
A Igreja Verbo da Vida na Zona Leste de São Paulo, liderada por Eliezer Rodrigues, realizou o Congresso de Mulheres com poderosas ministrações da Palavra através de Jan Wright (vice-predisente do MVV), Sylvia Lima (Coordenadora da EMR) e Geórgia Rodrigues (diretora do Rhema Brasil Zona Leste). Foi um tempo realmente maravilhoso e testemunhado por muitas, como indescritível.
A esperada abertura do evento aconteceu na quinta-feira, com Geórgia Rodrigues, esposa de Eliezer, e a partir dali já se tinha a certeza que ela, assim como as demais, mulheres tão cheias da Palavra e do Espírito, acrescentariam libertadoras palavras de vida e poder naqueles dias.
Ela estimulando a todos a esforçar-se e oferecer sacrifícios de louvores a Deus, lembrou que nenhum sacrifício que façamos, pode ser maior do que aquele que Ele já fez. Quando iniciou efetivamente sua pregação, propôs-se a falar sobre sermos frutíferos e baseando-se em João 15.1-5. “Você foi criado para ficar ligado à Videira e também para dar muitos frutos”, declarou Georgia.
Baseada em Gálatas 5.22,23, ela exortou todos a definitivamente não deixar a carne manifestar os seus desejos e natureza.
A manhã do sábado foi reservada para Sylvia Lima ministrar a Palavra e esta o fez, com muita propriedade, exortando as mulheres a não viverem uma vida de esperar receber o que buscam e precisam, unicamente ali na Igreja, em cultos e eventos ou através de coisas e pessoas. “Comece a dar passos na direção das respostas!”. Disse ela

Sylvia destacou, várias vezes, que somos abençoadas, ricas e não temos falta de nada. Trazendo essa consciência não para as mulheres saírem por aí exibindo o que se tem, mas para andar na convicção de que são supridas em Deus.
Ela compartilhou preciosidades do Reino, levantando as mulheres por dentro. Extimulando-as a compartilhar da vida de Deus que está dentro. Declarou: “Se você exercer o amor de Deus, produzirá grandes resultados em favor de outros. Então, decida fazer isso!”.
A noite, havia uma evidente animação e grande expectativa para receber de Deus, através da amada “Mama Jan”. Que prontamente, com muita ousadia, mas ao mesmo tempo tanta doçura no falar, repetia várias vezes o quanto estava agradecida por tanto que o Senhor já tinha feito em sua vida. Também estimulou as mulheres a ver quão preciosas elas são para Ele.
Jan lembrou às mulheres que, conforme diz a Bíblia, somos “mais frágeis e NÃO fracas” e nisso declarou:”Eu gosto de ser frágil, porque assim sou mais fácil de mudar”.
Comentou um pouco da sua vida, fazendo menção a ter enfrentado perdas (pai, mãe e esposo), mas que isso não tornou-se motivo para ela viver triste. Disse o quanto é importante e válido viver alegre e consciente da autoridade que temos pelo conhecimento da Palavra. Fazendo-as reconhecer o quanto elas são capazes em Deus para fazer mais para Ele. Disse Jan que SABIA que havia ali muitas mulheres poderosas, capazes de realizar muito!
Em um dado momento, inspirada pelo Espírito de Deus, perguntou se havia alguém que tinha uma doença considerada pelos médicos “incurável” e apresentando-se uma mulher, logo orou por ela. Desde então, mesmo ainda ministrando, Jan seguiu a direção conforme o Senhor ainda desejava realizar coisas ali. Grande júbilo surgiu no meio de todos e o culto terminou em grande festa, muita alegria era expressada, literalmente, por todas as mulheres.
O encerramento aconteceu no domingo pela manhã e mais uma vez, Sylvia Lima ministrou. Quando iniciou sua pregação, logo disse que tinha o testemunho em seu interior para compartilhar algo que manifestaria, para algumas libertação e para outras seria vacina e isso seria a respeito de PERDÃO.
Começando pela passagem de Hebreus 12.1 disse que precisamos ter atenção na maneira como estamos vivendo, porque se observarmos bem algumas coisinhas, eliminaremos certos pesos, prejuízos e danos.
Ela se pôs a testemunhar algumas particularidades da vida ministerial do seu esposo Gilson, na intenção de alertar as mulheres a não andarem pesadas, por absorver problemas e situações de outras pessoas. Destacou: “O que matou o meu marido não foi o câncer, mas o absorver coisas que tirou todas as forças do seu corpo. Cargas podem matar uma pessoa, porque levam elas a uma sobrecarga emocional!” Enfatizou Sylvia

Disse que há cargas em nossas vidas e estas podem ser trazidas por: rancor, mágoas e falta de perdão, as quais DEVEMOS nos livrar para que não haja mais mortes prematuras em nosso meio. Seguindo pelas passagens registradas em Lucas 6.27 e 28, ela trouxe exortações quanto a maneira como devemos viver para com as pessoas, buscando mostrar com “nossas atitudes” que tipo de pessoas nós somos.
“Perdão não é uma opção ou uma alternativa, mas um mandamento!”.
Falando das muitas maneiras pelas quais Deus usa para nos alcançar, além da Sua Palavra, lembrou que algumas vezes será através de pessoas que, por amor, nos dirão o que PRECISAMOS ouvir e não o que queremos.
Já para finalizar a sua ministração, leu e comentou um pouco da passagem de Efésios 4.31 – “Toda a amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmia sejam tiradas dentre vós, bem como toda a malícia”. Depois disso, fez um apelo específico para que àquelas que reconheciam que PRECISAVAM se livrar de sentimentos desse tipo (rancor, ódio ou amargura), viessem à frente e os deixasse ali mesmo, DE UMA VEZ POR TODAS.
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