28 DE JULHO – Ajuda interior

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E, por isso, procuro sempre ter uma consciência sem ofensa, tanto para com Deus como para com os homens. ATOS 24.16

Pouco depois de eu ter sido salvo e curado, voltei a estudar. Não sei exatamente como aconteceu o seguinte: pessoa alguma de minha família proferia insultos, porém tínhamos um vizinho que xingava demasiadamente, e imagino que sofri alguma influência dele. Então, certa ocasião, na escola, falei para um dos rapazes: “Não, com os diabos…”. No momento em que falei isso (eu nada sabia a respeito da vida cheia do Espírito), exclamei em meu coração: “Deus querido, perdoa-me!”

O que é que me condenou? O Espírito Santo? Não. Era meu próprio espírito – essa nova criatura, essa nova criação, esse novo homem, que não admite falar assim.

Ora, a carne talvez queira continuar a fazer algumas das obras que fazia, ou falar da maneira que falava antes, mas precisamos crucificar a carne. Uma boa maneira de crucificar a carne é levando quaisquer problemas, imedia­tamente, para a luz que nos foi concedida.

Foi isso que fiz quando me dei conta de ter xingado. Não esperei até ser inspirado a me arrepender, pedi imediatamente ao Senhor que me perdoasse. O jovem com quem eu falara daquela forma já havia-se afastado. Fui procurá-lo e pedi perdão. Ele disse que sequer notara o que fora dito; ele estava acostumado às pessoas que falavam assim. Eu, porém, queria endireitar as coisas com ele e com Deus.

Confissão: “Sou nova criatura em Cristo. Falo como nova criatura. Penso como nova criatura. Meu espírito me leva a fazer assim”.

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