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Arthur Tavares
Graduado do Rhema

Existe um ponto na sociologia que afirma que o homem nasceu para ser social, para viver em comunidade, portanto há uma necessidade quase que fisiológica do homem de estar em grupos. Trazendo isso para nosso contexto igreja, é nesse meio de comunhão e congregação que Deus ordena sua benção (Salmos 133).

Mas também o que vejo é uma natureza do mundo vindo parar na igreja, onde no mundo se faz de tudo, inclusive saltar a ética, para conseguir migrar ou ser inserido para um grupo ao qual se satisfaça o desejo do “eu”. O anseio de aceitação do ser humano é tão incrível que “o ser” pode perder o valor e os atributos contidos dessa palavra só para o êxito dela. É aqui onde aponto algo que está dentro de mim sobre certos relacionamentos de nosso meio eclesiástico.

Acredito que devem ser questionadas “amizades” intensas, assim creio que posso chamar, que surgem em momentos em que o indivíduo está em posição de elevação em seu status pessoal, digo, em nosso meio cristão, seria no momento que chega um cargo almejado mais alto (lideranças), ou ainda quando estes cargos estão em prospectos de ascensão.

Penso também quão imaturas são as pessoas que ainda assimilam essas amizades como verdadeiras, e se esquecem de amizades que foram constituídas no simples, não envolvendo “posses”, mas sim essências, digo isto pois, estas foram identificadas por semelhanças, ideologias, “inícios”,  que tem um peso de valor que vão muito além do glamour e prestígio do sucesso e crescimento.

Pessoas que estavam com você quando era apenas um mero “banco” de igreja , mas que nem por isso deixaram de acreditar em seu potencial, ao invés disso, investiram, pagaram, oraram, envolveram tempo, enfim…agiram como quem AMA.

Parafraseando um dito popular bastante famoso: “Dê poder ao homem e você realmente o conhecerá”, observo em nosso contexto, que após ser dado “O púlpito” ou “A liderança”, é possível analisar o verdadeiro caráter e integridade do mesmo indivíduo e também das pessoas que o rodeiam.

Volto a afirmar que devemos questionar, mas nunca descartar estas ditas amizades novas, até porque a sua ascensão desencadeará diversos fatores correlacionados, inclusive o aumento de sua network. Mas dentro desta prerrogativa está o “trigo e o joio”, a convivência e existência dos dois são inevitáveis, porém cabe a nós “esclarecidos” separar o que pode ser consumido ou não. Apenas torço para que pessoas tão boas não se vendam por coisas tão baratas e fugazes, mas sim, deem a devida consideração as prioridades corretas.

Estas palavras são apenas cuidado pela vida de todos aqueles que querem crescer e avançar sem esquecer da sua essência! Essência é tudo!

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