A chave para o poder de Deus na Igreja

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por Marizete Garcia

Quando observamos a história da igreja primitiva, é possível ver um progresso definitivo e de constante vitória sobre toda oposição das forças das trevas e de fortes perseguições.

Como no texto anterior (para ler clique aqui), vemos que é nesta dimensão que Deus deseja que andemos: além da nossa razão. A oração proporciona uma vida de crescimento, grandeza e multiplicações.

  • Atos 4.4: “muitos porém dos que ouviram creram e se multiplicavam”.
  • Atos 5.14: “uma multidão estava crendo e aumentando cada vez mais”.
  • Atos 6.7: “crescia a Palavra e se multiplicava rapidamente o número de discípulos”.

O poder milagroso de Deus fluía com sinais e maravilhas. Vemos as demonstrações como prova infalível que o evangelho era pregado, crido e recebido.

  • Atos 2.43: “e em cada alma havia TEMOR, ESTAVAM JUNTOS, TINHAM TUDO EM COMUM”.
  • Atos 4.33: “e eles davam com grande poder testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça”.
  • Atos 8.6: “as multidões ouviam e consideravam o que Felipe dizia porque ouviam e viam os sinais que ele fazia”.

Talvez, as pessoas não ouvirão as suas palavras, mas, quando virem os sinais que provêm da sua vida se dobrarão para crer!

As pessoas podem contestar uma palavra proferida por você, mas nunca, uma manifestação do poder de Deus. (I Co 2.4)

Atos 19.11: “de sorte que pelas mãos de Paulo Deus fez MILAGRES EXTRAORDINÁRIOS“.

A razão pela qual o poder de Deus fluía através da Igreja em tal dimensão é muito evidente. Pode-se observar em Atos 2.42: A Igreja primitiva era uma igreja de oração. Eles não oravam ocasionalmente, eles perseveravam na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e na oração.

A igreja de Jesus Cristo nasceu revestida de poder e sustentada pelo Espírito de Oração.

Nota-se que a oração era a prioridade número um. Os discípulos declararam: “Quanto a nós, nos consagraremos em oração e ao Ministério da Palavra”. (Atos 6.4)

A oração não ocupava um lugar secundário. Ela era intrínseca e inseparável à obra do Ministério. Os discípulos se entregavam à oração. Eles colocavam fervor, urgência, dedicação e prioridade.

Em I Tessalonicenses 3.10, Paulo entregou-se à si mesmo.

Em Romanos 1.9 ele afirma: “a quem sirvo no meu espírito”.

O que está descendo do céu é O QUE ESTÁ SUBINDO, é uma resposta clara e evidente àquilo que fazemos, é o nosso vapor carregando as nuvens para que chova. A oração carrega as nossas nuvens e, uma vez carregadas, elas se derramam.

Orar é semear constantemente palavras de glória. Estas sobem e, por consequência, a glória é derramada segundo a sua espécie.

Quando oramos em fervor de coração, sepultamos a aparência de piedade e não negamos a eficiência do poder.

Em João 14.11, Jesus disse que se não cressem na Sua palavra pelo menos cressem nas coisas que Ele realizava.

A convocação em Lucas 7.20-22 era para ir até Joao Batista e anunciar o que tendes visto e ouvido: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados e aos pobres é anunciado o Evangelho. A Palavra era ministrada em palavras que se ouvem e em sinais que se vêem.

A Palavra que oramos em fervor e fé nos conduz e nos respalda. São palavras de certezas e convicções. São elas que deixam nossas nuvens carregadas.

Você provavelmente será a única Bíblia que alguém ouvirá e verá.

Como será que estamos transmitindo a mensagem? Atualizada e cheia de ardor, procedente de um coração de rendição?

Elias foi o avivamento para aquela nação e, certamente, todos foram gratos.

As pessoas sempre agradeceram por um contato avivado. Por um coração incendiado que produz resultados.

I Reis 18.20 mostra o confronto entre Elias e os 450 profetas de baal: “Até quando estais entre dois pensamentos”.

Dois pensamentos nos levam para a inconstância e, nesta postura, nosso coração gela.

O Deus que “responder” por meio do fogo, este é o verdadeiro Deus. O fogo derreterá qualquer geleira, tudo quanto é gelo se derrete diante do Deus que responde por fogo.

A resposta é o fogo, mas, a pergunta qual é?

“Eu sou Teu servo, movimentei a Tua Palavra, fiz segundo Teu coração? Demonstrei meu coração de confiança, de credibilidade? Sei irás responder, para que conheçam que tu Senhor, és Deus, e que fizeste voltar o Teu coração”. (I Reis 18.36)

A escritura diz que caiu fogo do céu e consumiu o holocausto, a lenha, as pedras e o pó e ainda, lambeu a água que estava no rego. Foi um ardor de fogo. Como consequência da entrega e intensidade do coração, a resposta veio por meio do fogo. Essa postura de qualidade, atrai o favor do céu. Deus liberou de Si e todos viram quem Ele era.

Foi assim que os profetas de baal creram e se prostraram a Ele.

Queimor de coração atrai o favor de Deus em todas as esferas.

Poderá ser com chuva, fogo, vento Impetuoso…

 “De repente veio do céu um som, como de um vento impetuoso”. (Atos 2.1-2)

O som não veio dos homens, muito pelo contrário, o som respondeu aos homens que, em oração, construíram a liberação de um vento impetuoso.

Dez dias antes, 120 pessoas perseveraram em oração, construindo um fogo que seria derramado no dia de Pentecostes, neste dia, o céu desceu à Terra.

Talvez fogo, talvez chuva, talvez vento, porém, o vapor que da Terra sobe, este, é o que desce!

Meu desejo é que a cada artigo neste blog, meu querido leitor(a), Aquele que me acompanha, possa lhe enriquecer e impulsionar para ir mais alto.

É sempre uma alegria pensar em vocês na construção de cada texto. Fico imaginando o que Deus é capaz de fazer ao receber sua adoração.

Até o próximo!

2 COMENTÁRIOS

  1. Profunda meditação eu pude obter lendo os seus textos tão ungidos e direcionados pelo Espírito. Que a bênção de Deus permaneça em sua vida. Obrigada

  2. Nossa! Palavras maravilhosas, poderosas que com toda certeza transformam hoje a minha postura em Oração. Obrigada, que Deus te abençoe, te unja cada vez mais poderosamente.

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