
Graduada da Escola de Ministros Rhema
Certo dia, vi uma reportagem sobre adoção de filhos na televisão. Dentre muitas coisas que me emocionaram, uma me chamou a atenção: A decisão de escolher alguém até então desconhecido para amar.
Na ocasião, vi a história de um casal que adotara 8 crianças e todas em situações precárias. Fiquei pensando e chorando por horas sem conseguir entender que tipo de amor era aquele. Em meio aos meus questionamentos, o Espírito Santo me fez pensar numa cena. Não sei você, mas às vezes, essa é uma forma dEle falar comigo, através de sonhos, parábolas, enfim.
Ele me levou a uma cena e, nela, eu chegava numa casa de adoção. Lá haviam várias crianças e uma mulher me apresentava a todas elas, me falava detalhes de personalidade, cor de pele, tamanho, idade e a maioria parecia muito “boa”. Era como se ela estivesse fazendo uma propaganda das crianças – no bom sentido. Ela ia me apresentando para que eu pudesse escolher de qual eu iria gostar, já que deveria adotar apenas uma.
Ao final daquela apresentação, a mulher me perguntou se eu já havia decidido. Saí imediatamente da cena e vim para a vida real sem a resposta. Em mais lágrimas ainda, eu vi aquela criança, que é Pedro (meu filho), dormindo nos meus braços. Aquela voz doce do Espírito me perguntava: Você o escolheria?
Nesse dia, entendi o Seu amor por mim. Me escolheu mesmo com todas as minhas limitações e imperfeições. É esse amor que nos capacita a amar os imperfeitos e adotarmos o desconhecido.
“Te amei com amor eterno, com amor Leal te atraí pra Mim” (Jeremias 31.3b)
*Texto retirado do Site da Igreja Verbo da Vida Sede em Campina Grande-PB














