No “Eu e minha casa” família paulista relata bênção recebida!

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O “Eu e minha casa” de hoje relata uma história de fé, força e perseverança de uma família paulista testemunhada com alegria.

Trata-se do casal Cleberson e Aline Oliveira que são pastoreados pelo casal Eliezer e Georgia Rodrigues. Eles são líderes do Departamento de Casais na Igreja Verbo da Vida em Taubaté (SP); graduados no Rhema e na Escola de Ministros. Casados há 21 anos, Cleberson e Aline são pais de Sthefany, 21 anos e Miguel, 14 anos.

Nesse período de pandemia e muitas restrições, Deus concedeu grandes milagres e bênçãos, sem medidas, em suas vidas. Hoje, o casal vai nos contar um testemunho de uma das bênçãos alcançadas. 

por Cleberson Oliveira

“Somos empresários do ramo de documentação veicular (despachante). Minha esposa é psicóloga, porém a nossa renda familiar vem da nossa empresa. É ali que o Senhor nos abençoa. Precisamente, no dia 19 de março, tudo começou a mudar, pois fomos informados pelos nossos governantes e através de um decreto da prefeitura de nossa cidade que teríamos de fechar as portas. Não tínhamos ideia do que faríamos, nem como ficaríamos nesta situação de pandemia, já que nós dois trabalhávamos na empresa.

Estávamos perdidos, sem saber como faríamos para sustentar a nossa família e para honrar nossos compromissos financeiros. Foi então que nos reunimos e fomos orar em busca de direções divinas e, naquela noite, o Senhor falou-nos poderosamente através do texto de Salmos 91.9-16.

Ele nos disse que como O colocamos sempre em primazia em nossas vidas, Ele cuidaria de nós e que nada nos faltaria. Essa foi uma noite de festa, em que o Senhor nos direcionou e instruiu, dizendo que estava no controle de tudo, e que continuássemos a crer e a declarar a Palavra. Foi então que – para nossa surpresa – um parceiro, cliente dos nossos serviços, uma loja de veículos, nos procurou e passou 12 documentos de uma única vez, efetuou o pagamento de todas as ordens de serviço, integralmente, (isso já no dia seguinte). Ele nos disse: “Já vou pagar, pois não sabemos como ficará a situação quando voltarmos, então já irei adiantar todos os valores e depois é com vocês”.

Foi feita a transferência de uma boa quantia em dinheiro para nós. Foi algo tão maravilhoso, que o Senhor nos falou na noite de quinta, e já na sexta-feira, pela manhã, mandou o dinheiro. Ficamos de portas fechadas por exatos 70 dias. Não sabíamos como seria, pois em 21 anos de empresa não havíamos passado por essa situação, mas o nosso Senhor nos sustentou, guardou, livrou e nos proveu de tudo o que precisávamos para aquele tempo. Nenhuma conta atrasou, nenhum compromisso foi cancelado, pelo contrário, cumprimos com todos fielmente.

Em meio a tudo isso, não sabíamos como fazer para dizimar, pois damos o dízimo daquilo que recebemos. E como dizimar com as portas fechadas, sem salários, sem rendas? Diante disso, o Senhor colocou em nossos corações para que nos mantivéssemos fiéis e déssemos o dízimo baseado em nossos gastos mensais. Isso mesmo! Demos o dízimo mesmo sem ter renda e nem salários. Já no mês de junho, exatamente, no dia 1º, fomos autorizados a retornar com as nossas atividades no escritório e abrimos as nossas portas. Claro, cumprindo todas as orientações do decreto.

Passado esse momento, começamos a declarar um outro carro, pois queríamos trocar o nosso. Procurávamos um carro bom, com um valor razoável para trocarmos. Fizemos alguns test drives e quase finalizamos a compra de um carro no valor de R$15 mil reais, mas o Senhor nos disse que ainda não era esse. Continuamos a procurar, e as declarações não pararam. Nós nos lembramos da instrução da nossa liderança e fomos fazer, ousadamente, um outro test drive em um carro bem acima do que, naturalmente, poderíamos pagar.

Gostamos do carro e começamos trazê-lo à existência, inclusive, fizemos a reserva sem dinheiro para comprar, porém continuamos a declarar. Mas lembram que tínhamos um carro? Todavia a concessionária não o pegava como parte da entrada, pois era um carro com mais de 10 anos, velhinho para eles. Contudo havia a necessidade de vendê-lo, para somar com outra parte em dinheiro e dar a entrada em nosso tão desejado carro novo. Decidimos, então, anunciar a venda nas redes sociais.

E não demorou muito para que aparecesse uma compradora interessada (isso aconteceu em uma quarta-feira). Ela viu, interessou-se e disse que até a sexta-feira iria com seu mecânico e, após a aprovação dele, compraria nosso carro. Mas, para nossa surpresa, o Senhor nos direcionou a oferecer o carro a um parente nosso, que daria uma pequena entrada, e deveríamos parcelar o restante em 10 vezes. Mas como poderíamos fazer isso? Precisávamos do valor para darmos a entrada em nosso sonho (carro).

Apesar disso, logo o fizemos, mas informamos que havia uma pessoa interessada e que, se até sexta-feira a mulher não finalizasse a compra, venderíamos para ele, já que havíamos dado a palavra a ela. Quando foi na sexta-feira, a compradora interessada não apareceu, assim cumprimos a orientação dada pelo Senhor e vendemos nosso veículo ao nosso parente. Sim! Exatamente isso! Vendemos o nosso carro ao nosso parente por uma pequena entrada e o restante em 10 parcelas, como nos orientou o Senhor. Mas e agora, como pagaríamos a entrada do nosso carro novo? Ficamos tranquilos, pois sabíamos que estávamos sendo guiados pelo Senhor, e Ele nos disse que o carro seria nosso.

Precisávamos do dinheiro para a entrada e começamos a declarar e a trazer à existência o dinheiro para isso. E assim aconteceu, sobrenaturalmente, o dinheiro começou a chegar. Ao nossos olhos naturais podíamos pagar o carro novo com uma entrada de R$15 mil reais e parcelar o restante em 60 vezes; mas, quando colocamos isso na ponta do lápis, vimos que os juros eram absurdo. Após isso, fomos direcionados a conversar com um amigo especial para nos emprestar o valor total que seria parcelado e comprar o carro à vista, consequentemente, pagaríamos o nosso amigo em parcelas.

Porém fomos pegos de surpresa, mais uma vez, pois esse amigo nos falou que não tinha o valor para emprestar, mas nos fez uma proposta: reduzir o número de parcelas em 36 vezes e ele nos ajudaria a pagar 60% do valor destas parcelas para que conseguíssemos comprar o carro. Só DEUS para fazer uma coisa dessas!

Lembram que procurávamos comprar um carro no valor de R$15 mil reais? Esse foi o valor da entrada, pois compramos um carro de, aproximadamente, R$75 mil. Lembram do parente que comprou o nosso antigo carro parcelado? O Senhor nos guiou a doar o restante (parcelas) do que ele nos devia, ou seja, quase 60% do valor do nosso antigo carro.

É assim que nosso DEUS é, Ele faz muito além do que pedimos ou pensamos. Em pleno caos que o MUNDO está vivendo, voltamos a trabalhar, compramos um carro 10 anos mais novo, em relação ao nosso antigo, cerca de 5 vezes mais caro e ainda doamos cerca de 60% do valor do nosso antigo carro. Tudo isso durante essa pandemia, em que o mundo está atemorizado e fechado, mas nós estamos vivendo e gozando a plena alegria e abundância no Senhor.

Para completar, um mês antes de tudo isso acontecer, já havíamos emprestado o nosso carro para esse parente, e no dia em que fomos entregar o carro já vendido para ele e dissemos que Deus nos mandou doar o restante das parcelas, ele nos falou a seguinte palavra: ‘Assim como temos visto vocês fazendo, nós também estamos; porque, quando pegamos emprestado o carro de vocês, fizemos um test drive no “nosso carro”, e o Senhor nos deu‘.

Somos prova viva que a Palavra funciona e que nossa boca traz à existência aquilo que declaramos. E não se esqueçam de que seu comportamento é exemplo para os outros, assim como foi o nosso.

Para finalizar, como está a nossa empresa? Lembram que antes da pandemia éramos somente nós dois trabalhando? Então… Deus continua fazendo o sobrenatural. Tivemos que contratar dois funcionários devido à grande demanda que estamos tendo de serviços. Deus é Fiel!”

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