Olá, pessoal! Este texto veio ao meu coração outro dia, quando estive pensando em coisas que o Espírito Santo tem me ensinado.
Tenho a alegria de servir ao Senhor desde o início da minha infância, são muitos anos! Nem vou comentar aqui (risos). Servi na salinha de 9 a 12 anos, depois nos adolescentes, nos jovens, e na vida adulta, em diferentes coisas, pregando, evangelizando, nos conselheiros, na oração e etc.
No decorrer dos anos, percebi que em alguns momentos eu fui bombardeada pela necessidade de reconhecimento. Todo mundo deseja que seu trabalho seja reconhecido. Às vezes, ele vem, às vezes, não. Em outros momentos, até vem, só não é do jeito que criamos expectativas.
Algo que Deus tratou comigo nos últimos anos como nunca antes: para quem você está fazendo? Para mim, por mim, ou para você? Comecei a meditar sobre essas questões e precisei fazer ajustes na minha própria vida. E, até hoje, estou sempre reajustando a rota das minhas razões e motivações.
Percebi que, se estou fazendo para o Senhor e por Ele, não preciso me preocupar com reconhecimento, nem sequer devo pensar sobre isso.
Se meu negócio é realmente Deus, então eu farei para Ele o meu melhor e o assunto estará resolvido!
Fazer para Ele deve ser uma prioridade para nós. A verdade é que por todos os lados somos bombardeados a fazer pelas razões erradas. Mas podemos “matar” a razão errada, se lembramos que a velha natureza vaidosa está sepultada. É do ego terreno a luta pelo reconhecimento humano. É do novo coração o desejo puro e limpo de somente agradar a Deus.
Para encerrar pergunto: para quem você está fazendo?












