NO AR: Escola de Missões Rhema levanta voo para os seus 15 anos

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Desde 2007, centenas de homens e mulheres de Deus aterrissam em Campina Grande, com uma bagagem cheia de expectativas e planos para cumprirem o seu destino nas nações da terra. Eles querem alçar voo por todo o mundo e pregar o Evangelho a toda criatura, mas não de qualquer jeito. Eles sabem que na Escola de Missões Rhema terão a estrutura de ensino, informações, orientações e sinalizações adequadas, em uma verdadeira imersão cultural, para ajudá-los na preparação de um excelente plano de voo para o cumprimento de sua nobre missão. 

A Escola de Missões é resultado da origem e envolvimento missionário do Ministério Verbo da Vida, desde o seu início. O seu fundador, o Ap. Bud Wright, que junto com Mama Jan vieram dos Estados Unidos como missionários para o Brasil, falava sempre, com inspiração divina, que “o Verbo da Vida vai para todas as nações”. Nesse sentido, a Escola surgiu em 2007 e já preparou mais de 300 missionários, em seus quase 15 anos de existência, para que voem com mais segurança e cheguem cada vez mais longe.

 OS PRIMEIROS VOOS 

A atual diretora da escola, Suênia Emery, contou, com muita empolgação, como tudo começou. “A ideia da Escola de Missões surgiu no tempo em que a gente começou a fazer viagens para o exterior. Ali, começou aquele movimento missionário, dentro da igreja ainda no bairro da Prata, em Campina Grande”. Ela disse que Rozilon Lourenço foi o diretor fundador e também professor da Escola iniciada, oficialmente, em 2007. “Rozilon se doou muito para que o desejo do nosso Ministério de iniciar uma escola de missões fosse concretizado”, comentou. 

Suênia embarcou na turma pioneira, junto ao seu esposo Christian Emery, que logo se tornou monitor. Por sua vez, Jadeilton Almeida assumiu a secretaria. Depois dessa viagem pelo mundo missionário na sala de aula, Suênia passou a servir na igreja local sempre nessa área, liderando a Secretaria de Missões e, em seguida, trabalhando da Agência de Missões Verbo da Vida, dando assistência aos missionários que vivem no exterior. 

Foto histórica da primeira turma da Escola de Missões Rhema, em 2007, com a presença do diretor Rozilon, e os alunos conhecidos Cristian e Suênia Emery, além de Catarina Foronda, que hoje é psicóloga e acompanha os alunos da escola nessa área.

Em 2014, Suênia assumiu o comando da Escola de Missões. De lá para cá, ela ajuda os alunos, que estão começando a levantar voo missionário, a vencerem as tempestades do percurso e a colher bênçãos e alegrias na sala de preparação para o embarque às nações. “É muita honra dirigir a Escola, foi um presente de Deus para a minha vida. Para mim, tem sido um tempo incrível. Tenho cuidado para que o treinamento oferecido realmente aconteça e supere as expectativas dos alunos. A cada ano, estamos melhorando e avançando”, festejou a ministra. 

Formatura da Escola de Missões de 2014

Passaram pela Escola de Missões, missionários que hoje estão espalhados por diversos países do mundo, à frente ou auxiliando nas igrejas Verbo da Vida que desembarcaram nessas nações, como Chile, Bolívia, Moçambique, Uganda, Reino Unido, Portugal, Angola, Espanha, Camboja, Suécia, Alemanha, França, entre outros. 

 AJUSTANDO E ALINHANDO A ROTA 

A Escola de Missões sempre ajusta e alinha a sua rota de forma a oferecer o melhor treinamento para uma preparação efetiva dos novos missionários. Assim, com o passar dos anos, houve a incorporação e aprimoração de seu seu currículo, como a aula de resistência, aulas em inglês, evangelismos, além da viagem missionária no final do curso. 

Em 2020, a Escola de Missões também sofreu com as turbulências da pandemia, mas manteve a direção no seu foco de prestar um serviço de excelência aos alunos. Assim como toda a sociedade, mesmo sob condições imprevisíveis, a escola criou formas de continuar funcionando e, por meio de aulas on-line, toda a grade curricular desse ano foi cumprida. Em 2021, com a melhora do cenário pandêmico, a escola voltou ao formato presencial. 

Aula de consagração com os missionários da França, Tony e Alexandra Fleege

Ao contrário do que muitos imaginaram, a pandemia não afetou o número de alunos da Escola de Missões. Segundo a diretora Suênia, a quantidade de alunos em 2021 até aumentou, mesmo que não tenha tido a divulgação mais presencial da escola nas conferências do Verbo da Vida. “Eu vejo o agir de Deus e o despertar, movendo os corações das igrejas para vir para Campina Grande e estudar na Escola de Missões. Em 2021, tivemos 55 alunos matriculados. Acredito que 2022 promete uma turma ainda maior”, disse Suênia. 

E 2022 será um marco para a Escola de Missões, pois será o ano da grande celebração de seus 15 anos. Suênia contou que vem muitas surpresas para as comemorações. “Estou com excelentes expectativas de que 2022 será um ano totalmente diferente. Será um ano cheio de festas, porque grandes coisas o Senhor já fez e fará por nós”, comemorou a diretora, deixando todo mundo curioso com o que virá.

 #PARTIUCAMPINAGRANDE
 Uma nova temporada de inscrições já está no ar 

Vale lembrar que as inscrições para o novo ano letivo da Escola de Missões foram abertas durante as comemorações do Dia Verbo da Vida de Missões, em agosto. Até o momento, há um bom número de pessoas interessadas e pré-inscritas. “O meu desejo é avançar com mais pessoas aqui de Campina Grande. O que tem ocorrido é sempre um número maior de pessoas de outras cidades. Estou crendo para 2022 com mais pessoas aqui do nosso contexto, das igrejas de Campina Grande cursando a Escola”. 

Segundo Suênia, existem três perguntas que os interessados em estudar na Escola de Missões fazem frequentemente.
Confira abaixo:

Por que a Escola de Missões só funciona em Campina Grande?
Suênia Em primeiro lugar porque Campina Grande é a base do Ministério Verbo da Vida. É aqui onde está instalado o Centro de Operações, as coordenações das escolas, das igrejas e foi aqui que, eu acredito, o Senhor falou ao coração da nossa liderança para que fosse instalada a escola. Além disso, pelo formato da escola, não tem como ser itinerante, pois a gente precisa não só de carga horária, mas também das pessoas que lidam diretamente com a escola.

Não teriam como dar esse suporte indo para outros lugares. Campina Grande tem sido um bom lugar para que as pessoas venham e até aproveitem a oportunidade de conhecer e estar perto da nossa base e dos nossos líderes em geral. Então eu acredito que isso é algum propósito divino e tem abençoado muitas pessoas que vêm para fazer missões. Um outro ponto que eu acho importante é que missões não é você ficar em casa ou na sua cidade e as coisas irem até você. Mas é você deixar as coisas e ir para algum lugar, segundo uma orientação de Deus. Isso já faz parte do contexto missionário. 

A Escola de Missões é somente para quem vai fazer missões no exterior?
Suênia – Não, de forma nenhuma. A escola não é somente pra quem vai para um campo no exterior. A escola é pra quem fica também, porque missões não é somente pegar as malas e ir embora pra uma outra nação. Fazer missões é um grande leque e a igreja, as pessoas precisam ser conhecedoras da área de missões, precisam entender a sua posição dentro do contexto missionário e como servir na sua igreja local, de como servir a quem está no campo, de como ir ao campo, de como morar no campo.

Missões não é somente você ir embora e ficar morando para o resto da sua vida em outra nação. Existem outros perfis de pessoas, de longo prazo, de curto prazo, de médio prazo, que podem estar envolvidos dentro desse contexto. Quem fica também precisa estudar missões. Eu nunca fui embora morar no campo missionário, mas já visitei o campo missionário. Sempre estive envolvida na minha igreja local, servindo na área de missões e, hoje, estou aqui na Escola de Missões, treinando pessoas. Então, a escola está de portas abertas. Se a pessoa fez o Rhema, ela é uma forte candidata a ingressar na Escola de Missões. 

Viagem transcultural de 2019, em região ribeirinha do Piauí

Muitas pessoas falam que não têm um chamado de ir para outra nação. Uma coisa que aprendemos na escola é que o chamado não é geográfico. Se alguém sente algo no seu coração, ela tem uma missão, seja no exterior ou na sua nação. A pessoa precisa compreender melhor o contexto missionário. Muitas pessoas vêm para a escola e entendem que precisam voltar para suas igrejas locais e desenvolver algum projeto por lá. Depois da escola, elas voltam com clareza do que têm que fazer. Fazendo a Escola de Missões, a pessoa vai compreender, abrir a sua visão, alargar as tendas, porque o contexto missionário tem muito mais do que podemos imaginar.

Somente quem é do Verbo da Vida é que pode fazer a Escola de Missões?
Suênia – Isso também não é verdade. Nós já tivemos, e também temos neste ano, pessoas de outros ministérios que concluíram os dois anos do Rhema e estão fazendo a escola. A Escola de Missões sempre teve uma parceria com o Rhema. Geralmente, orientamos as pessoas que procuram a Escola de Missões e não tenham o Rhema que localizem essa escola antes de virem para cá. Já teve um ano em que trinta pessoas chegaram para fazer a pré-inscrição e, quando chegaram no item do questionário que perguntava se já tinham concluído o Rhema, elas responderam que não e, assim, orientamos para que procurassem fazer o centro de treinamento bíblico primeiro. Portanto, aceitamos sim pessoas de outras denominações, desde que tenham concluído os dois anos do Rhema.

Saiba mais sobre a Escola de Missões, matricule-se e espere a chamada de embarque para o voo 2022, com destino a Campina Grande, na Paraíba, para que você seja mais um ministro a aterrissar no campo missionário com a mala recheada de conhecimento e estratégias. 

 Boa viagem! 

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