
Graduada na Escola de Ministros Rhema
Você, com certeza, já ouviu a frase que também é título de um livro: “Quem é você quando ninguém está olhando?”. No contexto da famosa expressão, quando a própria imagem não está sendo posta em jogo, quando não é necessário se apresentar aprovado diante de alguém, é no estar sozinho que se demonstra quem realmente se é.
Essa frase fala sobre comportar-se de maneira falsa diante das pessoas, a fim de obter alguma vantagem. Isso é um problema de caráter. Isso é um grande problema!
Mas saiba que existem pessoas ainda mais ousadas, que preservam sua “falsa identidade” na frente daqueles de quem podem obter algum benefício, não se importando em mostrar quem realmente são diante daqueles que consideram “sem valor”. E isso é um problema gravíssimo.
Deixa eu contar um segredo: não adianta ser o melhor servo e o maior exemplo diante do pastor ou líder, e, ao deixar o carro no estacionamento, maltratar quem está servindo ali. Não adianta ser o mais eloquente no púlpito, mas deixar que as pessoas que convivem no trabalho ou em casa vejam um mau testemunho a ponto de desprezarem o que sai da boca. Não adianta parecer uma pessoa amável em público, mas ser insuportável de conviver por causa da soberba, arrogância e falta de amor.
A boa imagem, o caráter irrepreensível, o testemunho de integridade interessam ao líder, ao chefe, ao pastor. Mas também interessam ao “irmãozinho” que verá alguém pegar o microfone, mesmo depois do que falou ou de como agiu com ele.
Em Mateus 18.7 (NAA), há uma advertência sobre as consequências negativas de causar ofensas ou tropeços na fé de outras pessoas: “Ai do mundo por causa das pedras de tropeço! Porque é inevitável que elas existam, mas ai de quem é responsável por elas!”.
Existe uma consequência para aqueles que não andam em um reto caminho, mas também existem consequências para aqueles que, com suas atitudes, fazem outras pessoas tropeçarem na fé. É preciso entender que, ao ser referência de alguma forma para outros, há, sim, a responsabilidade de zelar pela integridade moral e espiritual de si mesmo e daqueles ao redor.
É maravilhoso o texto de Mateus 16, onde Jesus pergunta aos discípulos quem as pessoas dizem que Ele é. E, depois que respondem, Ele faz uma nova pergunta: “E vocês, quem vocês dizem que eu sou?”. Jesus perguntou a opinião das pessoas que O ouviam, mas se importou muito com a opinião de quem andava com Ele.
Não sei se já ouviram, mas existe um ditado popular que diz: “Para conhecer alguém de verdade, é preciso comer um quilo de sal juntos”. Isso é muito verdade. As pessoas vão conhecer alguém não pelo que se prega no púlpito, mas pelo que se faz quando não está nele. A opinião de quem convive pode ser mais importante do que a opinião de quem apenas vê em local de destaque.
Deus está chamando para repensar comportamentos, corrigir palavras ditas, alinhar corações e intenções, mostrar quem realmente se foi criado para ser. Que a rota seja refeita com a ajuda do Espírito Santo. Ninguém pode viver de uma boa e passageira aparência. Cuide do testemunho e proteja a própria vida, e a vida das pessoas influenciadas.
Seja uma boa influência para TODOS, porque, afinal de contas, a opinião de todos, a seu respeito, importa!
















2 Comentários
Bárbara, que texto fantástico!
Eu não tinha ideia de que seria uma análise tão profunda.
Muito bom, parabéns! E obrigado por compartilhar esse conteúdo com a gente.
Palavra muito importante para os dias atuais. Muito bom!