Graduada da Escola de Missões compartilhou novidades da missão em Moçambique

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A graduada da Escola de Missões Rhema, Célia Regina, enviou carta notícia contando como está sendo sua experiência em Maputo, Moçambique. Confira o relato na carta abaixo.

Graça e paz, amados irmãos!

É com grande alegria que compartilho com vocês sobre o meu tempo no continente africano. Cheguei em Maputo, no dia 23 de maio de 2019, e fui muito bem recebida pelas missionárias Katy e Alessandra, pois os pastores estavam, temporariamente, no Brasil. No meu primeiro culto aqui, fui presenteada pelas mulheres da igreja com uma *capulana .

Me adaptei bem a cultura e ao fuso horário local, graças a Deus não tive nenhuma dificuldade de adaptação e já pude dar início as atividades por aqui.

Tenho auxiliado aos pastores Jorge e Iranice na Igreja Verbo da Vida em Maputo, ministrando a palavra e auxiliando em atividades da Igreja e tenho aproveitado as horas vagas para me envolver em projetos sociais na Jocum.

No dia 01 de junho é comemorado o Dia das Crianças em Moçambique e pude colaborar com algumas atividades desenvolvidas pra elas. Neste mesmo dia, tivemos uma tarde especial de lazer para crianças, distribuímos brinquedos, lanches e realizamos algumas atividades. No dia 15 de junho, comemoramos o Dia das Crianças, com as crianças da igreja, em um ambiente muito divertido com uma tarde de lazer e muitas atividades.

Nos dias 17 a 21 de junho, ministrei sobre “O temor do Senhor”, durante uma matéria no curso da Escola de Treinamento e Discipulado – ETED da Jocum.

No dia 23 de junho, partimos para Beira numa missão que veio do Senhor para o coração de Suellen Emery com o fim de promover um Seminário Bíblico para pastores locais, em Buzi.

O seminário ocorreu do dia 23 ao dia 28 de junho. Levamos alimento espiritual aos pastores e alguns livros que, segundo eles, foi o que mais precisavam no momento. Enquanto podemos desfrutar da Palavra que possuímos com muita fartura e excelência, para eles isso é  bem escasso, principalmente, depois do ciclone, quando eles perderam suas Bíblias e as poucas literaturas que tinham. É por isso eles têm muita fome e sede espiritual. 

Essa foi, para mim, uma das experiências mais marcantes, ministramos o seminário todos os dias, das 9h às 16h com apenas um intervalo para o almoço. Retornamos para Maputo, dia 29 de junho, com muita gratidão por poder ter contribuído com esses corações sedentos da Palavra.

Consegui renovar meu visto por mais dois meses, e precisarei retornar ao Brasil no final de agosto. Creio no favor do Senhor para resolver o visto de residência e retornar para Moçambique ainda este ano.

Agradeço ao Senhor por todos aqueles que têm nos apoiado e sei que muito mais o Senhor ainda fará, neste local, através de nossas vidas. Saiba que você faz parte dessa missão e que contribuir é ir junto!

No amor do Senhor,
Celia Regina.

 

*Os moçambicanos chamam de capulana um pedaço de pano retangular, fabricado em diferentes dimensões. Chega a lembrar a canga de praia usada no Brasil. De algodão, fibra sintética ou outro material, as capulanas combinam uma mistura de cores presentes em variadas estampas.

Fonte: http://br.rfi.fr/africa

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