Deus não usa desocupados

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por Luana Mayara

*Trecho do livro Além da Marca, de Luana Mayara.

No princípio da criação, Deus destinou o homem a trabalhar, para que cultivasse o solo e mantivesse tudo em ordem. Aprendemos que todos os dias Deus tinha comunhão com o homem, andavam juntos na viração do dia, ainda assim, Adão era ocupado, tinha obrigações, um trabalho a ser realizado, lavrar o solo, nomear todos os animais que haviam sido criados (Gênesis 2.15).

As oportunidades virão ao encontro dos ocupados, estudiosos, diligentes, os peritos em sua obra, perante reis serão postos e não perante a plebe. Há um provérbio popular que diz “mente desocupada é oficina do diabo”, invertendo esse ditado teremos “mente ocupada é oficina para o Espírito de Deus”, pessoas ocupadas, esforçadas, diligentes é oficina para Deus torná-las nobres na multidão de comuns (Provérbios 22.29)

O apóstolo Paulo deu um conselho a Timóteo “Medita estas coisas e nelas sê diligente, para que o teu progresso a todos seja manifesto”. “Estas coisas” são as mencionadas nos versículos anteriores, referente a se dedicar à Palavra de Deus, e não ser negligente com o dom que havia em sua vida. E a diligência de Timóteo resultaria em seu progresso manifesto a todos, afinal, a mão do diligente dominará, mas a remissa será sujeita a trabalhos forçados (I Timóteo 4.15; Provérbios 12.24).

Jesus não entrou no ministério com vinte anos, mas com trinta anos e em três anos mudou o rumo da humanidade. E o que ele fez durante trinta anos? Ele se preparou, cresceu em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens. Mas, quase ninguém percebe um pequeno detalhe que está escrito na bíblia, “Não é este o carpinteiro…” (Lucas 2.52; Marcos 6.3).

Pois é, por incrível que pareça Jesus tinha uma profissão, não era um desocupado, era carpinteiro. Imagine Jesus esculpindo a madeira e o Espírito Santo ministrando ao seu coração “Um dia você será levantado numa estaca de madeira em forma de cruz, mas ao terceiro dia ressuscitará”.

 O futuro começa no presente, como estamos fazendo hoje o que chega as nossas mãos revela o tipo de fruto, futuro que no amanhã iremos colher!

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