
Fale de você, qual a sua cidade e há quanto tempo conhece o Senhor?
Tenho 24 anos, nasci em Pernambuco e vim morar em Campina Grande quando eu tinha 2 anos de idade. Sou membro da Igreja Batista Shalom e o meu pastor é o Rogerio de Oliveira.

Entrei na Igreja Batista Shalon em dezembro de 2011, e em fevereiro de 2012 iniciei no Rhema, no ano seguinte Escola de Ministros. Um ano servindo nos departamentos da igreja, e agora em 2015, tive a direção de fazer a Escola de Missões.

Eu ouvi falar da Escola através de uma divulgação, quando eu estava fazendo o segundo ano do Rhema.
Como você descobriu que Deus tinha lhe comissionado para missões?
Assistindo aos cultos da Igreja Batista da Lagoinha, passou algumas informações sobre missionários da igreja indo para o Nepal, e mexeu muito comigo, me quebrantei demais. Passei a noite orando e, neste período percebi a inclinação e segui com essa direção e por isso, estudo na Escola de Missões.
Você já tem alguma nação em seu coração?
Ainda não tenho nenhum lugar especifico no meu coração. Mas, sei que é para testemunhar a Palavra em qualquer lugar que eu esteja inclusive na minha vizinhança.

Esse tempo tem sido de muito crescimento. O propósito da escola não é só trabalhar o nosso espírito, mas também a nossa alma e corpo. Isso é muito importante para o missionário no campo. Aprendemos a romper com tudo. Mas, temos uma grande base para seguir em frente.
Você recomendaria outras pessoas a fazerem a escola?
Com certeza. A Escola de Missões foi para mim como um renascer em minha vida. Mudou completamente a minha visão sobre missões. A respeito de missionários, de vida na igreja e ida ao campo. Isso nos ajuda muito.

Se você foi chamado por Deus, seja dependente de Deus. Ele vai se responsabilizar por tudo. Ele é poderoso para cumprir. Não será fácil, mas Ele cuida dos detalhes. Não tenha medo de nada, pois Ele é poderoso para cumprir para aquilo que Ele te chamou. Se você pegar junto com a visão dEele.
Qual a sua expectativa para a viagem ao Paraguai?
A aula de campo será a minha primeira experiência transcultural. Mas, sei que nesta outra igreja, nesta viagem de campo, faremos grandes coisas. Vai ser um tempo de colher frutos e de muito rompimento, durante esse ano fomos preparados para isso e poder cooperar com a igreja local ao fazer tantas atividades. A expectativa é de muitas colheitas de uma forma geral, depois de um ano de tanta dedicação, esforço e entrega. Creio que vamos impactar aquela nação.















