
Salvações e curas. Assim foi a cruzada evangelística em Pedro Juan Caballero, no Paraguai. O evento teve o apoio da Igreja Verbo da Vida em Ponta Porã (MS) e da unidade Rhema local, e alcançou centenas de pessoas. A iniciativa contou com a participação do ministro e professor Daniel Aragão de Lima, que atua em evangelismo, missões e ensino da Palavra há mais de 10 anos.
A realização da cruzada foi relacionada ao período de aulas da disciplina de Evangelismo, proporcionando aos alunos e voluntários uma experiência prática da proclamação do Evangelho.

Durante dois dias, além das ministrações à noite, a equipe da Verbo em Ação demonstrou o cuidado com os paraguaios ao longo do dia. Durante a programação, foram realizados 43 atendimentos médicos, distribuídas 65 cestas básicas, além de servidas 300 marmitas e 220 cachorros-quentes. A ação social também proporcionou 25 cortes de cabelo. Já as crianças desfrutaram de uma tarde especial que contou com 33 pinturas faciais, bem como brincadeiras e outras atividades.
Ao final da cruzada, 661 pessoas foram alcançadas, com 114 decisões de salvação ou reconciliação com Jesus e entre 90 e 125 relatos de cura. Entre aqueles que responderam ao apelo, estavam três pessoas que acompanhavam o evento à distância e decidiram entregar suas vidas a Cristo.

TESTEMUNHOS
Além disso, testemunhos de cura também marcaram a cruzada. Um homem que havia sofrido um acidente contou que convivia com dores constantes relacionadas a um metal colocado em sua perna. Após receber oração, afirmou que as dores desapareceram e que já não conseguia sentir o metal como antes.
Outro momento marcante aconteceu com uma senhora que relatou sofrer, há aproximadamente 25 anos, com dores na perna esquerda. Segundo ela, as dores dificultavam a subir escadas. Após receber oração, ela subiu as escadas da própria plataforma para compartilhar publicamente que estava sem dor.
Outra mulher compartilhou que sentia dores por todo o corpo e havia perdido a audição nos dois ouvidos. Após receber oração, testemunhou que conseguia ouvir novamente e que as dores haviam desaparecido.
Outro relato atravessou os dois dias da cruzada. Uma mulher chegou na primeira noite com uma ferida aberta e muita dor. Após receber oração, retornou no dia seguinte para contar o que havia acontecido. Segundo ela, a dor desapareceu e a ferida se fechou de um dia para o outro.










































