
Cantora e ministra do Evangelho
A vida eterna é conhecer a face de Deus e o Seu caráter. Somos recipientes da presença manifesta do Senhor. É uma honra sermos santuário do Espírito. Aquilo que era no templo já não é mais. Ele disse e Ele fez que derramaria do Espírito sobre toda carne.
A autoridade não vem em forçarmos o nosso conhecimento humano. Jesus tinha autoridade, mas deixou de ser Deus e se fez homem. Ele só falou o que ouviu o Pai dizer. Se Jesus se submeteu, eu quero ser como Ele. É nesse lugar de submissão que devemos viver.
Eu gosto muito de cantar e falar a respeito de identidade. O Senhor me levou a observar a vida de Jesus, na forma como Ele foi tentado no deserto. Quando se fala de ser enviado para as nações, eu vejo o anseio do Pai para que sejamos primeiro fundamentados nas coisas básicas.
O campo missionário e o envio vai expor tudo aquilo que é o seu fundamento. Quando você está em uma cultura diferente, tudo o que está dentro de você vem para fora, a sua identidade, o seu propósito.
A relação de Deus como Pai veio através de Cristo. No jardim, o inimigo questionou a natureza de Deus. E ele continua hoje enviando dardos inflamados. A armadura de Deus é uma ilustração de uma realidade espiritual.
Vivemos uma realidade espiritual e não devemos ser enviados para ambientes sem discernir as coisas espirituais. O inimigo age no ambiente espiritual e precisamos conhecer as nossas armas espirituais. Não o vencemos no grito, mas com o entendimento da verdade. É na renovação da mente que eu caminho na vontade de Deus.
O escudo da fé é levantado para apagar os dardos inflamados do inimigo.
O Reino de Deus é o território em que a dimensão da vontade d’Ele é feita perfeitamente. O Reino de Deus é justiça, paz e alegria no Espírito Santo e onde a vontade d’Ele é sempre executada.
Jesus curou os enfermos, libertou e redimiu pessoas, revelando qual é a natureza de Deus. A Palavra chama Jesus de segundo Adão porque Ele é comparado ao primeiro homem. A serpente trouxe uma semente de dúvida. O inimigo teve a ousadia de chamar Deus de mentiroso. Eva experimentou a dúvida sobre um Deus que não seria santo. Essa tática do diabo continua sendo a mesma.
A experiência humana passa a ser questionar: será que Deus não é quem Ele diz que é e eu não sou quem Ele diz que eu sou. Isso coloca em cheque a natureza de Deus.
Em Gênesis 3, vemos que Deus em sua bondade ensinava sobre a submissão, o domínio próprio e a obediência. Mas o diabo falou à mulher que se ela comesse do fruto não morreria. A mulher viu que a árvore era boa pra comer, agradável aos olhos e proveitosa para adquirir conhecimento. Se pudéssemos destrinchar o pecado original no seu elemento mais básico, veremos que o inimigo mente sobre a natureza de Deus.
Em I João 2.15 está escrito que não devemos amar o mundo nem as coisas que há no mundo. Se fizermos isso, o amor do Pai não está em nós. O desejo de Deus sempre foi que o nosso coração fosse totalmente d’Ele. Deus nos amou primeiro. E a resposta a esse amor, a esse investimento que fez em nós, deve ser esse entendimento que deve nos mover. Tudo o que há no mundo, o desejo da carne, o desejo dos olhos e a soberba da vida estavam também na tentação do jardim.
Nós estamos agora envelopados pelo amor de Deus e nada pode nos separar mais desse amor.
A nossa confiança está em Cristo. Ele é a verdade. Ele venceu a tentação. Por onde você for, é a verdade da Palavra que o sustentará.
Jesus foi provado para ser aprovado. Em Mateus 4, mostra que Jesus foi levado ao deserto para ser tentado pelo diabo. A primeira tentação do inimigo contra Jesus foi um ataque à identidade: “Se você é filho de Deus, transforme as pedras em pão”. O inimigo semeou ofensa contra Deus, questionando se Ele era capaz de suprir as necessidades de Jesus. E Ele respondeu com a Palavra, dizendo que estava escrito que o Seu sustento vem da boca de Deus.
Não rebatemos o inimigo com experiências, mas com a Palavra.
Jesus foi tentado novamente para que pulasse do alto, pois os anjos o segurariam. Jesus respondeu que estava escrito que não devemos tentar o nosso Deus. Na terceira tentação, o diabo disse que daria a terra para Jesus se Ele se prostrasse e o adorasse. Jesus disse que estava escrito que devemos adorar somente a Deus. Assim, Jesus foi tentado pelo desejo da carne, dos olhos e pela soberba da vida.
Somos tentados pelo diabo da mesma forma. Mas Jesus nos deixou o exemplo, de filhos que não se ofendem com o Pai. Precisamos voltar sempre às mesmas perguntas: quem é Ele e quem Ele diz que somos.
A oração e o louvor interceptam as armas do inimigo e estabelecem o Reino de Deus na terra. Existe uma atividade espiritual e Deus nos chama para sermos praticantes da Palavra. Existe poder na sua palavra. Declare a Palavra!
*Trechos da mensagem do dia 25 de julho de 2025, no JPN Global.














