Meu nome é Alexandre. Tenho 39 anos e sou casado com Isva Graciano. Sou pai do Alexandre Augusto de 13 anos, da Isabela de 8 anos e do Samuel de 6 anos. Eu nasci no Gama, Distrito Federal, e morei lá até os 18 anos. De lá, saí para morar em Águas Claras com os meus pais. Quando eu me casei, fomos morar em Taguatinga.

Uma coisa que eu gostava quando era criança era os bolinhos de chuva que minha mãe fazia. Eu gostava de raspar o fundo da panela, aquela massinha de farinha de trigo que ficava no fundo. Também eu e meu irmão gostávamos de jogar bola na frente de casa. Todo dia, praticamente, jogávamos futebol. Somos quatro irmãos.

Meu pai se chama Elias. Minha mãe se chama Marizete. Eles sempre foram excelentes pais, muito cuidadosos. Eu sempre cresci dentro da igreja; embora houvesse alguns radicalismos dentro da igreja, meus pais sempre foram muito equilibrados. Nunca colocaram peso sobre nós, sempre nos guardando. Por exemplo, quando eu era pequeno, ouvia muitas lideranças falando que futebol não era coisa de Deus. No entanto, meus pais sempre trouxeram o equilíbrio para dentro de casa, e nós tivemos uma infância muito boa. Era tudo muito legal!

Quando eu completei 18 anos, fui servir à Força Aérea. Fiquei lá durante dois anos e oito meses. Depois, eu fiz um concurso para entrar na Polícia Militar do Distrito Federal. Em 1999, eu entrei na corporação. E esse foi um trabalho que eu sempre gostei; sempre gostei de trabalhar na rua. Para mim, o prazer era quando conseguíamos tirar algum criminoso da rua. Eu tinha a sensação de estar fazendo algo produtivo e de estar servindo à sociedade. Dentro do entendimento cristão, eu entendia esse trabalho como sendo também um instrumento de Deus, para trazer paz e tranquilidade à nossa cidade e à nossa sociedade. Eu sempre gostei muito de trabalhar na rua, com o serviço operacional.

 

No entanto, em 2013, comecei a sentir o desejo de sair do serviço operacional e trabalhar no administrativo. Eu achava esse desejo estranho, pois gostava muito do serviço de rua. Esse desejo de trocar de setor foi crescendo. No início de 2014, fiz minha matrícula na Escola de Ministros. E pensei que essa fosse a razão para querer mudar de setor. Então, eu arrumei uma vaga no administrativo e comecei a trabalhar. No entanto, em junho de 2014, o pastor Joselito me perguntou se eu podia ministrar no Guará em um dos domingos. Eu fui. Na época, a igreja era pastoreada pelo pastor José Carlos. O interessante é que essa foi a igreja em que eu mais me senti à vontade. Foi muito bom ministrar lá.

Quando estávamos voltando para casa, o pastor Joselito me ligou, pedindo para, no dia seguinte, conversar comigo na igreja. E ele pediu que a Isva também fosse. Nesse momento, veio, no meu coração, a percepção que ele ia nos pedir para assumir o Guará, pois o pastor que estava lá entendia claramente que o chamado dele era de pastor auxiliar. Ele havia conversado com o pastor Joselito, sobre colocar outra pessoa para substituí-lo. Naquele momento, eu entendi, por dentro, que era para isso que eu havia trocado de setor. No dia seguinte, o pastor Joselito, com todo cuidado e com toda sabedoria, disse uma frase que eu nunca esqueci: “E aí, prontos para mais pressão?” Eu nunca me esqueci dessa frase. Isva não tinha esse desejo de assumir uma igreja, mas isso foi tanto da parte de Deus que, naquele momento, ela disse: “Vamos!” No outro dia, já éramos os pastores do Guará.

Em fiz o Rhema em 2009 e terminei em 2010. A partir de 2011, eu comecei a andar mais perto do pastor Joselito. Sempre que eu estava próximo dele, eu gostava de ficar calado, somente ouvindo o que ele tinha para falar, observando a forma como ele agia nas situações. Isso acontecia, às vezes, em um bate-papo descontraído, mas, mesmo assim, eu aprendia muitas coisas com ele. Em 2012, eu fui licenciado na Conferência de Ministros do Centro-Oeste. Em 2014, assumimos a igreja do Guará. Nesse desafio de assumir o pastoreio de uma igreja, havia situações em que eu tinha que pensar como iria fazer; eu sempre me lembrava do pastor Joselito. Então, eu sempre tomava alguma decisão ou dava alguma instrução para alguém, me lembrando das palavras dele. Graças a Deus, isso sempre deu muito certo. Eu sempre falo para as pessoas: “Se você tiver oportunidade, escute o pastor Joselito. Em um bate-papo, em um cafezinho… você vai aprender muita coisa”. Em bate-papo normal, ele mostra a seriedade de como trata as coisas do Reino. Desde o início do pastoreio, muitas coisas deram certo, pois o Espírito Santo sempre me lembrava de algo que o pastor Joselito havia falado.

 

Algumas experiências me emocionam, principalmente com relação a crianças e quando se trata de tirar alguém de uma situação à beira da morte. Em um determinado momento, eu trabalhei no serviço de inteligência; então, estávamos trabalhando na rua, em uma viatura descaracterizada, em Taguatinga. Era para entrar em uma rua, mas acabei decidindo entrar em outra. Quando eu entrei nessa próxima, um grupo de jovens nos abordou, mas, como estávamos descaracterizados, ninguém sabia que éramos um carro de polícia. Por acaso, eles nos abordaram e começaram a falar: “Ajuda a gente! Acabaram de nos assaltar. Um carro nos assaltou e saiu”. Subimos atrás do carro. Conseguimos alcançá-lo e abordá-lo. Tiramos uma menina no banco da frente, achando que ela estava junto com os marginais. No entanto, ela começou a tremer e a dizer que o namorado dela estava no porta-malas. Entendemos, então, não era somente a questão do roubo, mas também um sequestro relâmpago. Para mim, essa foi uma experiência muito gratificante. Esse casal já estava há duas horas sob o domínio dos bandidos, correndo o risco da situação acabar em homicídio. Isso me marcou.

Outra situação foi um pouco mais simples, mas também foi importante para mim. Nessa mesma avenida, eu estava com um colega; de repente, a central comunicou um assalto em andamento em um hotel. Quando chegamos no hotel, a recepção estava vazia e a porta estava caída. Fizemos uma vistoria e fomos subir para os outros andares. Eu fui na frente. De repente, um dos assaltantes apareceu na minha frente. Na mão esquerda, ele estava cheio de bolsas; na mão direita, ele tinha uma arma. Naquele milésimo de segundos, veio no meu pensamento: “Atiro ou não atiro?” Legalmente falando, eu tinha o direito de atirar. Ao mesmo tempo, eu sempre carreguei comigo que a minha função não era atirar; o meu desejo era o de defender a sociedade. Eu sempre pedi a Deus a capacidade para tomar uma atitude, para parar a ação criminosa. Naquele momento, eu fiz com que ele abaixasse a arma; fizemos a prisão dele e tomamos as providências. Isso foi algo que me marcou, pela capacidade que Deus me deu de decidir rapidamente, fazendo o que era correto.

Algumas vezes, eu percebo que essa questão de aprender a me impor no trabalho me ensinou a tratar com as pessoas. Eu sei ajudar uma velha senhora a atravessar a rua; ao mesmo tempo em que eu sei ser duro com criminosos. Isso me ensinou a ser maleável, vendo a situação e buscando entender o momento em que eu preciso ser duro e firme na orientação, seguindo a Palavra. Ao mesmo tempo, no tratamento de pessoas menos experientes ou menos maduras na fé, entendo que a pessoa está começando; então, sou mais maleável sem abrir mão dos princípios, de forma que a pessoa entenda a visão do Ministério. Você tem que ter paciência para tratar os “novos na visão”, que, muitas vezes, se converteram há muito tempo, mas não possuem tal entendimento. Minha profissão, portanto, me ensinou a analisar cada situação e a ter a postura adequada em cada momento.

Com relação ao pastoreio, eu percebo a necessidade de ser mais compreensivo, entendendo que, com o tempo, as coisas podem mudar. Assim como uma instrução que eu trago hoje, dentro da Palavra, pode mudar a vida de uma pessoa lá na frente, as minhas decisões ou a forma com que eu trato alguém podem trazer um impacto lá na frente. Dessa forma, eu preciso deixar o lado pastor, de ensinar e ajudar as pessoas, se sobressair mais. Então, eu preciso trazer a questão do pastoreio para dentro do meu trabalho, no sentido de ajudar as pessoas, para que elas, em um momento de aflição, não me vejam como um militar rígido, mas como alguém de confiança e equilíbrio em quem elas podem confiar. Muitas vezes, o militar acaba sendo muito fechado, e as pessoas, por causa disso, não conseguem se abrir quando precisam de ajuda. Então, eu procuro me apresentar como uma pessoa com que eles podem contar, para dar uma instrução de Deus para quem precisa.

Em 2000, eu conheci a Isva. Éramos da mesma igreja. Ela tinha o cabelo curto, vermelho; aquilo sempre me chamava a atenção. Em um determinado dia, um irmão da igreja nos apresentou. Nessa igreja, havia um trabalho que chamávamos de consolidação. No domingo, pegávamos os dados daqueles que haviam se convertido e, na terça, fazíamos as ligações para aquelas pessoas, fazendo o convite para eles voltarem outras vezes. Como mulher ligava para mulher e homem ligava para homem, a Isva ligava para as mulheres. Eu ligava para os homens. E, então, começamos a ter mais afinidade. Eu tinha entre 20 e 21 anos. Começamos a conversar mais e a andar mais juntos; começou a surgir interesse. Em determinado momento, eu a pedi em namoro. No dia 6 de dezembro de 2000, começamos a namorar. No dia 12 de junho de 2001, nós noivamos. Era dia dos namorados. Em março de 2002, nos casamos. Foi um ano e quatro meses entre namorar, noivar e casar. Foi rápido, mas eu digo que foi uma decisão acertada.

Isva é uma pessoa muito firme e muito séria em algumas coisas. Às vezes, eu quero até brincar, mas, em determinadas coisas, ela não gosta nem de brincadeira. Ela é também uma pessoa muito prestativa e cuidadosa, no sentido de abrir mão do seu tempo para ajudar os outros. Em tudo que faz, ela é muito firme e não negocia o que é certo. Se existe um padrão a ser seguido, ela se submete a isso. Vemos a mesma característica na Ana Helena. Eu sempre gosto de falar a respeito da submissão. Para mim, um dos motivos do grande sucesso da formatura do Rhema no Distrito Federal é essa postura que a Ana Helena sempre adotou e que a Isva, trabalhando com ela, anda da mesma forma. Com relação à formatura, às vezes, alguém chega com grandes ideias, mas, antes de implementar qualquer ideia, elas consultam o Canrobert. Se ele não autorizar, elas não questionam. Se a direção é de não fazer, elas cumprem o comando. Portanto, Isva é muito firme e correta nas instruções. Eu vejo que um dos motivos do sucesso do trabalho dela é essa submissão.

Com relação à Isva esposa, ela foi a pessoa que combinou comigo. Pelo fato das criações terem sido diferentes, há diferenças entre nós, mas eu vejo que ela é uma pessoa que dá muito certo comigo. Ela me completa muito bem em diversas áreas. Isso foi algo que eu fui descobrindo durante o casamento, por ser algo que não dá para descobrir antes. Eu amo estar com ela. Eu sempre quis uma esposa que soubesse estar adaptada a cada ambiente, sabendo se vestir e se maquiar para cada situação. Isva sempre soube se portar em cada momento; eu tenho prazer de tê-la comigo. A Isva mãe é rígida. Ela se diverte, brinca com os meninos e é muito amorosa, mas, ao mesmo tempo, ela cobra e chama atenção. É uma ótima mãe. É muito gratificante ver o resultado final. Por mais que haja essa rigidez, vemos que há um resultado – crianças bem-educadas e bem aceitas nos ambientes onde estão. Não somos perfeitos, mas vejo que estamos fazendo um bom trabalho nessa educação.

Com o Alexandre Augusto, quando ele estava terminando o quinto ano, desejamos colocá-lo no Colégio Militar Tiradentes. Ele estudou para a prova de ingresso e passou. O engraçado é que ele reagiu muito tranquilamente às exigências do colégio, dentro desse ambiente militar. Ele sempre aprendeu essa rigidez e sempre gostou. Ele gosta da escola; é muito disciplinado. Acorda sozinho, se arruma e toma o café dele. Quando dá o horário de ir para a escola, ele já está pronto. Ele sempre teve disposição para se levantar e ir para a escola, mesmo quando tinha que dormir tarde por causa de alguma atividade da igreja. É um menino muito carinhoso e gentil. Depois, veio a Isabela. É a nossa princesinha! Eu sempre desejei ter uma menina. Ela é muito inteligente e cheia da Palavra. Ela já cresceu na Palavra da fé. É muito convicta com relação à fé, tendo essa verdade firmada dentro dela – a verdade de que a fé é a certeza. Ela entende que a Palavra funciona e que ela é curada, sarada e suprida. Ela é muito carinhosa e muito ligada a mim.

Nós tínhamos dois filhos e sem planos para ter o terceiro. Em um determinado momento, Deus falou com a Isva de que teríamos outro filho, chamado Samuel. Mesmo se precavendo, ela engravidou. Samuel é um menino muito inteligente e esperto. Na matemática, ele é muito ligado. Eu fico impressionado com as sacadas que ele fala. Ele também é muito carinhoso e divertido. Nossos três filhos são muito divertidos. É muito bom! Gostamos de andar com eles. Eles gostam muito de sair. A Isabela gosta de muito de comer fora e de sair, batendo perna na rua. Eu sou grato por suas vidas. São presentes de Deus. Como a Bíblia diz, os filhos são herança; então, eu sou muito rico, pois tenho heranças preciosíssimas.

Conhecer a Palavra Rhema deu uma guinada na minha vida. Eu cresci dentro da igreja, ouvindo a Palavra, mas a Palavra Rhema mudou a minha vida, principalmente depois de adulto. Eu percebia que a minha vida cristã não avançava tanto por uma questão até de condenação. Às vezes, depois de um erro, eu ficava me condenando muito, pois, depois de errar de novo, acabava perdendo a ousadia de pedir perdão, achando que estava pecando; eu ficanva constrangido diante de Deus. Quando nós conhecemos que somos justiça de Deus e que o pecado não pode dominar nossas vidas, começamos a ter uma convicção de que Deus não está na primeira esquina, esperando para nos castigar. Então, minha vida cristã parou de prestar tanta atenção na questão da condenação, e eu comecei a dar atenção à Palavra, ao crescimento na Palavra. Nisso, começamos a errar menos, criando um ciclo positivo, pois erramos menos e nos envolvemos mais com a Palavra. A partir daí, começamos a entender a nossa responsabilidade dentro da Palavra de Deus, entendendo aquilo que Ele já fez e já nos deu como direito. Eu precisava declarar a Palavra, crer da forma certa e, pela fé, receber aquilo que já era meu. Isso foi algo que mudou minha vida cristã. Foi algo transformador e que fez toda a diferença na minha vida.

Durante a minha adolescência, eu sempre tive algo que me despertava para a questão do pastoreio. No entanto, pelo que eu ouvia da liderança da minha igreja, achava que o pastoreio era algo muito pesado. Andar pela fé, dentro do contexto que eu ouvia, era passar necessidade, privação e permanecer. Ou seja, a vida de fé era a vida de quem passava privações, em que, no último instante, Deus vinha com a provisão. Eu achava muito pesado a questão de ser pastor, mas era algo que ardia dentro de mim. No entanto, eu não queria ter esse tipo de vida. Quando eu conheci o pastor Joselito, eu comecei a entender que ser um pastor não é viver uma vida de perrengue o tempo todo. Quando aprendemos essa Palavra da fé, entendemos que, por mais que pressões aconteçam, passamos a entender que somos mais que vencedores sobre essas coisas. Aprendemos a não andar ansiosos por coisa alguma. A dificuldade vem, mas a instrução também vem junto. Pela fé, temos a convicção da provisão. Eu fico em paz, sabendo que o resultado já é positivo. Então, começou a crescer dentro de mim de novo o desejo pelo ministério. No entanto, quando o pastor Joselito me perguntava sobre o meu chamado, eu falava que queria ser mestre, por achar lindo as pessoas ministrando e ensinando a Palavra. Não sei o que Deus havia falado para ele, mas ele sabia que havia mais. Andando perto dele, foi resgatado, dentro de mim, esse desejo pelo pastoreio. Isso não era algo que eu desejava no sentido de querer estar no púlpito, mas, dentro de mim, ardia essa questão de pastorear. O Senhor foi trabalhando dentro do meu coração.

Por mais que situações apareçam, eu sempre tenho alegria em estar na igreja para cada culto. Logo após começar no Guará, percebemos a necessidade de mudar para outra localização. Alugamos uma outra loja, mas havia também a necessidade de reforma. Era uma obra estimada em R$ 30 mil, mas só possuíamos R$ 200,00 em caixa. Com essa situação, eu cresci muito em fé, crendo que coisas iriam acontecer e chegar. Eu tenho uma bagagem, hoje, de muita fé. Tenho aprendido cada vez mais e já estou na expectativa para o próximo passo. Aprendemos, na prática, que fé funciona e que as coisas acontecem. Eu tenho a convicção de que estou no lugar certo. Eu só preciso estar conectado com Deus, para buscar as instruções específicas dEle. Tenho prazer imenso no pastoreio; porém, estou sempre disposto a dizer “sim” se Deus me mandar para outro lugar.

Um grande referencial que eu tenho é minha mãe. Ela sempre buscou cuidar de nós e sempre nos ensinou a estar na igreja. Mesmo que meu pai não fosse conosco, por causa de uma situação ou outra, ela sempre nos levava. Ela sempre foi um referencial de nos manter na Palavra. Ela nos ensinava e no corrigia, mas sempre como uma mãe muito amorosa. Para mim, ela é um referencial de amor e de cuidado. Quando eu estava maior, eu era muito parceiro dela. Sempre fomos muito parceiros. Outro referencial espiritual é o pastor Joselito. Ele é um referencial no amor, no cuidado e na seriedade. Eu aprendi com ele essa questão de buscar a instrução do Espírito. Por mais que a ideia pareça ser legal, primeiro, devemos buscar a instrução do Espírito. Ele sempre teve esse cuidado de trazer a Palavra e de animar as pessoas. Eu aprendi muito isso com ele.

Eu sou uma pessoa que ama a família. Reconheço que preciso avançar muito ainda em várias áreas, tanto como pai e como esposo. Sei que sou um homem que tem um chamado de Deus; então, em uma condição de rendição ao Senhor, eu sei que tenho muito a avançar. Hoje, eu digo: “Eis-me aqui, Senhor!” Tenho o coração aberto para fazer aquilo que Deus tem para mim. Sou uma pessoa que, muitas vezes, abro mão de mim mesmo, para servir e ajudar pessoas. Algumas pessoas podem não concordar com essa conduta, mas eu opto em ter o meu tempo para ajudar alguém. Sou uma pessoa realizada na minha família, como pai de família e como marido. Sou grato a Deus pelo chamado dEle em minha vida; tenho prazer de fazer o que eu tenho feito para o Senhor. Também sou realizado profissionalmente. Apesar de não estar mais no sistema operacional, tenho buscado ser excelente na área administrativa. Sou satisfeito naquilo que tenho realizado na área profissional.     

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