2 DE AGOSTO – Avivado

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Por este motivo, te lembro que despertes o dom de Deus, que existe em ti pela imposição das minhas mãos. 2 TIMÓTEO 1.6

Um certa mulher nos tirou da cama às duas da madrugada, exclamando: “Quem me dera voltar para o lugar onde eu estava com Deus!” Tomei por certo que ela tinha cometido algum pecado terrível e aconselhei-a: “Ajoelhe-se aqui e conte ao Senhor o que houve. Ele a perdoará”.

Ela disse: “Sondei o meu coração e, pelo que eu saiba, nada fiz de errado”. Perguntei: “Então, o que a leva a pensar que precisa voltar para Deus?” Disse ela: “Ora, simplesmente não me sinto como me sentia antes”.

Fiquei visivelmente bravo com ela. Falei-lhe que, se eu dependesse dos meus sentimentos naquele momento, ela teria de orar por mim! Mas ensinei-a como fazer, pedindo que ela observasse, escutasse atentamente, enquanto eu orava.

Orei, então: “Querido Senhor, estou tão contente porque sou um filho de Deus! Estou tão contente porque nasci de novo! Não estou sentindo nada, mas isso não vem ao caso. Meu ho­mem interior é um novo homem. Quero agradecer-Te, e porque sou cheio do Espírito Santo. Deus Pai, Deus Filho, e Deus Espírito Santo residem em mim. Quero agradecer-Te por isso…”

Eu não estava sentindo nada, mas confessei esses fatos, porque a Palavra de Deus os confirma. Ao falar assim, algo foi brotando do meu interior.

A mulher exclamou: “A expressão no seu rosto transfor­mou-se. Seu rosto se iluminou”. Respondi: “Sim, porque o que confessei estava dentro de mim o tempo todo. Simples­mente avivei o que havia em mim”.

Confissão: “Avivo o que há em mim!.”

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