
Deus criou a família ao estabelecer que não era bom que o homem estivesse só. A partir de Adão e Eva, Ele instituiu um princípio eterno: famílias chamadas para frutificar, multiplicar-se e cumprir um propósito sobre a terra. Esse desígnio divino, no entanto, não se revela apenas em cenários ideais, mas também em contextos desafiadores.
Foi nessa circunstância que, em setembro de 1997, a história da missionária Celia Regina ganhou novos contornos. Aos 28 anos, ela ficou viúva e assumiu o desafio de seguir adiante conduzindo a vida ao lado de seus quatro filhos: Técia, de 14 anos; Kelly, de 10; Tayanny, de 7; e João Bosco, o caçula de 6 anos.
Alguns meses após a perda do esposo, Celia atravessava um tempo de reconstrução quando foi alcançada pela Palavra da Fé durante o Acampamento Verbo da Vida, realizado na Universidade Federal, em Campina Grande (PB). Aquele encontro marcou um ponto de virada em sua trajetória e redefiniu o rumo de toda a família.
A decisão de obedecer aos direcionamentos do Senhor tornou-se o alicerce sobre o qual essa casa foi edificada. Com o passar do tempo, esse compromisso produziu frutos visíveis: todos os filhos servem hoje como ministros do Ministério Verbo da Vida, atuando em diferentes cidades do Brasil.
O que começou com a coragem de uma mãe e quatro filhos pequenos expandiu-se em noras, genros e netos, consolidando-se como um verdadeiro legado geracional. O chamado missionário e ministerial que um dia alcançou Celia agora pulsa nas próximas gerações, unidas pela mesma fé e pelo serviço firme e inabalável ao Reino de Deus.
Família: primeiro campo missionário

Desde cedo, o lar foi o primeiro campo missionário de Celia. A rotina familiar era marcada pela Palavra, pela oração e pelo exemplo prático de entrega. Mais do que apenas palavras, os filhos cresceram observando uma vida dedicada ao serviço na igreja local.
Nesse ambiente, cada um passou a discernir, amadurecer e, com o tempo, confirmar individualmente o próprio chamado.
A história dessa família evidencia que o ministério começa dentro de casa. Valores como fé, amor à Palavra e coração para servir foram ensinados no cotidiano, moldando o caráter antes de funções.
O resultado é uma família que serve unida, mesmo quando fisicamente distante, sustentada pela mesma visão e propósito.
Chegada de Celia Regina no Verbo da Vida
Ao relembrar sua chegada ao Ministério Verbo da Vida, a missionária explicou que já era convertida e membro de outra denominação, mas carregava um desejo de conhecer mais de Deus. Em 1998, ao participar do Acampamento Verbo da Vida, foi a primeira vez que presenciou de forma tão intensa o mover e a manifestação do Espírito Santo.
“O ministro convidado era Brad Flook. Nunca tinha visto o poder de Deus em operação como vi naqueles dias”, relembrou Celia, destacando que as ministrações ocorriam pela manhã, tarde e noite.
Foi nesse mesmo acampamento que sua filha primogênita, Técia, se converteu. Ela recordou que, após o encerramento do evento, a igreja promoveu um culto de testemunhos, conduzido pelo então pastor Guto Emery. Na ocasião, ela compartilhou publicamente o impacto que havia experimentado e tomou uma decisão marcante. “Declarei que, a partir daquele dia, serviria no que fosse preciso”, afirmou.




Ainda naquele ano, Celia iniciou o Centro de Treinamento Bíblico Rhema e passou a servir em diversos departamentos da igreja. Os filhos também foram envolvidos de acordo com a idade, atuando no Departamento de Adolescentes e no Infantil. Para ela, criar os filhos sozinha tornou-se mais leve a partir da revelação da paternidade de Deus. “Conheci um Pai que cuidava de mim e deles”, disse, acrescentando que os filhos cresceram na igreja sabendo que Deus é um Pai bom e presente.
Ao falar sobre a trajetória ministerial dos filhos, Celia não esconde o orgulho. Segundo ela, todos escolheram viver em obediência ao chamado de Deus, respeitando dons e direcionamentos individuais. “Cada um deles está correndo a carreira que Deus colocou em seu coração”, afirmou. Todos passaram pelo Rhema, pela Escola de Ministros, e um deles também pela Escola de Missões. Atualmente, todos seguem ensinando no Rhema e envolvidos ativamente com a obra do Senhor.
Mãe águia
Ao descrever os filhos, Celia se definiu como uma “mãe águia”, consciente de que os criou para voar e cumprir a vontade do Pai. Ao mencionar Técia, destacou a ousadia e a firmeza nas decisões desde muito jovem. Aos 18 anos, ela concluiu o Rhema e foi direcionada a servir, por um ano, na Igreja Verbo da Vida em Maceió (AL). De volta a Campina Grande (PB), passou a atuar na Igreja Sede, no bairro da Prata, sendo treinada pelo pastor João Roberto. Segundo Celia, ela e o esposo possuem um chamado para levantar igrejas e treinar ministros. Hoje, o casal lidera a Igreja em Itajubá (MG).
Sobre Kelly, Celia ressaltou o perfil de mestre da Palavra, desenvolvido desde a infância. Ela concluiu recentemente a Escola de Missões, atua como colaboradora no Centro de Operações do Ministério, leciona na Escola Bíblica e no Rhema, além de servir na Igreja Verbo da Vida, no bairro Estação Velha, em Campina Grande (PB).
Sobre Tayanny, a mãe relembrou o período em que ela, ao lado do esposo Tiago Moura, pastoreou a Igreja em Petrópolis (RJ) e, por um tempo, também atuou como diretora do Rhema na cidade. Atualmente, a família está em Campina Grande, onde serve na Igreja Sede.
Já João Bosco, segundo Celia, possui um coração genuíno de servo. Organizado e zeloso, ele atua com excelência em tudo o que faz. Ele já foi diretor e é professor do Rhema, além de ter concluído a Escola de Ministros recentemente. Ao lado da esposa Nathália, atualmente serve em Niterói (RJ), sempre pronto a obedecer aos direcionamentos do Senhor.
Para a mãe, todos os filhos foram criados com um princípio claro: obedecer a Deus acima de qualquer circunstância. “Onde Deus mandar, eles irão, porque sabem que suas vidas pertencem ao Senhor”, declarou.
No campo missionário




Morando em Moçambique desde 2019, a missionária afirmou amar profundamente a nação africana, mesmo mantendo um coração extremamente ligado à família. Avó de seis netos, ela conta que ora diariamente por cada um deles, declarando que permaneçam firmes no caminho do Senhor e cumpram o propósito de Deus para suas vidas.
Mesmo à distância, Celia carrega a convicção de que Deus cuida dos filhos enquanto ela cumpre o chamado missionário. Após quatro anos sem estarem todos juntos, o reencontro no Brasil, no final do ano, foi vivido como um presente. “Conseguimos passar o Natal e a virada do ano juntos. Foi um presente de Deus para mim e para eles”, afirmou.
Ao olhar para todas as mudanças de cidade ao longo da vida, Celia reconhece a mão de Deus conduzindo cada etapa. Para ela, cada transição representou uma nova estação de dependência e crescimento espiritual. “A obediência traz bênçãos, e é isso que temos desfrutado”, declarou, ressaltando que os filhos puderam aprender, na prática, o valor de não se apegar a lugares ou coisas.
A missionária afirmou que todas as recompensas vividas resultam da fidelidade de Deus. “É muito bom obedecer ao Senhor e permitir que Ele nos conduza no chamado que tem para nós. Sou grata por tudo o que Deus fez na minha vida e, por isso, eu e toda a minha família servimos ao Senhor”, finalizou.
Um encontro com a Palavra que mudou tudo

Ao recordar o momento em que chegou ao Verbo da Vida, Técia Cunha destacou que o que mais a impactou foi a essência espiritual vivida no ambiente. Segundo ela, não se tratava apenas de ensino ou tradição religiosa, mas de algo genuinamente transformador. “O que mais me marcou foi o fervor no espírito, a Palavra da Fé e a santidade. Não era religião nem apenas conhecimento, era algo vivo: uma vida real e profunda com Deus”, afirmou.
Já ao falar sobre a influência da mãe, Técia reconheceu que sua história ministerial está diretamente ligada ao exemplo e à perseverança dela. Mesmo sendo a única dos filhos que não frequentava a igreja onde a família congregava anteriormente, ela percebia que havia algo diferente em sua mãe.
Com o tempo, ao ser alcançada pela Palavra da Fé, Celia passou a declarar promessas sobre o futuro da filha. Técia contou que, à época, reagia com resistência e até rejeição. “Ela dizia que eu me casaria com um pastor e viajaria pelo mundo pregando a Palavra. Aquilo me deixava tomada de raiva, eu rejeitava completamente aquelas palavras”, relembrou. Ainda assim, segundo ela, a mãe nunca se intimidou. A autoridade espiritual permaneceu firme, sustentada por oração e confissão da Palavra.
O momento da conversão de Técia também está ligado à intercessão da mãe. No dia em que entregou sua vida a Jesus, Celia havia passado toda a tarde no Acampamento Verbo da Vida, orando especificamente para que a filha aceitasse ir ao culto e se rendesse a Cristo. O resultado foi uma experiência que marcou definitivamente sua vida. “Fui profundamente marcada pela presença de Jesus naquele lugar. Me converti, casei-me com um pastor e hoje viajo pelo mundo pregando a Palavra. Essa Palavra é viva. Ela funciona. Glória a Deus”, testemunhou.
Ao descrever as características mais marcantes da mãe e dos irmãos, Técia apontou valores que definem a identidade da família. Para ela, servir a Jesus, amar pessoas e viver em desapego são marcas evidentes. Ela destacou que a mãe renunciou à convivência próxima com os filhos, com a própria mãe e, mais tarde, com os netos, para obedecer ao chamado missionário. Mesmo enfrentando a dor da distância, escolheu a obediência como princípio de vida.
Essa mesma disposição, segundo Técia, também se reflete nos irmãos. Ela afirma que todos estão dispostos a renunciar quando necessário por amor ao chamado, mantendo uma forte unidade familiar apesar da distância física. Para ela, essa postura define quem eles são como família.




No mês de dezembro, Técia e o esposo tiveram a oportunidade de ir a Moçambique e conhecer de perto o contexto em que Celia Regina atua como missionária. Segundo ela, esse era um sonho do coração da mãe: que algum dos filhos conhecesse aquela realidade de perto.
Durante a visita, Técia relatou momentos emocionantes ao ouvir o testemunho das pessoas alcançadas pelo ministério de Celia. “Pessoas vinham chorando nos agradecer por ela ter renunciado para servi-los naquele tempo e pediam que agradecêssemos aos meus irmãos também”, contou. Após esse período, a família retornou ao Brasil para viver dias juntos, que ela descreveu como impagáveis.
Há pouco tempo, a família se mudou para Itajubá (MG) para assumir a liderança da igreja local, convictos de que continuam respondendo ao chamado de Deus para esta nova etapa. O casal é pai de Gabriel, de 19 anos, e Aimée, de 16 anos.
Ousadia que vence o medo

Já Tayanny relatou que tinha apenas sete anos quando a família passou a frequentar a Igreja Verbo da Vida. Segundo ela, aquele período marcou o início de uma nova etapa para todos. Tudo era novo e, de certa forma, representava um recomeço.
Entre os aspectos que mais a impactaram, Tayanny destacou algo que nunca havia experimentado antes. “O que mais me marcou no Verbo da Vida foram os apelos. Na outra igreja que frequentávamos algumas vezes, nunca havia apelos”, relembrou.
Foi nesse contexto que ela afirma ter vivido experiências decisivas de fé. “Foi ali que nasci de novo e recebi o batismo no Espírito Santo, e certamente isso foi um grande diferencial para mim”, acrescentou.
Ao falar sobre a influência da mãe, Tayanny foi categórica ao afirmar que ela foi essencial para que estivesse onde está hoje. Segundo ela, tudo o que a mãe fez, e continua fazendo, sempre foi motivado por amor a Deus. Esse ensinamento, segundo ela, moldou atitudes, decisões e o temor ao Senhor desde cedo.
Ao descrever as características mais marcantes da mãe e dos irmãos, Tayanny destacou a ousadia como uma marca evidente de Celia. Para ela, a mãe não permite que o medo a paralise. “Se ela tem medo, vai com medo mesmo”, comentou, afirmando que desconhece qualquer situação capaz de impedi-la de obedecer ao chamado.
Essa mesma ousadia, segundo Tayanny, também é visível na irmã mais velha, Técia Cunha, especialmente no compromisso em cumprir o ministério, algo que a influencia profundamente. Sobre Kelly Conserva, Tayanny a descreve como a “irmã mestre”, sempre pronta a compartilhar respostas bíblicas e aconselhamento. Ela ressaltou o cuidado e o carinho que Kelly demonstra com toda a família, especialmente com os sobrinhos.
Já sobre o irmão caçula, Tayanny lembrou que ele assumiu naturalmente uma postura de responsabilidade após o falecimento do pai, sendo considerado o “homem da casa”. Segundo ela, João é extremamente organizado, zeloso e cuidadoso, sempre disponível para ajudar em qualquer necessidade da família.
O reencontro familiar no final do ano também foi marcante. Tayanny explicou que estavam há quatro anos sem conseguirem se reunir todos e que o encontro em Campina Grande, local onde a história da família teve início, tornou tudo ainda mais significativo. Para ela, foi um momento carregado de memória, gratidão e restauração.
A terceira filha de Celia é casada com Tiago Moura há 18 anos. O casal é pai de Pedro Henrique, de 14 anos, e Rebeca, de 9 anos, e segue construindo sua família alicerçada nos mesmos princípios de fé que marcaram sua história desde a infância.
Fé prática aprendida em casa

Por sua vez, Kelly Conserva contou que tinha 11 anos quando foi impactada em seus primeiros contatos com a Palavra. Segundo ela, a maior descoberta naquele período foi compreender que poderia nascer de novo e viver uma vida real de comunhão com Deus. Foi nessa idade que Kelly fez sua confissão de Novo Nascimento e também recebeu o batismo no Espírito Santo.
A partir desse marco, ela passou a viver a fé de forma prática e contínua, deixando de vê-la apenas como um conceito. Ainda criança, começou a servir no Departamento Infantil, depois no de Adolescentes e, aos 16 anos, ingressou no Rhema, dando sequência a uma caminhada ministerial que segue ininterrupta.
Ao falar sobre a influência da mãe, Kelly afirmou que o papel dela foi absolutamente decisivo em sua trajetória. Segundo ela, Celia sempre ensinou que a fé deveria ser um estilo de vida, e não apenas um discurso religioso. Kelly destacou que a mãe ensinou, de forma intencional, a crer, confessar a Palavra e depender de Deus de maneira real.
Enquanto Celia ministrava no Rhema, ela já havia pago os acampamentos dos filhos, mas orientava os líderes a avisarem apenas um dia antes da viagem. O propósito, segundo Kelly, era ensinar os filhos a viverem pela fé. “Ela nos ensinava a confessar a Palavra, declarar aquilo que estávamos crendo e confiar plenamente em Deus”, relembrou.
Antes mesmo de qualquer confirmação, a mãe os incentivava a agir em fé. “Ela dizia para arrumarmos as malas antes de saber se estava tudo pago, porque quem tem fé não espera a resposta para agir”, contou. Quando a notícia finalmente chegava, a alegria era grande não apenas pela viagem, mas pelo aprendizado espiritual envolvido. Para Kelly, essas experiências foram fundamentais para formar uma fé prática, ousada e confiante em Deus como Pai.
Ao descrever as características mais marcantes da mãe, Kelly a definiu como uma mulher de fé, ousada, generosa e totalmente dedicada a servir a Deus servindo pessoas. Segundo ela, a mãe ensina fé com a própria vida, sempre disposta a ajudar, aconselhar e estender a mão, deixando essa marca em toda a família.
Sobre os irmãos, Kelly ressaltou a forte unidade familiar. Ela afirmou que, apesar das personalidades diferentes, todos compartilham o mesmo coração: servir a Deus e obedecer ao chamado, onde quer que Ele conduza. Para ela, a família não está presa a lugares ou estruturas, mas tem como prioridade viver o propósito de Deus. O relacionamento entre eles é descrito como de parceria, amizade e cumplicidade, marcado pelo prazer de estarem juntos.
Kelly também destacou o papel dos cunhados, que considera presentes de Deus em sua vida. Ela citou Flávio Cunha, o primeiro cunhado, como conselheiro, mentor e amigo, alguém que orienta, corrige e ensina. Sobre Tiago, afirmou que o vê como um irmão e amigo, cuja mansidão se torna exemplo diário. Já Nathália, Kelly a descreveu como uma irmã na fé, com quem compartilha valores espirituais e a quem acompanha crescer continuamente em ousadia no cumprimento do chamado.
O reencontro da família no final do ano foi vivido como um verdadeiro presente de Deus. Kelly explicou que, por anos, cada um esteve servindo ao Senhor em lugares diferentes, cumprindo o chamado, o que tornou o momento juntos ainda mais significativo. Para ela, aquele tempo foi uma recompensa.
Durante os dias em família, eles puderam desfrutar de um tempo de qualidade. “Oramos juntos, descansamos, rimos, conversamos e nos divertimos muito”, relatou. Segundo Kelly, foi um período de renovação, gratidão e celebração, daqueles que aquecem o coração e reforçam a fidelidade de Deus em todas as estações.
Intensidade e integridade forjadas no Caminho

O caçula da família, João Bosco, contou que tinha apenas seis anos quando começou a frequentar a igreja. Com a percepção própria da infância, o que mais o marcou foi a solidez do ensino recebido. Segundo ele, desde cedo foi impactado pela firmeza doutrinária. “Ainda no DI, tive o privilégio de ser ensinado e instruído com muita clareza e amor”, destacou.
Ao falar sobre a influência da mãe, João afirmou que sua história foi moldada pelo chamado dela. Durante a adolescência, ele viveu de perto os deslocamentos e desafios ministeriais que marcaram a trajetória da família.
Ele relembrou o período em que se mudaram para Monteiro (PB), para auxiliar na implantação da obra, seguido pela chegada ao Rio de Janeiro, onde participaram da implantação da Igreja em Petrópolis e permaneceram por mais de dez anos.
Para João, as experiências práticas de fé vividas ao lado da mãe moldaram grande parte do que aprendeu. “Ela nunca poupou esforços para seguir o chamado, mesmo em meio a grandes dificuldades”, afirmou. Ele ressaltou que jamais a viu agir movida por interesses pessoais, dinheiro ou poder, nem vacilar diante das pressões.
“Hoje, devo toda a intensidade que tenho, a coragem, o amor pela obra, a integridade e o caráter aos ensinamentos de vida que recebi ao caminhar ao lado dela”, declarou.
Ao descrever as principais características da mãe, João destacou dois pilares: intensidade e integridade. Segundo ele, essas marcas também se refletem de maneiras distintas nos irmãos. Para João, Técia sempre demonstrou ímpeto, fidelidade e força; Kelly representa firmeza doutrinária e caráter; enquanto Tayanny expressa cuidado, amor e coração para servir. Ele afirmou que todas essas virtudes foram forjadas no contexto do ministério, em meio a desafios, renúncias e decisões de fé.
O reencontro da família foi descrito por João como uma grata e curiosa surpresa. Na ocasião, ele morava no Rio de Janeiro, Técia estava no Mato Grosso e a mãe em Moçambique. Conciliar a presença de todos no mesmo local e período foi, segundo ele, uma verdadeira obra de Deus.
Durante cerca de vinte dias juntos, a família viveu momentos de comunhão, atualização de registros fotográficos e fortalecimento dos vínculos. João destacou que fazia quatro anos que não se encontrava com Técia, com o cunhado Flávio e com os sobrinhos. Para ele, aquele tempo foi precioso e marcante.
Atualmente, João Bosco vive uma nova estação ministerial ao lado da esposa Nathália e dos filhos João Guilherme, de seis anos, e Bernardo, de quatro anos. A família está iniciando esse novo tempo em Niterói (RJ), onde dará apoio ao pastor Alessandro e à sua esposa Vanessa Naciff. Segundo João, eles seguem com o coração disposto a servir ao Senhor em qualquer lugar. “Sabemos que não é a primeira estação nem a última. Nossa vida é fazer a vontade de Deus”, concluiu.
Família firmada na Palavra



Mais do que um reencontro familiar, a história de Celia Regina e seus filhos revelou a força de um legado construído na obediência diária à Palavra. O que começou em meio à dor e à incerteza transformou-se, ao longo dos anos, em uma família firmada na Palavra da Fé, unida pelo mesmo propósito e disposta a responder ao chamado de Deus em qualquer lugar.
A trajetória dessa família evidencia que cada mudança, cada renúncia e cada decisão de fé contribuíram para a formação de ministros íntegros, comprometidos com o Reino e conscientes de que servir a Deus é um privilégio que atravessa gerações.
Assim, o legado familiar de Celia Regina segue como um testemunho vivo de que a Palavra funciona. Quando vivida dentro de casa, ela ultrapassa o tempo, vence a distância e continua produzindo frutos que glorificam a Deus.

















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Diante de tantos desafios a irmã olhou para frente e para o alto não permitiu que aquela perda se tornasse um martirio na sua vida mais decidiu a se entregar de corpo alma e espirito pelas causas do reino de Deus, que testemunho que historia linda, grande serão os frutos e o galardao dessa mulher. O senhor Jesus se tornou o seu bem maior ela não deixou que aquela perda se tornasse um peso na sua vida, mais reconstruiu a sua historia atraves da palavra da fe e do amor. Que Deus te abençoe Celia que esse seu testemunho afete a vida de muitos e saibam que para Deus não ha impossiveis, pois aquilo que impossivel para o homem e possivel para Deus
A missionaria Celia nao tem medido esforço para cumpri o ide de Jesus, não tem a sua vida por preciosa ao ler a reportagem sobre a sua tragetoria e ver esse familia fundamentada na palavra faz ver que essa palavra funciona de forma tremenda a irmã ela não so e uma porta voz dos ceus mais tambem tem colocado a palavra em pratica em toda a sua vida. Louvamos ao senhor por essa familia missionaria que vão abalar os ceus e saquear o inferno.
Parabenizamos a irmã que aonde a irmã for os sinais maravilhas e prodigios o acompanharam porque se apegou ao senhor com amor, essa irmã vai impactar povos linguas e nações e vai abençoar a vida de muitos, uma grande guerreira uma grande leoa, uma grande mulher de Deus. Louvamos ao senhor pelo portal Verbo da Vida que diariamente tem nos abençoado com a palavra com testemunho com o crescimento e o avanço desse ministerio.
Gloria a Deus se cumpre a palavra da vida da nossa missionaria eu e minha casa serviremos ao senhor, a irmã foi verdadeiramente uma aguia que voou acima da tempestade, para fundadmentar a familia nos principios da palavra pagou um alto preço em meio a uma grande perda. Mais resultou em uma familia missionaria que tem sido uma benção. Estamos impactados com a historia dessa missionaria no meio a tantos desafios o testemunho venceu o inimigo pelo sangue do cordeiro e a palavra do seu testemunho.