
A programação iniciou pela manhã com muitos louvores e adoração dirigidos por um Ministério de Música completamente feminino, a banda MGV.

Em seguida, ainda pela manhã, foi a vez de Vânia Nascimento ministrar sobre seguir e avançar com nossos sonhos, sem procrastinação, desbancando o inferno. “Precisamos parar de sermos mulheres com tantas ideias, mas sem execução”, disse ela.
Após o intervalo do almoço das caravanas, as mulheres retornaram ao templo para mais um período de muita alegria com a Banda MGV. Ao final do louvor, divididas nos grupos de solteiras e casadas, elas foram instruídas a cerca da fase em que vivem e seus cuidados.

Enquanto isso, no auditório anexo à igreja, as solteiras receberam uma maravilhosa ministração de Carol Coutinho. A psicóloga lembrou às mulheres o poder que habita em cada uma delas, que as fazem expandir e que não depende de nenhuma circunstância que está por fora:
Quando pensamos em alargamento, pensamos em algo crescendo exteriormente, mas existem coisas que Deus quer expandir dentro de nós. Expandimos e crescemos quando estamos conectados aqui Ele que pode nos encher.

Em seguida, Carol Coutinho ministrou e alertou as presentes acerca da importância dos pensamentos e do quanto eles influenciam a forma em que interpretamos a vida e as circunstâncias. “Não são as circunstâncias que determinam as coisas é como eu interpreto as circunstâncias” disse.
Aurinha Chianca pregou novamente, dessa vez sobre buscar o Senhor de forma mais profunda, a ponto de ficar completamente imersas n’Ele. “Crente não é superficial, não anda na lógica humana. Crente é sobrenatural. Quem andar em superfície é guiado pela aparência e a aparência pode nos levar ao fracasso. Deus tem nos chamado para profundidade”.

“O que atormenta o diabo não são quantos versículos sabemos de cor, mas quando estamos no lugar de oração. A mulher sábia edifica a casa, e a primeira casa que deve ser edificada é a espiritual” asseverou ela.
Que dia espetacular elas tiveram! Se alegraram, foram exortadas, tiveram tempo de qualidade de comunhão! Um presente do Senhor diretamente para os seus corações.
Revigoradas na alma e no espírito, o consenso entre as participantes foi de um dia transformador para todas!
“Esse foi, sem dúvida, um dia todo de cuidados do Pai. Ele caprichou desde o início e continuará!”, afirmou Cátia Iara.

“O empoderamento feminino é, em primeiro lugar, o direito de escolha. Em Deus, escolhendo Deus, ele compartilha conosco o poder d’Ele. Mas o principal do empoderamento feminino é você saber quem você é. O sistema do mundo coloca em xeque a identidade da mulher e, mexendo com a identidade, cria uma vulnerabilidade para mexer com tudo. Trabalhando o autoconhecimento, eu vou entender os meus limites, como posso fazer para melhorar aquilo que precisa ser melhorado, como eu posso usufruir daquilo em que eu sou forte e tudo isso é, em Deus, empoderamento”, concluiu Marcela Chianca.






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