A quem temos ajudado?

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Por: Manoel Dias

Deus é aquele que enche os nossos tanques para novas jornadas. Não sei quanto a você, mas eu estou nesta Terra para ser uma testemunha do Evangelho de Jesus Cristo.

A obra de evangelizar, de tocar vidas, de aguçar a Palavra de Deus repousa sobre a igreja e sobre o povo de Deus. Nós sabemos que ovelha gera ovelha. Precisamos dar de graça o que de graça recebemos da parte de Deus.

Salmos 119 nos diz que; A exposição à Palavra de Deus trás luz e entendimento.

Quando Deus  nos desperta acerca de alguma coisa é para que nos movamos naquelas verdades. Enquanto expusermos a Palavra de Deus, o Espírito de Deus se move na Palavra.

“E, caindo nós todos por terra, ouvi uma voz que me dizia em língua hebráica: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa te é recalcitrar contra os aguilhões. Disse eu: Quem és, Senhor? Respondeu o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues mas levanta-te e põe-te em pé; pois para isto te apareci, para te fazer ministro e testemunha tanto das coisas em que me tens visto como daquelas em que te hei de aparecer; livrando-te deste povo e dos gentios, aos quais te envio, para lhes abrir os olhos a fim de que se convertam das trevas à luz, e do poder de Satanás a Deus, para que recebam remissão de pecados e herança entre aqueles que são santificados pela fé em mim. Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial, antes anunciei primeiramente aos que estão em Damasco, e depois em Jerusalém, e por toda a terra da Judéia e também aos gentios, que se arrependessem e se convertessem a Deus, praticando obras dignas de arrependimento.” (Atos, 26. 14-20)

Pelo poder do evangelho nós abrimos os olhos, e quebramos o poder de Satanás sobre as pessoas. A igreja não só tem a missão de pregar a palavra e de transmitir conhecimento, mas também devemos alcançar, amar e ajudar o próximo em suas necessidades. Que você se deixe mover por uma compaixão divina pelas pessoas, assim como Jesus fazia.

Jesus tinha palavra para os espíritos, tinha cura, mas no ministério de Jesus ele também ajudava os necessitados. Porque não se fala tanto em ação social no Novo Testamento? Porque o que aconteceu no Velho testamento, continua no Novo. Boas obras e ação social faz parte do plano de Deus para a Igreja.

“Paulo, entrando na sinagoga, falou ousadamente por espaço de três meses, discutindo e persuadindo acerca do reino de Deus.Mas, como alguns deles se endurecessem e não obedecessem, falando mal do Caminho diante da multidão, apartou-se deles e separou os discípulos, discutindo diariamente na escola de Tirano. Durou isto por dois anos; de maneira que todos os que habitavam na Ásia, tanto judeus como gregos, ouviram a palavra do Senhor. E Deus pelas mãos de Paulo fazia milagres extraordinários, de sorte que lenços e aventais eram levados do seu corpo aos enfermos, e as doenças os deixavam e saíam deles os espíritos malignos. E isto tornou-se conhecido de todos os que moravam em Éfeso, tanto judeus como gregos; e veio temor sobre todos eles, e o nome do Senhor Jesus era engrandecido. E muitos dos que haviam crido vinham, confessando e revelando os seus feitos. Muitos também dos que tinham praticado artes mágicas ajuntaram os seus livros e os queimaram na presença de todos; e, calculando o valor deles, acharam que montava a cinqüenta mil moedas de prata. Assim a palavra do Senhor crescia poderosamente e prevalecia.” (Atos, 19. 8-19)

Todos precisam ouvir a Palavra de Deus e temos parte nisso.

O propósito de Deus é que o coração do homem seja alcançado.

A igreja tem a responsabilidade de amar ao próximo e tocar em suas necessidades.

“Não te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor.” (Levítico, 19.18)

Amar o próximo como a mim mesmo.

“Por ele, pois, ofereçamos sempre a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome. Mas não vos esqueçais de fazer o bem e de repartir com outros, porque com tais sacrifícios Deus se agrada.” (Hebreus, 13.15-16)

Quando eu estou servindo a alguém, é tanto sacrifício quanto eu estou louvando. Quando você faz o bem ao próximo Deus recebe também como adoração da sua vida. Vida de louvor é muito mais amplo do que só cantar, é a vida que você vive e o modo como você toca as pessoas.

Deus está nos avaliando da forma que tocamos as outras vidas. Precisamos não somente pregar o evangelho, mas fazer o bem. Nós temos um livro que nos instrui a fazer o bem, e a medida que estamos fazendo é muito pouca. Tem pessoas que virão pra Cristo quando as boas obras estiverem sendo feitas.

Nós como igreja, estamos sendo observados e analisados. O mundo tem expectativa de que não somente venhamos a pregar, mas que façamos o bem. Parte dos recursos que chegam na nossa mão, não é completamente para o nosso consumo.

Deus vai nos prosperar para que tenhamos o poder de fazer o bem. O que Deus mais quer é trabalhadores para a seara. Jesus não mandou orar por recursos para a seara, porque eles virão. Vamos entrar na esfera das boas obras.

A doutrina gera destino. Uma doutrina errada pode nos levar a perdição, mas uma doutrina correta nos leva ao caminho para Deus.

“E eis que se levantou certo doutor da lei e, para o experimentar, disse: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? Perguntou-lhe Jesus: Que está escrito na lei? Como lês tu? Respondeu-lhe ele: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. Tornou-lhe Jesus: Respondeste bem; faze isso, e viverás.” (Lucas, 10. 25- 28)

Chega um momento que saber da Palavra não basta, tem que praticar.

Você tem uma responsabilidade de pregar o evangelho, mas também tem a responsabilidade de fazer boas obras porque está intimamente ligada ao contexto em que você ama a Deus e ao próximo.

“ Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: E quem é o meu próximo?
Jesus, prosseguindo, disse: Um homem descia de Jerusalém a Jericó, e caiu nas mãos de salteadores, os quais o despojaram e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto. Casualmente, descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e vendo-o, passou de largo. De igual modo também um levita chegou àquele lugar, viu-o, e passou de largo. Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou perto dele e, vendo-o, encheu-se de compaixão; e aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; e pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem e cuidou dele. No dia seguinte tirou dois denários, deu-os ao hospedeiro e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que gastares a mais, eu to pagarei quando voltar. Qual, pois, destes três te parece ter sido o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores? Respondeu o doutor da lei: Aquele que usou de misericórdia para com ele. Disse-lhe, pois, Jesus: Vai, e faze tu o mesmo.” (Lucas, 10. 29-37)

A quem temos ajudado?

Compaixão é você ver o sofrimento de alguém, é você se vestir do sofrimento de alguém e tomar/se identificar com as dores alheias.

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