A auto-aprovação

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“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (II Timóteo 2.15)

Hoje em dia, é muito comum a ideia de que alguém seja “apresentado por outra pessoa” como sugestão para o desempenho de alguma função ministerial em alguma igreja ou instituição cristã. Mesmo reconhecendo a autenticidade deste procedimento e podendo até encontrar exemplos bíblicos para isso, o ponto que quero abordar trata sobre o aspecto pessoal e particular da vida do jovem ministro.

No texto acima, Paulo falava sobre a importância do ministro se apresentar aprovado. Essa orientação dada por Paulo nos indica uma responsabilidade individual, particular, que cada um tem de apresentar a si mesmo a Deus, ao contrário da ideia de “ser apresentado”.

Não devemos esperar ser apresentados por qualquer pessoa que seja: Um pastor, um supervisor de campo ou qualquer outro por quem tenhamos forte consideração ou que pensemos ser os “responsáveis” pelo nosso progresso no ministério.

Por mais que outras pessoas reconheçam as habilidades que Deus nos tenha dado para o ministério, por maiores que sejam as condições que alguém tenha de nos oferecer oportunidades, por maior que seja a influência que tenhamos recebido de alguém, ainda assim, jamais estará em outra pessoa, a causa e a razão pela qual entraremos e permaneceremos no ministério da obra de Cristo.

“Está aprovado”, como disse Paulo no texto escrito a Timóteo, é uma questão pessoal, particular, individual. Mesmo correndo o risco de parecer redundante, quero dizer que acredito que precisamos desempenhar o papel de “atores principais” da nossa própria vida, ao invés de esperar que outros desempenhem esse papel por nós.

As pessoas não podem nos capacitar para o ministério, nem tampouco nos impedir de avançar quando já estamos nele. Não é correto acreditar que estamos sendo impedidos de avançar no plano de Deus para a nossa vida por causa de outras pessoas.

Se eu me apresentar aprovado, divina e devidamente qualificado, não há coisa alguma que possa me deter no cumprimento daquilo que Deus tem como projeto para mim. Não é pequeno o número de pessoas que foram chamadas por Deus para o ministério e que se sentem frustradas porque acreditam que foram prejudicadas ou sabotadas por outras.

Algumas destas pessoas se sentem desvalorizadas, pois acreditam que não receberam o justo reconhecimento por aquilo que supostamente eram capazes de realizar, por causa da falta de reconhecimento do potencial que elas possuem. No entanto, isso nos leva a um questionamento simples e verdadeiro: O fato de reclamarem da falta de prestígio ou reconhecimento, o fato de se sentirem frustradas e magoadas pela reputação que nunca alcançaram diante dos outros, não é um indício claro de que tais pessoas nunca estiveram realmente “prontas” ou “aprovadas” para suportar a pressão de se estar no ministério?

A Bíblia diz que Deus estabelece cada um no corpo como convém. Sabendo disto, devemos confiar que é Ele quem nos estabelecerá no lugar devido a cada nova fase ministerial, embora Ele possa até usar pessoas para isto, e por esta razão temos confiança de que produziremos segundo a Sua vontade em cada período.

Pensar que pelo fato de algumas pessoas influentes não estarem fazendo por nós o que poderiam, explica alguma falta de sucesso ou insatisfação, faz com que alguns ministros invistam seu tempo e emoções numa direção errada, ao invés de se consagrarem ao próprio desenvolvimento.

Paulo disse a Timóteo que o obreiro que se apresenta a Deus aprovado é aquele que “não tem do que se envergonhar” e associa esta declaração ao bom uso das verdades da Palavra de Deus em sua própria vida.

Você percebe que o foco principal não era qualquer avaliação da vida de outros, ainda que em outros contextos pudéssemos considerar isso também, mas, no caso do texto em questão, Paulo fala sobre a “auto apresentação” a Deus, o que também nos dá uma ideia de auto avaliação.

Facilmente poderíamos nos adequar a comportamentos aceitáveis para que recebêssemos a aprovação das pessoas, no entanto, além de Deus, somente nós mesmos conhecemos as reais motivações que nos levam a agir de uma determinada forma. E, por isso, devemos nos avaliar constante, honesta e sinceramente, para que possamos nos apresentar a Deus como obreiros aprovados, com toda a confiança que a nossa consciência pede.

“Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com santidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria humana, mas na graça divina, temos vivido no mundo e mais especialmente para convosco” (II Coríntios 1.12)

O testemunho da nossa consciência é dado para nós sobre nós mesmos. É algo individual, particular, pessoal. Devemos nos apresentar a Deus aprovados, sem ter do que nos envergonhar, pois “bem aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova” (Romanos 14.22).

Certamente, não há maior constrangimento do que esse: Sermos condenados por nós mesmos, pela nossa própria consciência.

Precisamos, então, tentar encurtar a ponte que separa o que estamos fazendo daquilo que sabemos que podemos fazer.

3 COMENTÁRIOS

  1. O PROFETA HERÊNIO RAMIRO É UM HOMEM DE DEUS.POIS SENDO UM ENVIADO DE DEUS AQUI NA TERRA CONSEGUIU SANAR UMA DOR QUE EU TINHA A MAIS DE 04 ANOS DE HERNIA DE DISCO.TUDO OCORREU NA IGREJA VERBO DA VIDA DE RIO DOCE EM OLINDA. AGORA PASSO O MILAGRE DA CURA PARA AS PESSOAS QUE ME CONHECEM E QUE NÃO ACREDITAM EM DEUS E QUE TAMBÉM TINHA O CONHECIMENTO DESTA DOR.ISTO TUDO É FRUTO DA HONRA E GLÓRIA DE DEUS.QUE DEUS CONTINUE ABENÇOANDO O PROFETA HERÊNIO PARA CURAR MAIS E MAIS PESSOAS.POIS EU CONTINUO MOSTRANDO PARA OS ÍMPIOS O QUANTO DEUS É MARAVILHOSO E MILAGROSO. OBRIGADO DEUS POR TER COLOCADO O PROFETA HERÊNIO RAMIRO E O PASTOR CLEONE EM MINHA VIDA.GRAÇA E PAZ PARA TODOS.

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