Bate-papo da Diretoria marcou a manhã de sábado na Conferência Centro-Oeste

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Uma manhã de intercessão, edificação e instrução foi o que vimos na Conferência de Ministros no Centro Oeste.

Antes de tudo, aconteceu um tempo de oração e intercessão com os ministros envolvidos nessa atmosfera de intercessão. Nesse tempo, o ap. Guto Emery incentivou cada ministro a se envolver em oração de intercessão, se colocando no lugar das outras pessoas e segundo ele, isso também é um trabalho produtivo para o Senhor. “O que move o nosso coração… Muitas vezes, é uma oração silenciosa que não dá ibope, mas é uma oração que puxa uma comunhão com Deus mais efetiva. Existem momentos no quais lidamos com coisas que devem ser conectadas e desconectadas de maneira espiritual” destacou.

Em seguida, ele ministrou um pouco sobre a importância de estarmos disponíveis para a oração. “A oração promove intrepidez e segurança. Estamos vivendo tempos difíceis e algumas vezes, você vai gerar coisas em oração não apenas por você, mas por pessoas que talvez você nem conheça. Às vezes, vai precisar sacrificar um pouco a sua carne e estar disponível ao Senhor. Por vezes, vamos mudar a nossa agenda para obedecer ao Senhor. Se somos tão programados para Deus não tocar na nossa agenda, vamos correr riscos” falou Guto.

BIOGRAFIA DO AP. BUD WRIGHT

No primeiro período, os integrantes da diretoria do Ministério Verbo da Vida falaram sobre a Biografia do Ap. Bud Wright, destacando como surgiu e o processo de escrita. Participaram deste momento o ap. Guto Emery, Renato Gaudard, Thiago Garcia, Thiago Borba e o escritor da obra, Perilo Borba.

LIDERANÇA DO AP. BUD WRIGHT

A primeira pergunta foi: “O que mais impactava em vocês no pastor Bud, como líder?”

Para Guto Emery, a parte impactante foi a narrativa da chegada do ap. Bud Wright, desde o momento em que ele estava no Hotel Ouro Branco, “Isso mexeu muito comigo, pois sei a dimensão que essa obediência ao Senhor tomou”.

Já Renato Gaudard destacou o capítulo que relata a chegada a São Paulo, relatos que desconhecia e que revelam muito quem era Bud, que desde o início praticava as mesmas coisas. “É importante ter a percepção de olhar para os fatos em vídeo, e não apenas em fotos. Um filme passa na nossa mente ao ver a biografia” disse ele.

Thiago Garcia destacou a alegria em tê-lo conhecido: “Eu poderia destacar o capítulo 8. Ali vemos a sensibilidade que ele tinha, como caminhoneiro decidiu obedecer ao Senhor e criou aqui no Brasil fundamentos tão sólidos, ele era uma pessoa dirigida por um propósito. O nível de clareza do que deveria ser feito era tão alto que se externou no frutos que vemos hoje“.

Thiago Borba também mencionou a consciência que o apóstolo tinha do chamado e gostou do relato sobre o casamento com Jan Wright: “Aquele foi um pedido de casamento original” falou Borba.

Perilo Borba, como escritor da obra, destacou: “O plano de Deus era para o Brasil inteiro, alcançando o Nordeste e a Paraíba, mas acho interessante a sensibilidade dele em ser fiel e perseverante a direção de Deus”.

É sempre edificante ouvir o que os líderes destacam sobre a importante liderança do nosso ap. Bud Wright.

E, Guto Emery falou também que “Ele não tinha uma ganância no sentido ruim, ele tinha desejo de avançar e alcançar, mas ele não queria ser uma grande estrela, mantinha um coração humilde e recebia de todas as pessoas. Ele dava oportunidade às pessoas e conseguia enxergar nelas valores e isso é uma marca poderosa na vida dele como líder” .

Todos destacaram a capacidade dele de construir algo que estava crescendo e continua crescendo. Falaram do dia em que o ap. Bud Wright partiu, destacando que nada parou, porque ele era um líder que construiu algo que funcionaria mesmo sem a presença dele. Renato chegou a dizer: “Ele soube se fazer desnecessário no final dos seu dias. Isso é liderança eficaz, ele foi e vai continuar sendo muito importante”.

Falaram que ele era forte, mas não era intransigente. Ele sabia ouvir e recebia cada conselho dado. Thiago Garcia mencionou: “Ele, em reuniões, ouvia cada um da diretoria. Como é importante você ter a disposição de ouvir alguém, um ponto de vista diferente ainda que não seja o que você deseja” lembrou Garcia.

Thiago Borba comentou que o ap. Bud era certeiro, inspirado por Deus nas coisas espirituais e naturais, sabia princípios de liderança e os colocava em prática no ministério.

O bate papo foi encerrado com a equipe contando algumas histórias interessantes que vivenciaram com o apóstolo.  Guto e os demais integrantes da diretoria lembraram muitos fatos engraçados envolvendo o Ap. Bud Wright, destacando que o nosso líder era gente como a gente e fazia questão de mostrar a sua humanidade. Ele sabia que tinha dificuldade de manter o peso ideal, ele brincava muito, era divertido no dia a dia.

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LIDERANÇA

Após um intervalo eles usufruíram de mais um bate-papo, desta vez falando sobre Liderança. Guto Emery começou dando preciosos conselhos através de perguntas feitas durante o bate-papo.

A primeira pergunta foi: Estando eu em uma conexão divina com minha liderança, servindo com excelência e dedicação, é possível o Senhor apontar para uma nova conexão divina? Em outro estado ou país por exemplo? Se sim, como fazer esta comunicação de forma excelente?

Guto respondeu: “Entendo que todo crente deve saber entrar e sair das coisas. Para não fragilizar relacionamentos, você precisa saber negociar. Mesmo que você tenha uma direção de Deus existe um tempo, não dê um pulo nessa direção e se a liderança lhe pede que fique um pouco mais, obedeça. É importante a entrada e saída de um lugar. Saiba respeitar as pessoas que Deus colocou na liderança, seja ético no que for fazer, saiba entrar e sair”.

Os ministros ouviram muitos conselhos  e dicas preciosas para perguntas como essa: “Se meus líderes têm uma visão para minha vida ministerial, mas em meu coração existem instruções que parecem não fazer parte daquilo que eles percebem a meu respeito? O que fazer?”.

Renato respondeu: “Em primeiro lugar o ministro deve ficar alegre e feliz se o seu líder tem uma visão para a sua vida. A melhor maneira de você afinar as suas ideias é conversando com o seu líder e ouvindo aquilo que ele tem para você”.

Garcia respondeu à pergunta “Como ajudar um líder centralizador?” da seguinte forma: “É importante saber que o liderado não pode resolver todos os problemas do líder, mas um líder centralizador vai ser ajudado pela supervisão”.

Teve perguntas interessantes e uma delas foi: “Não temos pastoras no Verbo da Vida, mas isso deixa uma brecha para outros nomes para as mulheres, como por exemplo, Mama. Temos só uma Mama, a nossa Jan, ou podemos chamar as esposas de Mama também? Pergunto porque vejo um desequilíbrio, uma idolatria. Esposas querendo trazer pra si uma atenção, até mesmo uma manipulação”.

Guto respondeu: “Essa é uma boa pergunta. Mas Mama não é outro dom ministerial. Chamamos Mama porque queremos dizer mãe, e isso é respeito, minha esposa Suellen por exemplo, não gosta de ser chamada assim, mas isso não é nocivo, não celebramos no Ministério tanto os títulos. Eu chamava o Ap. Bud como pastor, era a minha forma de chamar, não existe um padrão no Ministério. Eu não chamo Jan de Mama, mas não é uma exigência dela. No Ministério não ignoramos as mulheres no chamado ministerial. A mulher tem um lugar importante, está no púlpito, prega e ensina. Respeitamos todos os ministros e podemos chamar um ao outro como está em nosso coração e como a liderança permite”.

Tantos outros temas foram abordados durante esse bate-papo como: ministério, família, disciplina, entre outros, com perguntas muito interessantes, e com isso, muitas instruções foram transmitidas nesse período.

A Conferência de Ministros segue hoje à noite.

 

 

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