Jovem inglesa vem ao Brasil para cursar o Rhema em Campina Grande (PB)

A jovem inglesa Bex Morton, nascida em Manchester, no Reino Unido, tem 27 anos. Ela é filha do pastor Alan Morton e Claire Morton e, seguindo uma instrução do Espírito Santo, chegou a Campina Grande (PB), recentemente, para estudar no Centro de Treinamento Bíblico Rhema

Em conversa com a nossa equipe, ela contou um pouco sobre sua vinda para o Brasil e sobre a conexão já existente com o Ministério Verbo da Vida, uma vez que seus pais já ministraram aqui na cidade, anos atrás. Eles também já ajudaram o casal Gleison e Marina Cabral a iniciarem o Verbo da Vida na Europa.

Segundo Bex, que sempre ouviu falar sobre a Escola Bíblica no Reino Unido, seu avô foi o fundador do Kingdom’s Faith Church e da Kingdom’s Faith Bible College. Mesmo assim, ela disse que não tinha desejo de cursar escola bíblica. Porém, quando Gleison e Marina se mudaram para a Inglaterra e ela pôde vê-los tão cheios de alegria, disse que amou conhecê-los.

Eles falaram tanto sobre Campina Grande, falaram um pouco do que fizeram aqui e, depois que os meus pais vieram aqui ministrar, também me falaram sobre a cidade. Só me veio o sentimento que esse era o lugar onde eu deveria estar… Esse desejo surgiu, há alguns anos, e esse sentimento permaneceu comigo todo esse tempo até eu decidir vir para cá fazer o Rhema.

Apesar de ter alimentado o desejo de estudar na Escola Sede, no Brasil, ela disse que não tem muitas expectativas de como vai ser, apenas a impressão que deveria está aqui. “Mas estou ansiosa para saber o que Deus tem. Até agora estou amando as aulas” afirmou. 

Felizmente, o português não tem sido um obstáculo para seu aproveitamento nas aulas. A jovem consegue entender a maioria das coisas que são ditas em sala.

Compreendo melhor quando as pessoas falam devagar. Mas estou aprendendo muito aqui. Só tive um professor que falava bem rápido, mas ouvi as aulas mais vezes e deu tudo certo. 

A compreensão do idioma é fruto das aulas de português que ela teve um pouco antes de vir para cá. Bex entende bem, e agora também está tentando falar. “Meu português é um pouco ruim ainda, mas vou melhorar”, explicou sorrindo. Para ela, a Gramática da Língua Portuguesa não é fácil. “Até agora as pessoas que estão ao meu redor falam inglês então não tenho dificuldades. Estou tentando falar português com as pessoas e ontem eu estava falando com o português não muito bom, por enquanto. Mas todo mundo aqui tem sido bem compreensivo” acrescentou.

Sobre a forma como foi recepcionada aqui na cidade, em especial no Ministério Verbo da Vida, Bex disse que está sendo maravilhoso, pois foi muito bem recepcionada e acolhida pela liderança. Quanto à igreja, ela contou que é  bem maior do que estava acostumada na Inglaterra. E quanto o modelo de trabalho no Centro de Operações, ela disse que “tem pessoas especificas para fazer coisas especificas, são tantas coisas, mas cada um é responsável por algo. É bem organizado. Vejo que aqui as pessoas trabalham como uma família”.

No que diz respeito aos brasileiros, a jovem declarou que são bem amigáveis e que antes mesmo de chegar no Brasil já tinha esse pensamento. “Os ingleses são mais reservados no início do relacionamento, mas depois eles já são mais abertos. Mas os brasileiros não me surpreenderam quando cheguei, era algo que eu já imaginava que seriam”. Ela ainda fez referência à culinária: “Até agora, das comidas que provei, gostei de tudo. Já comi feijoada e cuscuz”, contou sorrindo.

Sobre seus planos, Bex afirmou que está focada em estudar os dois anos do Rhema e que está aberta para o que Deus quiser que ela faça.

Ainda não sei o que farei futuramente, antes de vir para cá, conheci o Líbano e me senti bem lá, me senti em casa, mas não sei ainda o que farei após o curso.

Eu sempre orei, pensei e gostei de missões. Estar aqui tem me fortalecido no conhecimento da Palavra.

Quando perguntada sobre a Palavra revelada, Bex contou que cresceu na igreja de seu pai que tem a mesma visão do Rhema. Então, desde criança, ela sempre teve ensinos similares aos dessa Escola  Bíblica. Para a graduanda, tudo o que ela ouviu até agora está em linha com o que já conhece da Palavra, e tem sido maravilhoso ir mais profundo nesse conhecimento. 

Filha de pastor, Bex Morton, sempre precisou tomar cuidado com algumas coisas. Ela comentou que existem pessoas julgadoras a respeito dos filhos de pastores e que é preciso aprender a lidar com isso, pois as pessoas sempre encontram algo para apontar. “Isso acaba nos afetando. É como se eu estivesse crescendo, mas não pudesse cometer erros na igreja. Esse julgamento é a parte ruim de ser filho de pastor” explicou. No entanto, Bex afirmou que a parte boa é ter conhecido muitos pastores e missionários, ao longo dos anos, e que cresceu com a Palavra sendo seu norte.

É o que tenho de mais importante, mesmo que eu passe por um momento, no qual não esteja indo muito bem, eu conheço a Palavra. 

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