Sou de Belo Horizonte, tenho 34 anos
Hoje eu vejo isso, mas não tinha essa visão de BH até recentemente. Eu cresci em uma família católica e tive muito pouco contato com os cristãos evangélicos até a minha conversão, eu e meu marido nos convertemos em 2009 ouvindo a irmã dele pregar sobre o que ela estava aprendendo no Rhema, em mini-cultos na casa da mãe dele ou dela mesma. Eu conhecia muito pouco do meio cristão evangélico, só o Rhema e o Verbo mesmo.
Na igreja as músicas mais tocadas na época eram do Manassés e da Geração da Fé, as pessoas não ficavam falando tanto sobre o Diante do Trono e esses “famosos” da Lagoinha, então eu acho que eu não entendi a dimensão da popularidade do gospel de BH no Brasil. Para mim, até então, a fama de BH era ser a cidade dos botecos. (risos)
Hoje, estando dentro da estrutura interna da igreja, e tendo um contato mais perto com os ministros, eu vejo isso melhor. Principalmente quando vem alguém de outra cidade que fica querendo conhecer a Lagoinha e tudo mais. Acho que eu demorei para entender como sou abençoada por ser de Belo Horizonte.
Eu sou uma pessoa muito emotiva, então eu gosto dessa questão calorosa do mineiro. De abraçar, de gostar de receber as pessoas em casa, de chamar pra tomar um cafezinho… Eu amo isso em Minas Gerais! Belo Horizonte por ser capital, é um pouco mais cosmopolita do que o resto do estado, e a gente acaba pegando um pouco dos dois mundos: essa coisa de cidade grande, da correria, do trânsito louco, mas também o lado amigável e receptivo… ainda tem muito desse jeito mineiro em Belo Horizonte. Em Montes Claros eu vejo isso ainda mais forte, que é algo que eu amo na minha nova cidade!
Belo Horizonte sempre vai ter seu lugar no meu coração: é a cidade que eu nasci, que eu vivi quase toda a minha vida! Assim como o Paulo (Paulo Pimenta, marido), eu não pensava em mudar de lá nunca, eu sempre dizia que para me fazer mudar de BH tinha que ser uma coisa muito séria – antes de me converter teria que ser muito dinheiro (risos), depois, só por chamado mesmo.
E mesmo assim, amando muito a minha cidade, quando estávamos pra sair, um pouco antes de sermos direcionados pelo Senhor para Montes Claros, eu comecei a perder um pouco dessa minha raiz, eu dizia para o Paulo: “Eu já estou cansada dessa cidade grande desse jeito. Eu queria um lugar menor, eu queria uma vida mais tranquila, eu…” Acho que esse sentimento tem a ver com a graça para a nova etapa que estávamos para começar, né?
Eu sou formada em Design Gráfico pela FUMEC, e fiz uma pós-graduação em Design e Cultura, trabalhei durante 7 anos em agências de comunicação e passei por várias agências em BH, depois, eu abandonei o mercado de agência e fui trabalhar mas mais focada no ministério, servindo a igreja e o Rhema como designer gráfico ou o que fosse preciso na área de comunicação. Hoje, algumas vezes eu ainda pego projetos para empresas, principalmente para a agência que trabalhei por último antes do Rhema, mas a maior parte do meu trabalho é mesmo para o ministério.
O mercado de agências em geral, em Belo Horizonte pelo menos e principalmente nas agências grandes, era muito volúvel e fútil. Apesar de gostar muito da minha profissão eu não gostava nada desse ambiente, eram muitas horas extras, muita correria, stress todos os dias, não existia estabilidade nenhuma. O rodízio de funcionários entre as agências é coisa de maluco! Hoje você está empregado, amanhã pode já não estar e no mês seguinte essa mesma agência resolve te recontratar. A maioria das pessoas já trabalhou na maioria das agências mais de uma vez! E é muito raro uma pessoa chegar a aposentar como funcionário de agência de comunicação, você só tem ritmo para isso quando jovem e uma hora as outras agências simplesmente param de te recontratar. Acho que existe um falso glamour nessa área, alguns jovens veem aquelas agências lindas, com lindos computadores e equipamentos de última geração, cheias de pessoas descoladas, e acham que é um lugar muito legal de se trabalhar. Mas isso é bobagem! Legal mesmo é trabalhar com propósito, é ver que o que você faz ajuda as pessoas e agrada ao Pai.
A última agência que trabalhei foi uma menorzinha, porque eu já tinha nascido de novo e já estava aprendendo a não me submeter a escravidão e futilidade do mundo. Deus me guiou até esse lugar e foi um tempo muito bom, mais tranquilo, sem tantas horas extras, o que me possibilitou fazer o Rhema e a Escola de Ministros. Quando eu sai de lá, já estava decidida a não procurar mais emprego nas grandes agências, na verdade não queria procurar emprego em agência nenhuma. Eu falei com o Senhor que não “passaria a pasta” mais, só iria nas entrevistas de emprego que Ele me guiasse e foi justamente quando abriu uma vaga para trabalhar no Rhema como design gráfico na comunicação.
A gente sempre tem que dar o nosso melhor para o Senhor. Tudo o que eu tenho é Dele, e todos os talentos que tem em mim foi Ele quem me deu. Ministério é a coisa mais importante que nós temos para fazer nessa vida, como não buscar ser o mais excelente possível? O ministério precisa de profissionais, de pessoas capacitadas. A unção capacita a gente a fazer as coisas, mas nem tudo aprendemos através da unção, a gente pode buscar também uma capacitação profissional, buscar a ciência, os estudos, sermos interessados em qualquer coisa para nos ajudar a nos capacitar e servir de forma ainda mais excelente.
No meu contexto, eu me formei em Design Gráfico e adquiri uma certa experiência com o meu trabalho “secular”, então quando eu comecei a me envolver na igreja, comecei também a enxergar, dentro do que eu sabia fazer, que as coisas que não eram tão profissionais como deveriam. Me incomodava que algo tão importante quanto a expansão do Reino não estivesse sendo servido de forma excelente na área de comunicação. Então e me voluntariei a ajudar nesse sentido também, ofereci a minha ajuda e o pastor me colocou em contato com outras pessoas que já estavam com um projeto de um site, crescemos o projeto e começamos o Departamento de Comunicação da igreja de Belo Horizonte sob a liderança do Pr. Adalberto.
Depois de um ano eu me tornei a líder do Departamento de Comunicação e fazia peças gráficas para igreja, sempre que dava… O volume de trabalho para uma igreja dinâmica como a nossa é muito grande, e na época que eu era uma das únicas que fazia isso, mas não conseguia abraçar tudo que eles precisavam. Decidi então hierarquizar para que pudesse ser mais efetiva, então eu conversei com a liderança, e falei “Vou começar a fazer só as coisas institucionais da igreja, para os departamentos as pessoas vão ter que começar a procurar uma forma”. O Departamento de Comunicação passou a receber as peças dos departamentos já criadas e verificava cada uma para que nada fosse divulgado com erros de visão, identidade visual ou português. A medida que as peças iam chegando eu aproveitava e dava umas dicas de composição, estética, diagramação e etc, para melhorar a arte das peças e desenvolver as pessoas que estavam criando. Fizemos também alguns workshops e com o tempo algumas pessoas foram tomando “gosto” e melhorando no desenvolvimento das artes aumentando assim o número de pessoas disponível para desenvolver as peças de comunicação da igreja. Por esse motivo eu acabei virando uma pequena referência na área de comunicação na região, que aumentou quando eu passei a fazer também a comunicação do Rhema.
Quando eu entrei lá eu descobri que o Rhema precisava de muito mais do que apenas uma designer para desenvolver as artes, eles precisavam aprender sobre o assunto e estruturar a comunicação da instituição. Aí eu acabei aumentando o que eu ia fazer lá de simplesmente uma designer gráfico pra uma pessoa que dava uma consultoria e ajudava nas questões de marketing e de comunicação. Mesmo não sendo formada em comunicação, mas eu acabei adquirindo conhecimentos com a experiência e porque me interesso muito pelo assunto, estudo, busco saber… então eu acabei sendo um braço nessa área. Quando saímos de BH e fomos para Montes Claros conversamos com a diretoria e desenvolvemos uma nova forma de eu continuar trabalhando para o Rhema à distância, que foi quando eu abri a agência Panamá. Hoje os Rhemas de Minas Gerais são clientes da Panamá, e assim eu continuo fazendo o que eu fazia internamente, só que agora externamente. Ou seja, continuo desenvolvendo todas as artes, e ajudando em tudo o que eu posso na área de comunicação para eles. Buscamos manter uma unidade visual única dentro da supervisão de Minas Gerais da seguinte forma as artes são desenvolvidas e aprovadas pelo Rhema de Belo Horizonte – Prado e distribuídas para os outros da região, hoje eu desenvolvo as artes para os 7 Rhemas do estado: BH-Prado, BH-Barreiro, Lagoa Santa, Ibirité, Ipatinga, Juiz de Fora e Pouso Alegre, somente Uberlândia não faz parte.
Além disso, agora tem também a Editora Reinar, que eu sou sócia junto com o Paulo, o Jean e a Ana Paula, que me rende muitos livros para diagramar e algumas artes para criar.
Meus pais e avós não são de Belo Horizonte, mas todos viera moram em BH. Eu tenho dois irmãos, um irmão mais velho e uma irmã mais nova. Eles frequentam a igreja católica, mas são bem abertos a creem bem parecido com a gente, a minha conversão não causou atrito entre a gente. A minha mãe se chama Maria da Glória, ela sempre trabalhou muito e sempre foi uma pessoa muito eficiente, muito focada em ética, muito estudiosa e eu acho que eu me espelho muito nela nessa questão de trabalho, no esforço de fazer as coisas mais excelentes, ao ver uma coisa que você pode ajudar e correr atrás para fazer. O meu pai se chama Ademir e o meu jeito de ser é muito do meu pai; ele é mais esquecido, mais tímido, e menos sério. Eles são pessoas maravilhosas. Hoje eu sinto muito a falta deles morando em uma outra cidade e um pouco longe. Eles sempre nos apoiaram muito no nosso ministério, mesmo sendo católicos. Eles têm dificuldade pra entender algumas coisas porque é uma realidade muito louca e diferente pra eles, mas eles me apoiam assim mesmo. Estão sempre investindo na gente, ajudando em tudo o que podem, minha mãe compra todos os livros da editora, e eles vão nos lançamentos quando podem.
O meu relacionamento com o Júnior – eu chamo o Paulo Pimenta assim – representa mais da metade dos meus anos e eu não me lembro direito da minha vida antes dele. Como começamos a namorar muito cedo eu construí a minha personalidade, quem eu sou hoje ao lado dele. Vejo muito da influência dele no meu crescimento e sei que sou uma pessoa melhor porque eu tive a oportunidade de conviver com ele tantos anos. Ele é uma rocha muito firme pra mim.
Às vezes é difícil identificar onde eu começo e onde começa ele e costumamos brincar que “Eu não sei se eu falei isso pra você, porque eu acho que tudo o que eu ouvi você já ouviu” (risos), temos esse relacionamento muito perto. O nosso tempo de namoro foi um tempo de criar intimidade, somos grandes amigos, muito parceiros um do outro, foram 10 anos de namoro e já estamos casados há 8 anos.
A nossa família está se criando nessa base de companheirismo, ainda não temos filhos, ainda (risos), mas pretendemos ter e eu acho que a gente tem criado uma parceria tão solida que a nossa família tem tido uma boa raiz para quando chegar esse momento. Eu quero muito ser mãe, muito mesmo. É uma coisa que é muito importante para mim. Não vou ser uma pessoa completamente realizada se eu não tiver filhos, mas é uma coisa que eu coloco nas mãos do Senhor, sei que ele quer o melhor pra mim e sei que é uma vontade dele.
Um sonho… eu acho que meu sonho é romper… eu às vezes eu ainda sou um pouco travada. Timidez é uma coisa que o Senhor curou em mim e tem sido um processo…
Todas as vezes que alguém chega pra me passar alguma palavra do Senhor sempre envolve alguma coisa assim, tipo romper, ter mais ousadia… A timidez tem sido vencida, mas ainda tenho muito para crescer me tornar o que o Senhor quer de mim, acho que isso é o meu grande sonho. Chegar nesse romper que tá todo mundo dizendo para eu fazer (risos).
O que eu mais quis na minha vida foi ser aceita, fazer parte… e eu acho que eu me encontrei na igreja. Eu me encontrei na família da fé. Hoje eu faço parte de algo importante, hoje eu sou querida e bem-vinda, hoje eu tenho uma família enorme que é todo o Verbo da Vida, a Igreja, o Corpo de Cristo. Eu me sinto segura, protegida e isso foi muito bom pra mim, foi uma grande conquista.
É interessante como as vezes a gente não consegue identificar exatamente aquilo que a gente quer na nossa vida até que, mas uma vez estando nessa situação, eu percebo que isso na verdade foi o que eu sempre quis.
Eu acho que coragem é muito importante na mulher, o mundo quer no puxar para trás, mas nós somos da Palavra. A gente sabe um monte de coisas, que somos mais que vencedores, que podemos tudo Nele, mas às vezes parece que falta força e ficamos sem coragem de agir conforme aquilo que sabemos. É muito importante ter coragem, porque o Senhor pega junto conosco. Ter coragem de agir sabendo que a Palavra é a verdade e de caminhar nisso.
A nossa autoestima pode ser muito errada e influenciada por satanás, e ficamos com a falsa ideia que não é para nós, mas é necessário ter coragem e fé pra poder continuar mesmo sem ver. E aí é muito incrível, quando você dá um passo de coragem, um passo de fé e isso te modifica por dentro, tudo aquilo que você temia some e você acaba se sentindo aquilo que você já sabia que você era. O sentimento vem depois do passo de fé, ele vem depois da coragem. Se você se deixar travar, por essa forma de pensar que satanás colocou na sua vida, você nunca vai chegar lá, mas mova-se, creia, ande e você vai ver que o sentimento vai acompanhar e as coisas vão acontecer.
Não é uma questão de fachada de fingimento, mas uma questão de coragem e fé, de saber que Ele nos capacita pra tudo que Ele coloca diante de nós, e a cada passo que a gente dá, novos desafios vão surgir; mas você sabendo que você pode dar os próximos passos as coisas vão sendo acrescentadas, dons vão sendo acrescentados e você vai sendo capacitado.
Eu nunca achei que eu poderia fazer as coisas que eu faço hoje, eu ainda me vejo e penso “Como assim?”. Eu nunca achei que eu fosse capaz de fazer as coisas que faço hoje. Eu só consegui fazer porque eu cri e tive coragem de andar sabendo que Ele ia pegar junto comigo.
Quando penso nos próximos passos, Em 2020… Eu vejo a gente com numa igreja grande e maravilhosa em Montes Claros (risos), a Editora Reinar abençoando muita gente, a nossa família já um pouco maior (risos). Eu me vejo rompendo (risos), ou seja, com um pouco mais de desenvoltura pra desenvolver todas as coisas que o Senhor tem pra minha vida. Eu vejo essas coisas, e é o que eu gostaria que fosse.
Ser esposa de pastor é um grande desafio. Eu fluo muito bem nos socorros, nos bastidores, eu me sinto um peixe dentro d’água nos bastidores, mas quando me colocam no foco da luz eu travo. Mas acaba que sendo a esposa de um pastor presidente, você é colocada na luz o tempo inteiro e é observada, e vira exemplo para as pessoas, isso me deixa um pouco nervosa.
Eu tenho dificuldade de me ver como um exemplo para alguém, e por isso tenho o cuidado de buscar me desenvolver mais, de correr atrás e dar o meu melhor para essas pessoas, para que eu me torne uma pessoa a altura deste “cargo”.
E tento me desenvolver também como apoio para o meu marido. É difícil, pastorear, é duro, e eu vejo como é pesado. Tem graça pra isso, claro, mas é um peso de responsabilidade. Eu quero ser suporte para ele, uma tranquilidade, uma ajudadora mesmo. Busco ser o melhor nisso que eu puder ser. Mas estou crescendo ainda e sei que as vezes eu me enrolo, principalmente quando misturo as coisas: o pastoreio e o nosso relacionamento.
Porque é como eu disse, a intimidade é muito grande, é difícil saber onde ele começa e eu termino, e é desafiador não passar dos limites e descaracterizá-lo como meu pastor e líder.
Eu recebi uma criação bem moderna. A minha mãe é muito assim, eficiente, trabalhadora, independente. E eu recebi essa criação de que no casamento as funções são iguais, ninguém é cabeça de ninguém. O evangelho quebrou em essa insubmissão, mas foi difícil, porque foi de encontro a muito do que eu havia aprendido. Eu lembro do meu pai falando “Não pode depender de homem, porque ele vai te abandonar e você vai ficar sozinha e vai passar fome”. Então eu precisava ser independente e não aceitar me submeter.
Graças a Deus também é parte de mim a doçura, e isso eu acredito que facilitou o processo. Eu não sou uma mulher muito brava, com mania de se impor, o problema foi mesmo a criação da mulher cosmopolita que não pode ser mandada pelo marido e que foi algo que precisou ser equilibrado dentro de mim.
Eu às vezes vejo um resquício disso, desses ensinamentos seculares na minha vida, e toda vez que eu vejo eu me confronto com a Palavra, pra isso não virar uma bola de neve.
Eu sou muito grata à minha família, porque eles criaram em mim valores muito bons e muito fortes, acredito que foram exatamente esses valores que me trouxeram pra Cristo.
Eu sou muito grata ao pastor Marcelo, ele é uma pessoa que eu amo, ele é essencial na minha vida, depois dessa nova vida em Cristo ele é peça chave. Ele investiu tanto em nossas vidas, o carinho que ele tem por nós, eu sou muito grata a ele.
Eu sou muito grata ao Paulo porque ele me moldou, o seu jeito questionador me fez crescer, eu acho que eu não seria um terço de quem eu sou hoje se eu não tivesse convivido tantos anos com ele. Ele é uma pessoa sensacional.
A igreja Verbo BH que foi onde eu me encontrei, eu sou grata pelo amor deles, eu sou grata pelo cuidado deles, por ser uma grande família e escola para mim.
Eu sou uma pessoa muito coração, apegada, doce, muito alegre. A alegria foi algo que o Senhor colocou em mim de uma forma especial, acho que recebi uma porção maior deste dom. Eu busco trazer alegria pra onde eu vou, e fico pensando que isso também tem um pouco a ver com o ministério de socorros. É parte do ministério de socorros preparar o ambiente, e da forma como eu vejo poucas coisas preparam o ambiente tão bem quanto alegria contagiante. Eu sou uma pessoa que tem tentado ser o melhor a cada dia, buscar ser mais virtuosa tanto quanto posso.






























4 Comentários
Você é muito especial em nossas vidas Natália! Que bacana é ter você por perto, é presente de Deus
Você é uma benção para nós pastilha, fico feliz de ter você na minha vida!
Natália, vc é uma benção na vida de todos que te cercam!!!
A mulher mais fantástica e excepcional do Brasil!!