundos”. Ou seja, formem uma família! Adão, torne-se um pai. Eva, torne-se uma mãe. Gerem filhos e dominem sobre todas as criaturas.

Que o nosso entendimento seja renovado e fortalecido na consciência da importância da família para a sociedade na qual vivemos, para Deus e também à esta nova geração.

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