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Série: Ideologia de gênero – Parte III

lenise
Lenise Freitas
Graduada da Escola de Ministros Rhema

Estamos encerrando a série sobre ideologia de gênero e você pode ler o texto anterior clicando aqui Não estamos aqui para fazer propaganda do inferno, nem espalhar medo, mas precisamos estar atentos às artimanhas de satanás e não podemos ignorar seus ardis. Assim como Deus tem uma agenda para sua Igreja nestes últimos dias Enquanto estivermos aqui nossa missão é deter o anticristo e ganhar vidas para o verdadeiro Cristo. Satanás por sua vez também possui sua agenda e tem usado seus profetas que ele engana e escraviza. Precisamos ter em mente sempre que nossa luta não é contra carne e sangue, rejeitamos idéias, mas não rejeitamos pessoas.

Recentemente o deputado Jean Willys, publicou em suas redes sociais “Com perseverança e empatia nós vamos ocupar todos os espaços e dar cada vez mais visibilidade à luta das pessoas trans por respeito e dignidade”.

A princípio fiquei assustada quando ele afirmou que pretendiam ocupar todos os espaços, mas o Espírito Santo me acalmou e me fez lembrar que só se pode ocupar aquilo que está vazio.  Então, vamos transbordar essa Palavra!

Sobre Jean Willys, já que o citei, gostaria de ressaltar que ele é também uma autoridade e nosso papel é respeitá-lo como autoridade e orar por ele, podemos ter resultados como eu creio a Igreja primitiva teve com um homem chamado Saulo, mais conhecido hoje como Paulo de Tarso.

Ações em andamento Pró-Ideologia de Gênero, em nosso país, que precisamos conhecer:

Em 2004 o Governo Federal lançou o programa Brasil sem Homofobia. Somos a favor  do combate ao preconceito e a Homofobia. A problemática é que essa campanha contra Homofobia, além de não definir o que é Homofobia, promove também a instituição da homossexualidade, da Ideologia de Gênero (identidade de Gênero), do sexo fora do casamento como algo perfeitamente saudável e desejável.

Em 2011 a Câmara dos deputados, através de parlamentares cristãos, vetou um Kit que seria distribuído às escolas com ensinamentos que ultrapassavam o papel da escola invadindo o direito da família de educar seus filhos com seus próprios valores. Esse kit ficou conhecido como “Kit gay”.

A bancada pró-diversidade, juntamente com o MEC, em uma manobra, passou esta área para administração dos municípios, crendo que descentralizando seria mais fácil driblar os “conservadores”. No entanto muito material e conteúdo pró-diversidade está embutido em livros didáticos e paradidáticos.

Além disso, a mídia tem contribuído sistematicamente para o doutrinamento pró-diversidade, através de programas, novelas, filmes e séries.

A moda tem se posicionado a favor da neutralidade de Gênero.

Redes Sociais tem aderido a campanhas pró-diversidade.

Em muitos lugares onde formulários anteriormente apresentavam  a opção “sexo”, hoje vemos a opção gênero.

Eventos antes GLBTS tem se tornado “Culturais” e entraram para o calendário das cidades – Parada gay – um programa para família?

E como já dissemos, uma das grandes bandeiras GLBT atuais está a luta pela despatologização da transexualidade . Querem retirar a transexualidade, a travestilidade e manifestações de gênero que escapam da noção binária homem/mulher da Classificação Diagnóstica e estatística de Doenças- CID, da OMS e do manual Diagnóstico e Estatístico das Doenças mentais – DSM, da Associação Psiquiátrica Americana.

Se um dia a despatologização da transexualidade realmente acontecer.

Que faremos? Continuaremos com a Palavra.

Diante de tantas questões, que podemos fazer?

Somos chamados para ser sal e luz e fazermos diferença em nossa geração.  E para isso temos a Graça, o nome de Jesus, fomos equipados com  espírito de ousadia e equilíbrio. Nossas armas são espirituais e podemos ainda sempre com amor e moderação tomarmos também, medidas naturais.

Agirmos politicamente contra essas imposições.

Como pais, acompanharmos e nos organizarmos contra a Educação Sexual fora dos padrões Bíblicos na Escola.

Acima de tudo, mantermos nossos espaços ocupados com a Palavra.

Instruirmos nossos filhos, crianças, adolescentes e jovens acerca desses enganos.

Usarmos a oração e o poder da intercessão por nossas famílias e pelo nosso país.

Se não pudermos evitar as tempestades, nossas casas estarão firmes na Rocha.

“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.

O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco.”

Filipenses 4:8-9

Fontes utilizadas para pesquisa:

CNBB, diversos. OMS, diversos. Associação Americana de Pediatria, site. – Jesus, Jaqueline Gomes de. Orientações Sobre Identidade de Gênero: conceitos e termos, Brasilia, 2012. E outros.

*Lenise Lopes de Freitas , líder do Ministério Graça e Verdade, que atua na área de questões que envolvem sexualidade na  IVV Pedra de Guaratiba. Formada na EMR, autora do Livro Como Deus Planejou Você: Questões Sobre Sexualidade, Graça e Fé

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