Ativando dons e riquezas

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por Marizete Garcia

“Por isso, também eu, tendo ouvido a fé que há entre vós no Senhor Jesus e o amor para com todos os santos, Não cesso de dar graças por vós, fazendo menção de vós nas minhas orações, para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos conceda espírito de sabedoria e de revelação no pleno conhecimento dele, iluminados os olhos do vosso coração, para saberdes qual é a esperança do seu chamamento, qual a riqueza da glória da sua herança nos santos e qual a suprema grandeza do seu poder para com os que cremos, segundo a eficácia da força do seu poder“ (Efésios 1.15-19).

Quero começar dizendo que nada mundano ou diabólico tem a palavra final na sua vida. A palavra final que temos sempre é a do Senhor, porque no centro de tudo temos Cristo. Ele é quem governa a igreja. A igreja não é periférica ao sistema do mundo, mas o sistema do mundo é periférico à igreja. Você domina e governa.

Declare: “Eu tenho força sem fim e poder sem limites!”.

Por que temos força sem fim e poder sem limites? Porque o Senhor nos deu isso, faz parte da nossa redenção. Devemos amar, abraçar e cuidar do propósito de Deus para a nossa vida com força sem fim, baseados na alegria d’Ele que é a nossa coragem e a nossa força.

É a Palavra de Deus que nos traz ousadia para que permaneçamos firmados e arraigados nela. Seja incomum e sobrenatural!

“Estando Eliseu padecendo da enfermidade de que havia de morrer, Jeoás, rei de Israel, desceu a visitá-lo, chorou sobre ele e disse: Meu pai, meu pai! Carros de Israel e seus cavaleiros! Então, lhe disse Eliseu: Toma um arco e flechas; ele tomou um arco e flechas. Disse ao rei de Israel: Retesa o arco; e ele o fez. Então, Eliseu pôs as mãos sobre as mãos do rei.

E disse: Abre a janela para o oriente; ele a abriu. Disse mais Eliseu: Atira; e ele atirou. Prosseguiu: Flecha da vitória do Senhor ! Flecha da vitória contra os siros! Porque ferirás os siros em Afeca, até os consumir. Disse ainda: Toma as flechas. Ele as tomou. Então, disse ao rei de Israel: Atira contra a terra; ele a feriu três vezes e cessou. Então, o homem de Deus se indignou muito contra ele e disse: Cinco ou seis vezes a deverias ter ferido; então, feririas os siros até os consumir; porém, agora, só três vezes ferirás os siros.”  (II Reis 13.14)

Hoje, nós vamos ativar dons e riquezas. Nosso ministério dá ênfase aos dons do Espírito. Estamos em um tempo precioso onde não há atrasos e no qual Deus possibilita, por meio da sua Palavra, que nós venhamos a desejar os dons do Espírito.

Existe uma profecia de Joel que diz que nos últimos dias Deus estaria restaurando e restituindo a operação dos dons espirituais, além da restituição das riquezas. Nesse tempo, ressuscitaremos os dons espirituais e as riquezas para que andem juntos.

Podemos ser ricos e ungidos… claro. Você está no meio de pessoas ricas e ungidas. Podemos abraçar riquezas lícitas enquanto nós desenvolvemos dons espirituais. É necessário que haja esse desejo em nossa vida.

O apóstolo diz que nós devemos desejar os dons do Espírito — dons inspiracionais, dons de poder, curas e milagres. E o que temos feito? Desejado…

Quando observo esse texto, vejo Eliseu enfermo, à beira da morte, sem abrir mão, de forma nenhuma, daquilo para o qual havia sido chamado. Um profeta aprovado, com milagres dobrados. Uma vida inteira honrando o Senhor. E, ainda assim, em um leito de morte, ele não deixa de operar nos dons, não deixa de profetizar, de dar comandos, de atuar pelo espírito, nem de impor as mãos.

Nós estamos vivos, ativos, e precisamos ativar essas coisas em nossa vida, sem medo e intimidação. Devemos declarar aquilo que a Palavra diz e nos movermos de forma correta no tocante às últimas ondas do Espírito. Uma dessas últimas ondas para a igreja é CURA DIVINA. E nós precisamos acreditar nisso e deseja ativar os dons do Espírito!

O profeta poderia dizer “estou velho”, mas “velha é a estrada”, nós só crescemos e nos tornamos experientes. Precisamos abrir os nossos olhos espirituais, entendendo que o instrumento somos nós. Se nós não fizermos alguma coisa com aquilo que nos é confiado, enterraremos o que Deus nos deu, quando deveríamos multiplicar.

 

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