


Fernanda também concedeu uma entrevista para o nosso site. Leia abaixo:
Para você qual a importância do Rhema e do estudo da Palavra de Deus?
Eu fui embebida no que o Rhema é, antes do Rhema ser. Meu pai é um pioneiro da teologia que nós cremos: curas e milagres. Minha avó foi minha grande mentora nessa área e o que o Rhema ensina eu vivi e experimentei na minha casa. Então, fico muito feliz em ver uma instituição tão grande e respeitada. Que vocês continuem ensinando a Palavra como ensinam e levantando esse exército de pessoas que creem no sobrenatural, nos sinais, prodígios e maravilhas.

Como você enxerga a relação entre a música e missões?
A música é uma ferramenta indispensável na vida do missionário. A música está incluída na cultura judaica Cristã por toda a sua existência. Ela é antiga e nova ao mesmo tempo, existem coisas novas na música de acordo com a geração que ela deseja alcançar. É uma ferramenta indispensável de adoração e comunicação. Somos seres musicais.

Eu conheci o Marcos primeiro através de uma promoção no meu estúdio. Eu estava sorteando um single e coloquei pessoas para concorrer a este single, de férias com meu marido, estávamos escolhendo as pessoas para ganhar e quando eu vi o Marcos, através de um vídeo, falei: “Ah, esse menino já é profissional, vou escolher ele não… Vou colocar alguém que precise mais”. E, então, eu julguei o Marcos pela aparência, achei que ele já estava pronto e que ele não tinha que ganhar o single. O mundo girou e o pastor Jânio César me convidou para participar do lançamento do CD dele no ano passado, mas eu não estava muito ligada que o Marcos era o rapaz que eu havia recusado para a promoção.
No lançamento do CD dele, o Senhor me mandou ungi-lo. Pedi a um irmão para me arrumar azeite e, eu o ungi. É interessante que o Marcos despertou em nós essa necessidade de abrir caminhos para pessoas que não tiveram oportunidade, mas que já estão prontos ministerialmente e profissionalmente. Depois que eu ungi o Marcos é que fui saber dele e das pessoas, soube que ele era estudante da Escola de Ministros Rhema e que já havia ido à África. Pensei: “Esse garotinho já foi para a África?”. No dia em que estávamos saindo daqui, eu falei com a pastora que estava comigo: “Esse menino vai me levar à África” e isso aconteceu realmente.
Fui convidada a ir à África, fazer uma conferência lá e o Marcos foi junto conosco por convite dos africanos, é interessante como Deus foi unindo a Sua vontade. É muito bom ouvir a voz dEle e obedecer. Tem sido uma conexão interessante, pois o Marcos é um “artista”, as pessoas escutam essa palavra de maneira pejorativa, mas, a Bíblia diz que devemos tocar bem com a arte. Hoje, o Marcos faz parte da Casa da Brum, ele mesmo se produz, contudo, a Casa da Brum é uma plataforma de visibilidade missionária/cristã para ministérios que têm o aval de suas próprias igrejas e pastores, não basta saber cantar bem ou ter um dom, é necessário ter um bom testemunho a respeito do seu chamado e raízes na Palavra para fazer parte da Casa da Brum. É um lugar no qual as pessoas vão ter a oportunidade de serem vistas de maneira produtiva ministerialmente. Desejamos comunicar a Palavra de Deus através da arte.
















1 Comentário