
Motivada por fé e resiliência, a vida de Tony e Kim McKinnon é uma inspiração para o serviço ministerial. A história do casal aponta que, ao contrário do que muitos pensam, o chamado nem sempre começa nos púlpitos, mas em lugares incomuns, com pessoas socialmente invisíveis. Foi assim com eles.
Após ser dispensado por um ministério, Tony McKinnon intensificou sua comunhão com Deus após achar um livro do Irmão Hagin. A partir de então, recebeu respostas inesperadas. Depois de concluir o Rhema, McKinnon assumiu sua primeira função em tempo integral e grandes coisas aconteceram: ele passou a servir à família Hagin, integrando a equipe da Alumni e colaborando para a evolução da instituição. O pastor é casado com Kimberly McKinnon, pai de duas filhas e continua sendo leal à família que o ajudou a crescer no Senhor.
Já Kimberly McKinnon notou, desde cedo, as muitas atribuições e desafios do ministério. Ao lado de seus pais, ela cresceu na obra de Deus e aprendeu a lidar com as dificuldades da caminhada ministerial. Casada com Tony McKinnon e mãe de duas filhas, ela se tornou uma mulher multitarefas: além da maternidade, também é uma auxiliadora importante para a família Hagin, a quem demonstra lealdade e compromisso, apoiando e colaborando em eventos como o Winter Bible Seminar. Vivendo a nova etapa de sua vida, sendo avó, ela compartilhou o quanto fica maravilhada ao perceber que o amor pode se multiplicar e o quanto a Palavra de Deus é uma chave para educar e preparar os filhos para o cumprimento do grande plano do Senhor para suas vidas.
Há décadas servindo à família Hagin, eles compartilharam suas contribuições na evolução da Alumni, bem como a admiração e lealdade a seus líderes. A seguir, você confere na íntegra como a trajetória deste casal inspirador pode nos motivar a permanecer fiéis em cada estação.
TONY MCKINNON
Qual foi o propósito inicial da Alumni e como a associação evoluiu desde a década de 70?

Como outras universidades, a Associação foi criada como uma forma de conectar os Alumni uns com os outros e promover o amor deles pela Escola, além de uma parceria e aliança com a instituição. Desde os primeiros dias, os alunos fizeram alguns projetos, como o emblema que fica no saguão do SDC1, que foi pago por eles.
Isso foi no comecinho, mas, ao longo dos anos, o que mudou foi a forma como conseguimos nos conectar com nossos alunos, especialmente agora que temos muito mais. E agora, com a inclusão da Associação Ministerial, a gente os gerencia em conjunto. Em 1985, depois de ver a necessidade de algo para conectar os ministros do Rhema e providenciar a eles credenciais, a Associação Ministerial Rhema foi formada. O primeiro grupo foi em 1985, e eu encontrei na nossa constituição essas três palavras que viraram a base do que a gente faz: liderança, serviço e comunhão. Foi para isso que a nossa organização foi fundada: para oferecer essas três coisas aos graduados, e mais especificamente aos ministros.
Às vezes, até aos nossos alunos, preciso lembrá-los de que eles são Alumni, simplesmente pelo fato de terem passado pela Escola, mas, para se manter um membro da Associação, você precisa manter as mensalidades, e isso, obviamente, vem com benefícios e privilégios.
Como é caminhar ao lado do pastor Hagin e ser parte de sua equipe ministerial?
Uau, é incrível poder trabalhar com o pastor tão de perto; ele é muito mais manso, gentil e misericordioso do que as pessoas pensam. Temos tido o privilégio de sermos não apenas colaboradores, mas também amigos — convivendo com a equipe e compartilhando momentos juntos. No nosso departamento, que é composto por mim, Doug Jones e Joe Dunick, temos uma relação maravilhosa e muitas discussões profundas sobre como cuidamos das pessoas, da doutrina e da teologia. Muitas vezes penso que talvez seria bom se eu tivesse gravações dessas conversas para o futuro.
Nós amamos trabalhar com toda a família Hagin. Temos um bom relacionamento com Craig e Denise, trabalhamos bem com eles e com todos os outros membros. É realmente um privilégio.
Qual o maior desafio em manter a mesma Palavra em diversas culturas, e como a Alumni mantém os graduados conectados ao redor do mundo?

Sobre manter os graduados conectados ao redor do mundo, provavelmente a melhor ferramenta ou força nessa área é o Seminário Bíblico de Inverno, especificamente a parte do homecoming, que fazemos todos os anos. Os acampamentos também são bons, mas é o Seminário Bíblico de Inverno que mantém os alunos centrados, e acredito que qualquer forma de eles fazerem parte disso é proveitosa. Do meu escritório, escrevo e-mails periodicamente para ajudar os alunos a ficarem por dentro de tudo que está acontecendo no campus e, no geral. Nós não fazemos mais a revista Conexões nos Estados Unidos, triste dizer, mas foi uma época boa também.
Isso nos leva ao que chamo de DNA do Rhema, e é preciso muita atenção para se certificar de que ele está sendo inserido nos alunos, independentemente de onde estejam. Acho que, provavelmente, o maior benefício, a esse respeito, tem a ver com o nome que demos à nossa força-tarefa: A Força-Tarefa Internacional. O pastor Craig é o membro executivo da equipe, mas Ted Gregorich, Joe Dunick e John Grunewald trabalham duro para manter a unidade da doutrina e do propósito por todas as escolas ao redor do mundo. Eles fazem um trabalho incrível. De vez em quando, sou chamado para algumas tarefas específicas, mas são eles que mantêm a ação constante nesse ofício. Acredito que isso é muito bom, e alguém precisa se responsabilizar para garantir que isso aconteça — porque não vai acontecer por acaso. Quando agimos de forma automática, acabamos fazendo as coisas do nosso jeito. Por isso, dou a maior parte do crédito a eles nessa questão.
Como você enxerga o trabalho feito no Brasil e o que mais o marcou em sua primeira visita ao país?
Uau, já tinha uma boa impressão do que vocês têm feito, mas estar aqui e ver em primeira mão me deixou totalmente maravilhado.
Acredito que tudo o que vi é feito com excelência, tudo é muito saudável. Sobre as equipes, a organização e as escolas, fiquei muito impressionado e só tenho que dar muitos elogios.
Houve algum momento marcante no seu ministério que moldou sua caminhada ou sua forma de servir?

Por mais difícil que aquela estação tenha sido, ela é parte do que me fez ser quem sou hoje, e, reiterando, foi realmente nossa primeira posição em tempo integral no ministério. Já estávamos envolvidos antes do Rhema como voluntários. Éramos fazendeiros e, por um tempo, minha esposa foi cabeleireira.
Após o Rhema, nós fomos para o ministério em tempo integral e ficamos mais ou menos dois ou três anos pastoreando uma igreja. Estávamos cuidando de muitas áreas daquele ministério, até que recebemos uma ligação falando que fomos despedidos por más decisões financeiras, e que eles não conseguiriam mais nos pagar. Isso nos machucou muito.
Acho que, se alguém tivesse sentado e olhado nos meus olhos, nós poderíamos ter tido aquela conversa e teria até um pouco de postura para dizer: “Vamos crer em Deus juntos”. Mas ser mandado embora daquela forma foi doloroso. Já estive naquele estado emocional antes. Como ouviram minha mulher dizer na conferência: “Me bagunçou em muitos níveis”. E eu precisava perdoá-los, precisava passar por aquele processo. Muitas coisas foram purificadas em mim, e aprendi a ser mais humilde com esse processo.
Porém, como disse, tínhamos uma família para sustentar e não tinha dúvida de que precisava conseguir um emprego, pelo menos naquele período. Então, o aterro sanitário me contratou para a área que deposita o lixo, porque sabia manusear o maquinário pesado. Foi uma temporada difícil, perdi 18 quilos naquele ano. Não quero refazer essa dieta. Trabalhar naquilo foi um desafio.
Preguei duas vezes naquele ano, e acredito que foi o melhor ambiente para mim: longe das pessoas, para sarar e aprender. Isso me forçou a ter um relacionamento mais profundo com Deus por longas horas, de manhã cedo até tarde da noite. Criei um propósito de passar um tempo de devocional com Deus, não só de preparação de sermões, mas em uma das fases mais difíceis da minha vida.
Ainda fico maravilhado ao pensar que, quando estava esvaziando o caminhão em cima do lixão, saí para andar e, arrastando o meu pé na terra, encontrei algo. Me abaixei para pegar, e era o livro de estudo Os Dons do Ministério, do Irmão Hagin, que tinha lido na Escola.
Naquele momento, ele foi como um lembrete de Deus para mim, dizendo: “Estou vendo você. Eu o chamei. Os chamados e os dons não vêm sem arrependimento”. Então, peguei o livro e o guardei. Toda vez que tinha algum momento livre, voltava e relia. Guardei esse livro por todos esses anos, da mesma forma como estava no lixo. E pensar que alguém jogou isso fora, e eu quem encontrei, é fora da minha compreensão. Mostra para mim o poder da página impressa.
O primeiro livro que li e tentei estudar, fora das Escrituras, foi Como Ser Guiado pelo Espírito Santo.
KIM MCKINNON
Kim, você cresceu como filha de pastor, hoje é esposa de pastor e tem 37 anos de casamento. Como essa trajetória familiar e ministerial moldou quem você é hoje, especialmente agora com a chegada do seu primeiro netinho?

Sou muito agradecida pela minha herança. Há quatro anos, meu pai foi para o céu e ele era uma parte importante da minha vida. Sempre fui a filhinha de papai, então foi bem difícil para mim. Porém, sou muito agradecida pela forma como meus pais me criaram. Meu pai sempre esteve à frente, com um grande coração de pastor, e minha mãe trabalhava nos bastidores, garantindo que tudo acontecesse da forma certa. Então, quando olho para mim, gosto de pensar que tenho as melhores partes de cada um.
Sabe, minha mãe era daquelas pessoas mais quietas, e meu pai estava sempre à frente de tudo. Na minha infância, meu pai protegia a mim e meus irmãos contra as partes ruins do ministério. Então, não sabia realmente que essas coisas podiam acontecer na igreja, de como as pessoas podiam ser más. Nunca soube dessas coisas até me tornar adulta. Acredito que talvez eles não devessem ter lidado dessa forma, porque foi muito difícil para mim ver esse lado e assimilá-lo quando adulta. Mas me ensinou muito.
Antes de Tony, no meu terceiro ano do ensino médio, nós nos mudamos para outra cidade, pois meu avô estava com a saúde frágil e meu pai queria estar mais perto dele nesses últimos momentos. Então, ele sentiu que Deus o deixava liberar a igreja e voltar à sua cidade natal. Foi nesse tempo que fiquei meio amargurada. Você pode imaginar que mudar para outra cidade no terceiro ano do ensino médio… parecia que tudo que tinha na minha vida toda tinha sido arrancado de mim. E daí disse que tinha duas coisas que nunca faria: casar com um pastor e casar com um fazendeiro. No final das contas, fiz as duas! Então, nunca diga nunca, né?
Mas sou muito agradecida por tudo que eles me ensinaram, pela forma como nos ajudaram a liderar. Por mais que meus pais não fossem perfeitos, eram ótimos exemplos, então sou muito grata por isso. Um dos meus sonhos era ser mãe, e estou muito orgulhosa das minhas filhas e agradecida a Deus por ter me dado essa oportunidade.
Quando nós casamos, os médicos me disseram que nunca conseguiria ter filhos. Então, nós passamos os primeiros dois anos e meio do nosso casamento com esse diagnóstico. E sempre sonhei em ser mãe. Ouvir alguém dizer que isso nunca aconteceria é devastador, mas Deus pode tudo.
Meu marido estava organizando um culto, e um jovem estava ministrando. Foi a primeira vez que o vimos dando uma palavra profética. Naquele culto, ele disse: “Tem uma jovem aqui nesta noite, e Deus me disse que, se você der um passo de fé mais uma vez, Ele vai lhe dar todos os desejos do seu coração”. Seis semanas depois daquele culto, descobri que estava grávida da nossa primeira filha, cujo nome, Caitlyn Faith (fé), foi por causa disso. Cri e sabia que, custasse o que custasse, Deus faria por mim, porque era o desejo do meu coração.
Já a nossa segunda filha, Kara — que é quem vai me dar o meu lindo neto — veio de surpresa. No dia em que descobri que estava grávida dela, Deus falou bem claro para mim, em palavras bem simples: “Quando Eu curo algo, está curado”. Então, não era para eu ficar em dúvida se Caitlyn seria nossa única filha. Fomos muito abençoados e estamos muito felizes com essa nova estação.
Sabe, ter filhos é uma coisa tão maravilhosa, mas ter netos é uma alegria maior. Então, sou muito, muito agradecida por essa estação. Quando Kara nos falou que eles teriam um bebê, foi algo impressionante. Ele nem está aqui ainda e já tenho esse amor borbulhando dentro de mim. É bem incrível.
Como você conseguiu equilibrar as demandas de ser esposa, mãe, servir no ministério e ainda atuar como assistente pessoal do Pr. Hagin e da Irmã Lynette? Quais foram os maiores desafios e as maiores alegrias nesse percurso?

Então, primeiro de tudo, acredito que é saber que tem que ser Deus em primeiro lugar, depois vem sua família, e só daí virão todas as coisas que têm a ver com igreja e ministério. Quando nós voltamos para o Rhema — na verdade, quando recebemos a ligação de que o assistente dos Hagins tinha se aposentado antes mesmo de a gente chegar — sinceramente, eu não tinha nenhuma intenção de trabalhar lá. Até aquele momento, estava trabalhando para mim, amava trabalhar no meu sofá de pijama e estava feliz fazendo isso. Mas, na manhã em que a senhora Lynette me ligou, Deus imediatamente trouxe ao meu coração que era isso o que eu deveria fazer.
Não entendi o porquê na época, mas está sendo uma estação incrível, principalmente porque venho de uma família de pastores, e ela também.
Tem sido uma bênção, pois há muitas coisas que eles não precisam nem me falar, e já penso como eles. Levou um tempo para aprender isso, mas, no estágio de vida deles, sou muito agradecida por poder estar aqui para ajudá-los, auxiliar nas coisas para que eles não precisem pensar, e ter certeza de que tudo está no lugar, para que não haja nenhuma dificuldade. E isso é um equilíbrio. Porém, também demanda bastante de mim. São muitas madrugadas, sabe? Às vezes, em trabalhos que não eram necessariamente minha responsabilidade, me dispus a ajudar porque sabia que, se eu não o fizesse, ela faria. Então, tinha certeza de que era o que precisava fazer naquele momento. Havia a graça de Deus para me ajudar, e Ele me fortaleceu em tudo. Não foi fácil, e tive que ter equilíbrio, mas sei que era ali que Deus queria que eu estivesse.
[Tony McKinnon]
Acredito que foi algo que Deus me disse há onze anos, quando nos chamaram para vir. É triste dizer, mas acredito que parte da nossa atribuição é ajudá-los a terminar bem a carreira, sabe? Trabalhamos com eles há 11 anos, já faz um bom tempo. Só tem uma outra pessoa no escritório que está lá há mais tempo do que nós. As pessoas vão e vêm. Tendo ministério no coração, as pessoas vêm, aprendem e vão, a natureza do que fazemos é treinar e enviar.
Com sua atuação na equipe do Rhema USA, quais foram os aprendizados mais significativos? Como isso impactou sua fé e visão de ministério?

Para mim, a coisa mais impactante é o que faço e a alegria de trabalhar com as pessoas, ver suas vidas mudarem. Porque, com o que faço, não só trabalho para os Hagins, mas também cuido de todos os eventos que são diretamente conectados com eles — todas as cruzadas, os seminários como o Winter Bible Seminar, os Luncheons, todas essas coisas. Então, tenho a oportunidade de trabalhar com pessoas incríveis e ter a experiência de crescer com elas. Isso me proporcionou grandes conexões e a chance de poder ver a mudança e o crescimento na vida delas — e ajudá-las nisso.
Muitas vezes, isso pode demandar muito do meu tempo. É quase como ser a mãe de todas essas crianças que têm muitas coisas para fazer. Mas, de novo, é a graça de Deus, e posso ver os frutos disso neles.
Poder subir naquele palco e dizer: “Olha pra vocês, vocês conseguiram!”. Ver esse crescimento e mudança em suas vidas tem sido uma grande alegria.
Realmente é um equilíbrio. Estava lembrando hoje: às vezes, no camp meeting, percebo que tenho dias de 18 horas — e normalmente é a semana toda. Mas sabe que, quando penso sobre isso, só me lembro de todas as pessoas que passaram por aqui, todas as horas com elas. E, com certeza, estávamos cansados, mas também encorajamos uns aos outros, passamos tempo juntos e nos levantamos. Me traz muita alegria poder fazer isso — e o resultado é sempre maior do que nós.
Quais são, na sua visão, os principais desafios que as mulheres enfrentam hoje dentro e fora da igreja, e como sua experiência tem ajudado a fortalecê-las? Que conselhos você daria para aquelas que estão iniciando no ministério?
Sei que mencionei diversas vezes, mas só ser mãe já é algo que necessita de equilíbrio. Tem muitas coisas acontecendo na vida das crianças — não só na igreja, mas na escola, nos esportes — e tudo está sempre demandando atenção. Ser mãe, esposa e também estar envolvida com o ministério adiciona muitas outras responsabilidades. Portanto, acredito que o equilíbrio é uma grande parte disso: conseguir criar os filhos com excelência e lembrar que estamos criando a próxima geração.
É importante conseguir tirar tempo — não só para que eles estejam felizes o tempo todo e tenham coisas para fazer — mas também para implantar valores dentro deles, que eles precisam de Deus, criando pequenos guerreiros que sabem quem querem ser.
Daí, realmente acho que é mais difícil para as mães hoje. É uma escolha. Precisamos ter pulso firme e dizer: “Não, isso é o que você precisa fazer”.
Tem uma história de quando nós pastoreávamos, e Kara, nossa filha, ia ter bebê. Ela era muito boa com esportes, e naquela época jogava futebol. Mas o treinador veio falar que ia mudar algumas coisas e que o treino seria às quartas à noite. Nesse dia, tínhamos culto. Como pais, sempre tentamos incutir neles que Deus sempre vem antes, mas também deixar que eles tomem as próprias decisões e aprendam com seus erros. Basicamente, a gente estava tentando não viver a vida por eles.
Quando ela veio para nós com a notícia, a gente só disse que seria uma escolha que ela deveria fazer. Porque ela também tocava bateria na igreja, então tinha que estar uma hora antes para o ensaio.
Nesse sentido, a gente falou para ela tomar a decisão por si mesma. Mesmo sendo mais nova, ela foi até o treinador e disse que, infelizmente, não poderia mais jogar, porque estava na equipe de louvor e tinha cultos na quarta à noite. No final das contas, o treinador trocou toda a organização do time por causa dessa única decisão dela. Ele e quase todo o time entraram na nossa igreja.
Basicamente, acredito que a forma mais fácil de ser mãe é mantê-los ocupados. Mas a forma correta é criar bem os filhos segundo a visão de Deus. Então, acredito que é importante tomar essa decisão.





































2 Comentários
Uau!que exemplo maravilhoso para seguir,fazer parte desse ministério é uma honrar!
Gloria a Deus, esse casal com certeza foi uma bençao na associação com o ministerio de Keneth Hagin, louvamos ao senhor pelos Hagin, onde eles tem feito um bom trabalho ao redor do mundo.