Somos prósperos em Deus

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por Rafaela Brandão
*Graduada na Escola de Ministros  e de Missões Rhema.

Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão fartamente os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares” (Provérbios 3.9 -10).

Deus quer nos ver prosperando em todas as áreas de nossa vida (espírito, alma, corpo, relacionamentos e finanças) essa é a Sua vontade. É o propósito d’Ele nos abençoar nas finanças para sermos bênçãos para outras pessoas e para o Seu Reino.

Receber e dar (bênção maior ainda) andam juntas. A prosperidade está ligada à bênção e a pobreza à maldição. Para Deus poder abençoar as pessoas, elas precisam eliminar crenças e pensamentos errados sobre finanças, quando essas fortalezas forem destruídas, será fácil crer e receber a provisão vinda de Deus. Prosperidade é a vontade de Deus e devemos confiar n’Ele como nosso provedor, Seu propósito para nos fazer prosperar é para que cumpramos os Seus planos através da nossa vida. Quanto mais você dá, a medida do fluir na prosperidade é maior. O receber tem a ver com a nossa fé e o dar com o nosso amor.

Devemos colocar em nosso coração que seremos uma bênção para ajudar os outros, fazer o Evangelho se espalhar.

“Jamais cobicei a prata, o ouro ou as roupas de alguém. Vocês sabem que estas minhas mãos trabalharam para prover as minhas necessidades e as dos que estavam comigo. Fui exemplo constante de como podemos, com trabalho árduo, ajudar os necessitados, lembrando as palavras do Senhor Jesus: ‘Há bênção maior em dar que em receber’”  (Atos 20.33-35).

Precisamos entender o princípio da mordomia, o nosso dinheiro não é nosso, mas é de Deus e o dinheiro nos foi confiado para suprir nossas necessidades e usá-lo para expandir o Reino d’Ele aqui na terra. A nossa eternidade será afetada e os galardões que receberemos com o que fazemos com o nosso dinheiro neste mundo. O princípio da mordomia é a fidelidade, devemos ser bons mordomos e usar bem o dinheiro que Deus nos dá. Devemos honrá-lO e reconhecê-lO como Senhor das nossas finanças, entregando a Ele a primeira parte do nosso rendimento, que representa toda nossa riqueza. Assim, Ele pode liberar sua bênção para abençoar nossas finanças.

“Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida”                                                      (Malaquias 3.10).

As primícias para nós, hoje, como a única diretriz básica de Deus de acordo com a Palavra, é o dízimo. Ele foi praticado antes, durante e depois da lei no Novo Testamento. Se entregamos fielmente o dízimo com fé, Deus irá nos recompensar por nossa obediência. No Novo Testamento é diferente da lei, que era algo compulsório, devolver o dízimo é feito com alegria, sem ser forçado. A morte e ressurreição de Jesus liberou para nós todas as bênçãos.

“E isto afirmo: aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará. Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria. Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra, como está escrito: Distribuiu, deu aos pobres, a sua justiça permanece para sempre. Ora, aquele que dá semente ao que semeia e pão para alimento também suprirá e aumentará a vossa sementeira e multiplicará os frutos da vossa justiça, enriquecendo-vos, em tudo, para toda generosidade, a qual faz que, por nosso intermédio, sejam tributadas graças a Deus. Porque o serviço desta assistência não só supre a necessidade dos santos, mas também redunda em muitas graças a Deus” 
                        (II Coríntios 9.6-12).

Sua motivação ou foco não deve estar nas riquezas deste mundo, mas em Deus e Seus propósitos. Precisamos ter as motivações corretas em nosso coração para servir ao Senhor e assim sermos abençoados e ser uma bênção maior para outras pessoas e para o Reino d’Ele.

Devemos fazer nossa alma prosperar no Senhor e na Sua Palavra, para que não sejamos corrompidos quando Ele nos abençoar, pois Deus se importa que as coisas não venham nos possuir. Deus não quer que o dinheiro fique na mão dos pecadores, mas precisamos ter autoridade no nome de Jesus para transferir as riquezas para nós.

Quando abrimos a nossa boca e falamos palavras, estamos plantando e vamos colher conforme falamos. Quem não planta, nunca colherá. A medida de prosperidade que temos não vem de quanto possuímos, mas de quanto flui por nosso intermédio.

Deus é quem dá o crescimento e multiplica a semente que plantamos. Precisamos de sabedoria para gerenciar nossa vida e também nossas finanças. Se recebemos sabedoria, com ela vem riquezas e honra, ela nos faz prosperar e manifesta a bênção de Deus em nossa vida.

“Feliz o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento; porque melhor é o lucro que ela dá do que o da prata, e melhor a sua renda do que o ouro mais fino. Mais preciosa é do que pérolas, e tudo o que podes desejar não é comparável a ela. O alongar-se da vida está na sua mão direita, na sua esquerda, riquezas e honra. Os seus caminhos são caminhos deliciosos, e todas as suas veredas, paz. É árvore de vida para os que a alcançam, e felizes são todos os que a retêm” (Provérbios 3.13-18).

 

1 COMENTÁRIO

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