

“O Senhor é meu pastor e a minha fartura vai ser das graúda. Ele me manda deitar nos pastos verdes da campanha, em direção das sangas de água clarinhas, clarinhas. Ele refresca a minha alma e me leva pelas estradas da justiça. Mesmo que eu peleasse num entrevero, arriscando o meu pelego, eu não me mixaria, não, porque Ele está comigo, tchê! O seu relho e o seu chicote me protegem. Me prepara um churrasco pra dar água na boca dos meus inimigos! É claro que o seu amor andará a trote comigo, me seguindo, e eu estarei pousando nas campanha do Senhor para sempre: ”Após, celebraram a Deus dançando músicas típicas gaúchas, que são sempre dançadas aos pares, e baseiam-se no cortejo respeitoso do homem para a mulher, como também se agrada o patrão do céu!”
Um canto improvisado deu o tom ao momento de celebração, enquanto os irmãos sorviam chimarrão, servido e oferecido pela própria igreja a todos que trouxessem sua cuia. Mas como o maior homenageado de todos os dias deveria ser reverenciado também através da Sua Palavra, o culto, propriamente dito, foi ministrado pelo pastor presidente Sílvio Demarchi que, pilchado, curvou-se, como patrão local, ao Patrão do Céu! Pois, embora fosse uma festa cultural, a cultura da terra precisa ser abençoada pela cultura do céu.

“Sirvam nossas façanhas de modelo a toda a terra”, segundo o pastor, como diz a Bíblia as nossas boas obras devem brilhar e expressar o Deus a quem nós servimos. Sendo assim, nosso valor cristão será demonstrado como modelo a toda terra.

“Nada se compara a viver a cultura da terra, com a cultura do céu!” declarou o pastor satisfeito.
Encerrando as festividades, o pastor Sílvio Demarchi sugeriu que “preservemos a ‘chama do Espírito Santo’ que habita em nós acesa como a ‘Chama Crioula’, para que possamos seguir acendendo a chama de outros”.














