Verbo FM

Conheça a história do missionário Aleidson Santos

Um homem cheio de alegria e muito ativo no Reino, que passou pelo vale da sombra da morte ao ser diagnosticado com uma doença irreversível.

O testemunho do missionário Aleidson Santos vai impactar a sua vida. Você vai conhecer a história de um homem cheio de alegria e muito ativo no Reino de Deus, mas que um dia passou pelo vale da sombra da morte ao ser diagnosticado com uma doença irreversível. Ao contrário do que o médico previu, ele saiu vitorioso daquela situação, saltando como um bezerro saindo da estrebaria. 

Nascido de novo

Aleidson Santos veio ao mundo em 1979, na cidade de Cabedelo (PB). Por causa do trabalho da sua mãe, eles se mudaram para João Pessoa (PB). Sua mãe foi a primeira na casa a entregar sua vida a Jesus. Em 1996, ela levou Aleidson para o Acampamento Verbo da Vida, em Campina Grande (PB), no período do Carnaval. Ele nem queria ir e estava chateado com tal viagem. 

Quando Aleidson pisou na igreja, ele foi envolvido pela adoração naquele lugar. “Eu me encantei com os louvores. O pastor que dirigia o louvor estava correndo dentro da igreja e eu pensei: Isso aqui é melhor que Carnaval. Assim, no último dia de Acampamento, aceitei Jesus. Mas eu não queria ir à frente. Aí, um irmão colocou a mão em meu ombro dizendo: ‘Eu vou com você’. Quando eu vi, já estava lá na frente entregando minha vida ao Senhor”, contou o missionário.

Quando voltou para João Pessoa, que na época não tinha Verbo da Vida, ele frequentou uma igreja tradicional e, com pouco tempo, afastou-se do Evangelho. Somente dois anos depois, ele se reconciliou em outra igreja e começou a namorar uma moça de lá. Ela o levou para a Escola Dominical e ele se interessou muito pelo ensino da Palavra. Aleidson permaneceu naquela igreja, até que um dia, em uma padaria, viu um cartaz do Centro de Treinamento Bíblico Verbo da Vida. Ele não perdeu tempo, matriculou-se na Escola, concluindo os estudos no ano 2000. 

Aleidson disse que o Rhema realmente fez uma reviravolta em sua vida. “Foi como se eu retornasse àqueles dias de Acampamento, vendo o pastor correr, cantando, todo aquele avivamento, pessoas sendo curadas… Assim, eu abri mão da minha juventude de shows, de festas, para me encaixar naquilo que antes pensava ser careta. Cursando o Rhema, tudo em mim foi trabalhado pelo Espírito Santo. Comecei a me ver como alguém que tinha um chamado, um ministério”. 

Quando concluiu o Rhema, o jovem crente foi convidado para servir naquela Instituição. Ele começou trabalhando na cantina e depois na livraria. Quando a irmã Marizete Garcia assumiu a diretoria da Escola, o convidou para ser o primeiro tesoureiro. Com um tempo, passou a ser o vice-diretor e, por fim, também foi convidado a ser o diretor do Rhema, cargo que ocupou por três anos. E sua jornada na Escola continuou. Foi vice no Rhema de Intermares, onde também começou a dar aulas.

E foi nesse contexto do Rhema, em 2007, que conheceu a sua esposa Deyse Santos. Ele lembrou que ela acompanhou uma amiga, em comum, que foi fazer uma prova de reposição na Escola. Foi ali que sentiram uma atração um pelo outro e começaram a “paquerar”. “O ano de 2007 foi o período em que eu estava estudando na Escola de Ministros. Até pensamos que não seria possível casar no ano seguinte por conta do investimento que fiz nessa Escola, realizada em Recife (PE). Mas em 2008, nos casamos”, contou.

Nascido de novo, de novo

Tudo estava muito bem. Aleidson estava progredindo em sua carreira ministerial e formando sua linda família. Ele e Deyse tiveram uma filha: Sophie, que hoje tem 11 anos. Até que, em 2017, já como professor do Rhema, quando voltou de um tempo de aulas em Santos (SP), ele se sentiu com a mente muito cansada e com muita dor de cabeça. Na época, ele trabalhava como motorista de aplicativo. Foi ali dentro do carro, enquanto fazia uma corrida, que ele teve a primeira convulsão, que o fez perder o controle da direção. Uma roda do automóvel subiu a calçada e logo parou. Ele disse que, apesar da crise, estava consciente e percebendo tudo que acontecia, mas não tinha nenhum controle do corpo.

“A moça que estava como passageira começou a gritar por socorro. Ela dizia: ‘Socorro, o motorista está tendo um infarto!’. Na mente, eu percebia tudo que estava acontecendo e, ali naquele momento, pensei que estivesse morrendo, pois, a princípio, acreditei ser mesmo um infarto”. Como todo mundo faz nessas horas, ele orou e pensou logo na esposa e na filha. Então, disse: “Senhor, não me deixe morrer. Agora que eu comecei a correr a carreira e sou novo, com 37 anos!”. 

Depois desse episódio, Aleidson foi procurar ajuda médica, fez os exames e descobriu que tinha um tumor na cabeça. No caso dele, o tumor estava no nível dois, já passando para o três. O médico disse que a indicação era fazer a cirurgia para a retirada daquele tumor. No momento em que ele saiu do consultório, o especialista falou para sua esposa que, pela gravidade, sua situação era algo irreversível. Aleidson percebeu que, daí em diante, os médicos sempre que olhavam os exames começaram a se dirigir à sua esposa e não mais a ele, o que criou nele uma aversão a esses profissionais. 

Aleidson lembrou de um dito popular que diz: “Um cardiologista pensa que é Deus, e o neurologista tem certeza que é”. A partir daí, ele não quis mais receber a cura através dos médicos, mas desejava que o Senhor o curasse e, assim, foi um grande processo até entender que Deus tinha os meios d’Ele para que isso acontecesse. Depois de participar de uma conferência, onde um americano orou por ele dizendo que Deus estava fazendo uma cirurgia no seu corpo, ele achou que Deus o tinha curado sem mesmo precisar da cirurgia física. 

Crendo na cura alcançada, Aleidson foi fazer uma tomografia para confirmá-la e, para sua tristeza, o tumor ainda estava lá. Logo depois disso, veio em sua mente: “Mas rapaz, Deus pode me curar através de cirurgia e pode me curar sem precisar de cirurgia. Ele vai fazer como Ele desejar”. Foi nesse momento que ele se entregou e fez a seguinte oração:

“Senhor, se você quer que eu faça a cirurgia, abra as portas que eu farei e, através dela, eu vou ser curado”. Ele contou ainda que, nesse período, existia uma dificuldade muito grande de conseguir fazer o procedimento pelo SUS, mas Deus abriu as portas de forma sobrenatural. “Porém, esse destravar só começou depois que houve uma mentalidade mudada e não existia mais essa aversão à medicina. Eu comecei a entender que ela é uma fração da sabedoria de Deus dada aos homens para aliviar as próprias dores”, comentou.

O bezerro foi solto e começou saltar

Para a alegria de Aleidson, um amigo fez a conexão com um dos maiores neurocirurgiões da Paraíba, e ele foi lá se consultar com o médico. Segundo disse, o médico mostrou os passos que ele tinha que fazer para conseguir acessar o SUS. Uma semana depois, a cirurgia foi realizada, exatamente no dia 23 de setembro de 2017. Havia um receio dele ficar com a metade do corpo paralisado devido ao local da cirurgia. Contudo, como ele ainda estava sob efeito da anestesia, só era possível verificar isso depois. 

Na época em que descobriu o tumor, Aleidson participou do Centro de Cura. No último dia do processo, um irmão lhe entregou um versículo, o qual agarrou com firmeza e que marcou sua jornada até a cura: Malaquias 4.2. “Essa passagem se tornou ‘rhema’ dentro de mim. Em uma das versões diz: ‘Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerros da estrebaria’. Para quem tinha o sonho de ser um fazendeiro, o versículo veio bem a calhar”. 

Aleidson tinha uma identificação maior com os bezerros por conta de uma vaca de leite que ele já tinha criado, chamada Borboleta. E ele lembrava de um dos bezerros dessa vaca que tinha muito vigor. Quando ele se soltava, pulava com muita força. Ele disse que, quando acordava pela manhã, olhava para a janela, via o sol e falava: “Na minha vida, já nasceu o Sol da justiça. Eu vou sair dessa situação, saltando como os bezerros soltos da estrebaria”. Essa era sua confissão diária. Quando vinham os pensamentos de que iria morrer, rapidamente ele declarava o versículo de Malaquias. 

Assim que saiu da cirurgia, Deyse perguntou ao esposo como ele estava. E ele respondeu sob efeito da anestesia: “Estou como os bezerros soltos da estrebaria”. Veja o que ele falou sobre esse momento: “Eu não lembro de ter dito nada disso. Sei disso porque ela relatou. Mesmo sem recordar, isso me faz ficar cheio de alegria por saber que a Palavra é viva e eficaz. Foi o que saiu em um momento de pressão”. E, assim, Aleidson passou pelo processo de recuperação e tem comemorado e testemunhado acerca de sua cura, sem sequelas, para honra e glória do Senhor. 

Grato pelos muitos intercessores

Aleidson disse que teve uma recuperação sobrenatural. “Com 30 dias, eu já saí bem do hospital. Para dizer a verdade, com 30 dias, eu fui ao primeiro culto. Quem ministrou foi Rozilon Lourenço, uma influência bem marcante para mim nesse processo. Rozilon disse que onde o diabo quer promover a morte, Deus promove vida”, falou o novo homem.

Interessante também foi o que aconteceu após esse culto. Ele recordou que, ao sair da igreja, ficava repetindo o que ouviu de Rozilon: “Eu estava para morrer, mas Deus promoveu a minha vida”. No caminho, Deyse se sentiu mal, ficou enjoada e, por isso, resolveram passar em uma farmácia para comprar um teste de gravidez. E o resultado foi positivo. “Onde o diabo queria promover a morte, que era a minha morte, Deus promoveu a vida, que era a vida de Letícia, a minha filha mais nova, hoje com 4 anos”, festejou Aleidson.

Ele também disse que muitas pessoas pegaram junto em oração, intercedendo por ele, em todo o tempo de adoecimento, cirurgia e recuperação. “Foi um tempo também de ver como a família Verbo da Vida é unida. Recebemos apoio de diversas igrejas do Ministério Verbo da Vida durante esse período, até que tudo passasse. O pastor Agnaldo e Adrina Marques sempre estiveram conosco. Tanto o apoio em oração como o apoio financeiro foram manifestos”, relembrou. 

Agnaldo, que hoje é supervisor no Ministério Verbo da Vida, contou que a recuperação do amigo foi ultrarrápida. “Ele saiu da cirurgia ‘acordadão’. Isso já deu um ânimo para a gente. Eu acredito que o fator que mais ajudou Aleidson a superar foi a alegria muito sólida que ele tem. Ele estava sempre rindo. Ele não se abala com os problemas. Isso é um alicerce muito forte para tudo o que tem acontecido em sua vida. O cara está sempre animado e feliz da vida”, comentou o pastor.

Aleidson fez questão de mencionar também diversas pessoas do Verbo da Vida que foram importantes nesse processo. Entre outros, ele falou do casal de supervisores Giácome e Patrícia Travassos, que o acompanharam de perto, além dos demais pastores auxiliares da igreja. E falou mais: “Lembro também de Rodrigo Shurato e Cinthya Miranda que, mesmo à distância, sempre entravam em contato com a gente. Um dia, voltando de Florianópolis (SC), encontrei-me com Shurato no aeroporto. Quando me viu, fez aquela folia, pegou-me nos braços e me jogou para cima. Somos uma família forte”.

O primeiro Verbo da Vida da América Central vai nascer

Quando perguntado sobre o projeto República Dominicana, Aleidson falou logo sobre o que considera uma falha. “Quando Deus começou a compartilhar sobre esse projeto conosco, ainda em 2017, nós retivemos e não compartilhamos com nossa liderança. Quando decidimos compartilhar com o Pr. Agnaldo o desejo que Deus tinha colocado em nosso coração de ir para a República Dominicana e fazer a Escola de Missões, ele recebeu com uma certa surpresa”, relatou.

Como, na época, um vulcão tinha entrado em erupção na Guatemala, o pastor Agnaldo propôs que eles cursassem a Escola de Missões só no ano seguinte. Seguindo as orientações do líder, eles estudaram, mas não juntos, pois tinham que se revezar para cuidar das filhas, especialmente da bebê Letícia. Assim, Aleidson se formou primeiro, em 2020, e Deyse em 2021. 

O plano ministerial, segundo o missionário, é chegar em terras dominicanas, levantar o farol do Verbo da Vida e começar uma obra ali, um Centro de Treinamento Bíblico, para influenciar a região da América Central. Mexendo na internet, ele viu que a República Dominicana fica no coração do Caribe. De lá, há acesso fácil para Cuba, Porto Rico e Bahamas.

“Nós cremos que o Verbo da Vida vai chegar em todas as nações. Temos consciência de que estamos indo para desbravar. Esse começo é difícil, mas as experiências com o tumor, assim como outras que foram construídas desde que saímos de João Pessoa para Campina Grande e São Paulo, fortaleceram o entendimento de que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus e são chamados segundo o Seu propósito”.

Aleidson, hoje com 43 anos, Deyse, 41 anos, e as filhas embarcam no dia 23 de maio para a República Dominicana. A princípio, os seis primeiros meses serão um tempo de adaptação. Ainda em 2023, irão mais três pessoas do Brasil para ajudar com o trabalho a ser desenvolvido por lá.

Entre eles, estão o dominicano Ebel Dalusma, que viveu um tempo naquele país e está hoje em Florianópolis (SC); irmã Ivanilde Cardoso, da igreja da Vila Ré, em São Paulo (SP); além de Vitor de Paula Silva, que é da igreja de Bauru (SP). Ainda tem outros irmãos que também já manifestaram o desejo de cooperar com a igreja que vai nascer. “Eu sei que Deus está promovendo esse mover extraordinário para aquela nação”, concluiu o missionário.

Conselhos de um vencedor para quem ainda está vencendo

O que você aconselha para quem está passando por um processo de enfermidade?

Aleidson: “A primeira coisa que aconselho é participar do Cento de Cura. A sua metodologia é extraordinária! Lá, você aprende sobre uma medicação que não precisa ser controlada e que pode ser tomada de hora em hora, que é a Palavra de Deus. Em segundo lugar, você deve se apegar à Palavra com mais firmeza. Sempre que eu tenho que fazer algo, primeiro falo: ‘Senhor, me dê um versículo para que eu possa me embasar neste tempo’. A pessoa que se apega à Palavra com muita firmeza, transformações acontecem”.

Agora dê algumas dicas para novos missionários:

Aleidson: “Seja missionário onde você já está plantado, curse a Escola de Missões e nunca deixe de abraçar os desafios que Deus lhe apresenta. Na Escola de Missões ouvimos a frase: ‘Você não vai ser uma bênção longe, se você já não é uma bênção perto’. A Escola de Missões é uma ferramenta que o Senhor deu para o Verbo da Vida e ela não pode ser desprezada. É excelente, muda, transforma. Para mim foi uma experiência extraordinária fazer a Escola e entender como Deus é bom, que cuida, provê e guarda”.

Seja um participante da Missão República Dominicana e acompanhe o missionário:

Instagram: missao.republicadominicana

WhatsApp: 11 993464099 / 83 988024401E-mail: [email protected]

2 Comentários

  • Quando voce tem um chamado o inimigo não pode lhe tocar, o senhor deu a oportunidade do irmão ser curado dessa enfermidade e grande será o contigente de homens e mulheres que se uniram a esse casal para povoar os ceus da Republica e saquear o inferno, obrigado senhor pelos dons operando atraves desse casal, obrigado senhor por sinais maravilhas e prodigios, acompanhando esse ministerio nessa cidade em nome de Jesus.

    Resposta
  • Gloria a Deus, como fortalece a nossa fé vê esse homem sendo influienciado para cumprir o ide de Jesus, nossa igreja e uma igreja apostolicia missionaria e profetica, cremos que essa obra vai crescer de uma forma sobrenatural, o testemunho de vida do irmão e uma benção isso cada vez nos deixa persuadido da que o senhor e o mesmo ontem hoje e eternamente, somos da familia fé vamos avançar muito mais, louvamos ao senhor por esse casal cremos na Redenção da Republica cremos num mover de Deus para essa cidade. A vontade de Deus e boa agradavel e perfeita.

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