Tenha vida com Deus

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Há muitas pessoas se utilizando do talento que foi dado pelo próprio Deus, sendo poderosos oradores com uma linha argumentativa extremamente rebuscada, no entanto quando analisamos sua vida, vemos que suas atitudes não condizem com o discurso.

Não podemos utilizar técnicas com o objetivo de manipular as pessoas. Temos que, a cada dia, alinhar nosso propósito. Nossa construção deve ter por base a sinceridade, a comunhão e a vida com Deus, para que você não venha a ser considerado infiel diante do Senhor.

“Porque convém que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro na casa de Deus, não soberbo, nem iracundo, nem dado ao vinho, nem espancador, nem cobiçoso de torpe ganância; mas dado a hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante; retendo firme a fiel Palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes. porque há muitos desordenados, faladores vãos e enganadores, principalmente os da circuncisão. Aos quais convém fazê-los calar; homens que transtornam casas inteiras ensinando o que não convém, por torpe ganância. Um deles, seu próprio profeta, disse: os cretenses são sempre mentirosos, bestas ruins, ventres preguiçosos. Este testemunho é verdadeiro. Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sãos na fé, não dando ouvidos às fábulas judaicas, nem a mandamentos de homens que se desviam da verdade. Todas as coisas são puras para os puros, mas nada é puro para os contaminados e infiéis; antes seu entendimento e consciência estão contaminados. CONFESSAM QUE CONHECEM A DEUS, MAS NEGAM-NO COM AS OBRAS, SENDO ABOMINÁVEIS, DESOBEDIENTES E REPROVADOS PARA TODA BOA OBRA.” (Tito 1.7-16–ACF)

Observamos, atualmente, o crescente número de cristãos em nossa nação e, juntamente com este crescimento, percebemos fome e sede de receber a Palavra e também de ministrá-la.

A Bíblia nos mostra que não devemos ser apenas ouvintes da Palavra e sim praticantes, para não estarmos enganando a nós mesmos, conforme Tiago 1.22. Quando a praticamos, passamos a desfrutar de uma autoridade que já nos foi dada, respaldada pela vida piedosa.

“Quando Jesus acabou de dizer essas coisas, as multidões estavam maravilhadas com o seu ensino, porque Ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como os mestres da lei.” (Mateus 7.28, 29–NVI)

“Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga, e muitos dos que o ouviam ficavam admirados…” (Marcos 6.2–NVI)

Jesus é o nosso maior exemplo. Nos textos supracitados, observamos que as multidões estavam maravilhadas pela autoridade com que Jesus falava. Era diferente dos doutores da lei, que falavam com base nos princípios legalistas, porém não existia vida na mensagem.

A vida de quem está ministrando fala muito alto, pois não fomos chamados para sermos aqueles que apenas desenvolvem seus discursos baseados em pensamentos humanos. Somos, de fato, canais que precisam estar desobstruídos e livres para a atuação do poder restaurador que vem da parte de Deus.

Existem necessidades específicas para cada audiência e nesta tarefa de comunicar a Palavra de Deus somos como garçons que servem às multidões, porém quem determina a escolha dos pratos é o “NUTRICIONISTA CELESTIAL”. E o interessante é saber que cada um absorverá os nutrientes daquela mensagem conforme a carência do seu “organismo”. A Palavra é semeada por um instrumento, mas diversas mensagens são absorvidas pelos que a escutam. Deus tratará com cada um de modo individual.

O fato de estarmos servindo às vidas requer de nós zelo na “preparação do prato”, ou seja, temos que ter uma boa apresentação e técnica para servir bem às pessoas. Todavia, isso não ocorre somente pela habilidade técnica ou didática do mestre, mas, também, pelo tanto de experiências, preparo e vida que ele tem com Deus e com a temática abordada.

Trecho extraído do livro: Vou ministrar a Palavra. E agora?

2 COMENTÁRIOS

  1. Sábias palavras do Revdº Pr. Cristiano Arcoverde baseadas nos ensinamentos de Jesus que andou na terra testemunhando, verdadeiramente, o que falava baseado no que o Pai O ensinara! Os ministros da Palavra devem sim lembrar que não são “personal trainer” das mensagens do Senhor onde preparam outros, mas podem se dar ao luxo de não praticarem o que treinam com os outros em algumas situações! Anunciar a Cristo não é a simples transmissão de conhecimento de uma pessoa para outra, mas o anúncio das Boas Novas por quem dElas testemunha, onde quer que esteja! Parabéns pelo seu tão bem desenvolvido artigo Pr. Cristiano! O senhor tem respaldo para esses ensinamentos, pois tem vida com Deus, e é um exemplo a ser seguido! Manusear bem a Palavra da verdade, que fala lá em 2 Tm 2:15 é isso, não só conhecer ou falar dEla, mas vivê-lA em todos os momentos!

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