Fruto do espírito

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por Perilo Borba

Vou falar um pouco sobre um dos assuntos de uma das matérias do Rhema chamada “O Fruto do espírito”.

“Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis a concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer.

Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais sob a lei. Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.

Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei” (Gálatas 5.16-23).

Esse é o texto base da matéria “Fruto do Espírito”. Andar no espírito é andar na prática do Fruto do Espírito. É ter uma vida espiritual, que pratica os valores espirituais. Nós somos um espírito, você não é o corpo que vê por fora, você é espírito, habita nesse corpo e tem uma alma com emoções e intelecto. Quando aceitamos a Jesus como nosso Senhor e salvador, quando confessamos a Ele, recebemos um coração novo (Ezequiel 36.26). Por isso Jesus usou a expressão “Novo Nascimento”. Também recebemos a vida de Deus, o DNA de Deus, a semente incorruptível ( ver I Pedro 1.23)

De acordo com o módulo do Rhema: O fruto do espírito é a manifestação da natureza de Deus implantada em nós mediante o novo nascimento. Nesta matéria, aprenderemos que, uma vez enxertados na “videira verdadeira” que é Jesus Cristo, temos como consequência em nossa vida diária a produção dos frutos segundo a espécie da árvore da qual somos ramos, manifestando visivelmente a essência que está em nós por causa da presença de Deus (ver Gálatas 5.22-23 e Efésios 5.8-9).

Então o fruto é algo visível. Jesus disse que pelos frutos a árvore é conhecida. Como você tem sido conhecido? Você tem sido chamado de filho de Deus ou só você se chama de filho de Deus?

Em Atos, os discípulos foram chamados de “Cristãos”, porque as pessoas viram que eles tinham os mesmos princípios e aparência que Cristo. Assim como Jesus dividiu a história, a nossa vida precisa ser dividida, precisamos ser diferentes quando nascemos de novo, porque fomos enxertados n’Ele.

“Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda. Vós já estais limpos pela palavra que vos tenho falado; permanecei em mim, e eu permanecerei em vós.

Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora, à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam” (João 15.1).

Para evidenciarmos essa vida de amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio temos que permanecer em Cristo, em comunhão. Permanecer n’Ele e na Palavra e quanto mais eu manifesto o fruto, mais ele me molda com a Palavra. Sempre vamos poder nos alegrar mais, ter mais paz, nos dominar mais, sermos mais fiéis, benignos, solidários, generosos e como é bom entender que por causa de Cristo, por causa desse novo nascimento e dessa mudança tremenda que aconteceu dentro de nós, podemos dar fruto. Precisamos renovar a nossa mente para viver de acordo com a nova natureza que recebemos: a natureza de Deus e Deus é Amor.

“E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna” (João 3.14).

Haviam coisas que antes de nascer de novo você não podia fazer, mas uma vez que você nasce de novo tem algo dentro de você que é maior do que o que está no mundo, que pode lhe inspirar a viver diferente. Os frutos que antes você não podia dar, agora você pode dar, porque você agora é um ramo da videira verdadeira. Você agora pode perdoar, pode oferecer a outra face, pode se submeter, pode controlar a sua boca e não dar a resposta que antes daria.

Em 2006, estudei essa matéria com o apóstolo Bud Wright e me lembro de algumas frases marcantes que anotei. Uma delas foi:

“Nunca diga: ‘Eu estou sem paciência’. Nunca diga: ‘Eu não tenho paciência’. Esse mesmo princípio se aplica para todas as outras características do fruto do Espírito.”

Nós temos essas características, só precisamos frutificar. 

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