Deputada Ana Campagnolo participou da live “Coisas de Mulher”

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Na segunda (28), começou uma nova temporada da live “Coisas de Mulher”, com Juliana Borba. A programação voltou com tudo, contando com a participação da deputada estadual de Santa Catarina, Ana Campagnolo, professora de História e autora do livro “Feminismo: Perversão e Subversão”.

A live aconteceu no canal do YouTube da Igreja Verbo da Vida Sede, em Campina Grande (PB), e contou com um público expressivo conectado.

“Coisas de Mulher” começou a ser realizada no ano passado, através das transmissões no próprio Instagram de Juliana Borba. Ao longo de meses, a ministra convidou diversas mulheres para conversas repletas de conselhos sobre saúde, relacionamentos, chamado, entre outros temas.

Agora, a live retornou com um formato diferenciado e, na abertura dessa nova fase, Juliana conversou com sua convidada sobre feminismo. Na ocasião, a conversa girou em torno do primeiro livro antifeminista do Brasil, que se tornou referência quando se trata desse tema.

Antes da live, a anfitriã falou das suas expectativas: “Estamos vivendo dias muito importantes. Jesus está perto de voltar e o mundo está cada vez mais louco. A Igreja é coluna e farol da verdade nesse mundo. Vamos conversar sobre o feminismo e esse é um assunto muito atual. Temos vivido tempos em que muito se fala sobre aborto e identidade de gênero, por exemplo, coisas que fazem parte do movimento feminista. Precisamos entender o que está sendo falado e, como Igreja, saber como Deus quer que nos posicionemos”.

Recentemente, a ministra pregou na Igreja Sede com o tema “Femininas sim, feministas não!”. (Clique aqui para assistir a mensagem). Com este mesmo título, a live de ontem foi rica em instruções sobre o assunto. Juliana reservou diversas perguntas para Ana e também revelou que foi aluna dos cursos dela em diversas plataformas. “Ana, muito obrigada! Como ministra de Deus e pela inspiração do Espírito, quero dizer que, assim como Ester, você foi levantada para um momento como este”, disse Juliana.

A primeira abordagem foi sobre a definição do feminismo. Ana contrariou uma das definições mais comuns sobre o movimento feminista e destacou: “A mulher que não é feminista é aquela que não acha que as mulheres são superiores ou merecem um tratamento superior”.

Ela também disse que o feminismo é um movimento que alega estar lutando pelos direitos das mulheres, mas que se desconfigurou e luta pela revolução sexual, pela ideologia de gênero, destruição do feminino e do masculino, subversão das identidades, incentivo ao divórcio, liberação do aborto, desprezo pela família e cristianismo. A deputada garantiu que os direitos que as mulheres têm na atualidade, como o direito do voto ou à propriedade, não são inerentes ao feminismo, tão somente, mas ao próprio liberalismo e, segundo ela, estas conquistas viriam, independente da existência do feminismo.

No decorrer da live, temas como família, casamento, referências bíblicas e um pouco de história temperaram a conversa. “Precisamos considerar o que acontecia em cada civilização de acordo com sua época”, comentou Ana, falando sobre a maneira que se deve avaliar fatos do passado.

Juliana pediu que ela também deixasse um recado para os jovens que podem estar sendo perseguidos pela sua fé em lugares como universidades, sendo tentados a abandonarem suas raízes cristãs.  A deputada explicou que, para ela, o que ajudou foi a base familiar. “O que acontece em universidades é uma pressão de grupos […]. Seus colegas de escola e de faculdade não  amam você. Enquanto for bom para eles andarem com você, eles vão andar. A partir do momento em que você se tornar crente, careta, brega ou fizer algo que o grupo não aprove, eles vão abandoná-la. Mas os seus pais não”, disse ela, explicando que a família é quem ama, cuida e não deve ser deixada de lado. Ela indicou o livro “O imbecil juvenil”, de Olavo de Carvalho e também deixou a dica do versículo bíblico de I Pedro 3.15, enfatizando a importância de saber defender a razão da sua fé.

No fim, a ideologia de gênero ficou em pauta e as ministras alertaram que não se deve abrir mão das convicções cristãs por causa da opinião de outros. Segundo Ana, “estão transformando a nossa religião em preconceito”, no entanto, ela garante que é necessário seguir firme, sem deixar de dedicar respeito a todos.

Em seguida, Juliana convidou Ana Campagnolo para uma rápida live no Instagram e deixou as espectadoras curiosas para uma resposta que Ana daria para a pergunta: “É impossível ser cristã e ser feminista?”. Clique aqui para acessar o vídeo no Instagram.

As lives “Coisas de Mulher” serão realizadas toda última segunda-feira do mês. Inscreva-se no canal da Igreja Sede no YouTube e aguarde a próxima convidada ilustre!

Confira a live deste mês completa no YouTube:

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