O amor do tipo de Deus

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Por Aliny Gaudard
(Graduada do Centro de Treinamento Bíblico Rhema)

O amor do tipo de Deus não vem de uma esfera natural, não é circunstancial. Ele está acima de qualquer motivo, não se adéqua à esfera da razão. Esse tipo de amor é o próprio Deus invadindo a esfera da razão humana. 

O amor de Deus faz com que sejamos como o Wolverine. Ele cicatriza qualquer dano que alguém ou alguma circunstância possa nos causar. Quando o Wolverine não tinha sido exposto ao “adamantiun” (a liga metálica), ele se machucava como qualquer pessoa, havia uma capacidade de cura, de regeneração, porém, limitada. No entanto, essa liga metálica era considerada indestrutível de forma fictícia, enquanto o amor de Deus é realmente indestrutível “o amor nunca falha” (I Co 13) e não há nada que nos separe dEle

“Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor!”. (Romanos 8.39)

Assim com aquela liga de metal foi derramada no corpo do Wolverine, tomando ele todo por dentro, o mesmo aconteceu conosco. O amor de Deus foi derramado no nosso coração:

“Então, quando isso acontecer, poderemos sempre erguer a cabeça, seja lá o que for que aconteça e saber que tudo vai bem, pois conheceremos quanto Deus nos ama; sentiremos também esse seu amor afetuoso em todo nosso ser, pois Deus nos deu o Espírito Santo para encher nossos corações com seu amor”. (Romanos‬ 5.5)

Esse amor é o que nos torna resistentes, assim como o Wolverine. Podemos pensar, pesar e avaliar cada sentimento, circunstância, cada desafio, cada dor ou frustração. E isso é característica da nossa alma, mas nós não somos uma alma! Somos um espírito e temos uma alma, é diferente. A alma é parte constituinte do nosso ser e, em contrapartida, não define quem somos. 

E quando a nossa razão quiser se sobressair os nossos olhos, devemos estar fixos no que é eterno, Naquele em que não há mudança ou sombra de variação (Tg 1.17), Naquele que tem planos de paz a nosso respeito (Jr 29.11). Quando o desânimo ou frustração chegarem a nossa porta podemos escolher deixá-los entrar ou não. Podemos fechar a porta dizendo:

“Pai eu te rendo graças porque nada é maior que a Sua graça sobre a minha vida e o Seu amor por mim. Obrigada porque nenhuma circunstância, frustração ou mal-entendido podem me afastar daquilo que eu sou em Ti: filha amada! Justificada pelo meu Pai que me ama com um amor indestrutível e que não muda. Um amor que não olha as minhas limitações, mas permanece com a Sua mão de graça estendida sobre mim, me capacitando a lidar com todas as coisas. Obrigada Pai porque a minha alegria vem de Ti, porque eu estou segura e posso descansar no Seu amor. Obrigada porque Você é Aquele que me dá graça e glória e não negará bem algum aos que andam na retidão (Sl 84.11)”. 

Render graças nos faz tirar o olho do “meio do furacão” e fazer como Davi no Salmo 121. As ações de gratidão trazem a nossa mente cativa à obediência de Cristo como a Palavra nos ensina em II Coríntios 10.4-5.

Por isso devemos “sempre dar graças a Deus por todos vós, mencionando continuamente [envolvidos] em nossas orações. Recordando incessantemente diante de nosso Deus e Pai o seu trabalho encorajado [energizado] pela fé, seu serviço motivado pelo amor e a esperança inabalável em [no retorno do] nosso Senhor Jesus Cristo (o Messias)”. (I Tessalonicenses 1.2-3 [AMPC])

Nós podemos escolher desfrutar desse amor que é fonte de cura e restituição todos os dias até que ELE venha.

Fonte: Fanpage Unidos.

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