
Thiago Garcia foi o primeiro ministro da manhã. Com muita graça, ele tratou sobre o tema “fofoca”, exortando os ministros a terem cuidado com o que estão falando, mas também com o que estão ouvindo.
Pensar antes de falar, antes de postar, evitar ouvir o que não lhe é conveniente e manter em segredo aquilo que lhe chega ao conhecimento devido a sua função ministerial foram os preciosos conselhos dados por ele.

RENATO GAUDARD
Após um intervalo, Renato Gaudard ministrou baseado na história de Davi, quando este venceu um gigante filisteu, Golias. Ele mostrou a importância de considerarmos e valorizarmos as experiências que temos tido, independente do que estamos fazendo no corpo de Cristo, para que tragamos à memória o que nos dá esperança.
“O que você acha que é pior, viver sem Deus ou viver com Ele como se Ele não existisse? Viver desconsiderando os milagres, desconsiderando a sua mão estendida ao nosso favor. Viver com Deus, mas sem considerá-lo é viver paralisado”, ele afirmou enquanto mostrava a diferença de reação dos demais soldados para a reação que Davi teve ao ouvir as ameaças do inimigo.
No fim, Renato trouxe uma grande reflexão: “Por que você mata um leão? Por que você mata um urso? Para ter o que contar? Não! Mate-os por amor as suas ovelhas. Davi não matou o gigante somente por si, no coração dele, ele estava protegendo o povo de Israel. Esta é a motivação certa para servir no ministério”.
TERCEIRA PREGAÇÃO

Ele ministrou sobre motivações erradas, baseado na história da divisão entre Abraão e Ló, o qual preferiu as campinas do jordão.
“Percebo aqui uma negligencia uma atitude egoísta, porque foi dada a Ló uma oportunidade igual para escolher a direita ou esquerda. Mas ele não escolheu um lado, ele escolheu um lugar. Isso demonstra egoísmo. Ele apenas viu que saciava suas buscas, seus anseios. É possível que a nossa busca pelo sucesso ministerial tenha muito a ver com uma busca por nos saciarmos”, disse ele. E continuou: “É inútil termos a revelação que temos, se não corremos atrás e desenvolvermos um ministério de amor”.
Dentre muitas coisas que falou sobre a importância de andarmos no amor e não segundo a nossa carne, ele afirmou: “O amor impulsiona você a fazer algumas coisas que você abre mão de outras (…) Muitos de nós estamos chegando a zonas de conforto ministerial e já não queremos mais remar, porque remar é dizer: “Eu estou aberto para o desafio de novas ondas. Ter sucesso é Deus poder olhar para você e dizer: Você está sendo fiel naquilo em que lhe coloquei”.
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