Por Luana Mayara
Olá queridos. Graça e Paz.
Para quem não me conhece e está chegando aqui agora, acredito que seja oportuno uma rápida apresentação. Sou Luana Mayara, congrego no Verbo da Vida Sede, além disso, sou advogada e professora do Rhema. Desde 2012, tenho um blog aqui no Portal Verbo da Vida, contudo, faz um tempo que não havia publicado mensagens em virtude do meu mestrado, pois precisei de um tempo específico para concluí-lo.
Enfim, estou de volta, e que bom que você está aqui, é um prazer servir a sua vida com mensagens e testemunhos que vão edificar a sua fé. Hoje vamos meditar um pouco sobre a importância da comunhão com o Senhor.
A comunhão com Deus é a força motriz da nossa existência. Força motriz, de acordo com a termodinâmica (ramo especifico da física que estuda os efeitos da temperatura), é um agente natural como a água e a eletricidade que transmite movimento para um maquinário. Se compararmos a nossa vida a uma máquina, podemos dizer que a força motriz que nos coloca em movimento, em resultado, é a comunhão com nosso Pai.
Aprendi no Rhema em 2006, com a professora Martha Pessoa, na disciplina “Oração que Prevalece” que 100% de oração são 100% de vitória; 50% de oração significa 50% de vitória. O Pastor João Roberto, também, na matéria “Fundamentos da Fé” foi enfático ao nos ensinar sobre a importância de meditar na Palavra, inclusive, no meu livro “Além da Marca” falo um pouco acerca disto. O fato é que ele nos ensinou que meditar é “falar consigo” sobre o que está escrito. Oração e meditação na Palavra são os principais componentes dessa força motriz, entre outros, congregar e ler bons livros. Mas, vamos focar nos dois primeiros itens.
O problema do cristão é não ter comunhão com Deus, não orar, tampouco, meditar, confessar a Palavra e se encher do Espírito, enfim, não buscar ao Senhor em primeiro lugar. Porque todas as áreas da nossa vida que estão frutificando são resultados diretos da influência da Palavra e do poder de Deus. O contrário também é verdadeiro, as áreas nas quais não se tem resultado, são porque não “chegou a luz” da Palavra ou maturidade no Senhor, aspectos que apenas uma dedicação diária e continua nos faz alcançar.
É interessante que, quando lemos a história dos grandes heróis da fé, observamos que eram pessoas comuns, nem todos gozavam de grandes aptidões. Uns falavam corretamente, outros, não, uns tinham uma família estruturada, outros, não! Mas todos tinham algo em comum: buscavam ao Senhor continuamente!
Mesmo os vigilantes na oração, se não desejarem mais e mais, podem se acomodar no nível que estão e não desfrutar de novos níveis de crescimento que estão na Palavra e em uma intimidade maior com o Espírito Santo.
Os evangelhos relatam que Jesus sempre afirmava que falava e fazia aquilo que via o Pai realizar (João 5.19;12.49,50), além disso, Ele conhecia exatamente aquilo que as escrituras anunciavam sobre Ele (Lucas 4.18). Talvez você diga: “é porque Ele era o filho de Deus”. E nós, quem somos? Filhos tanto quanto Jesus (João 1.12; I João 3.1). Os evangelhos também revelam Jesus orando e buscando ao Senhor (Mateus 14.23; Lucas 6.12,13; 9.18). Nesse lugar, Jesus aprendeu a se mover no propósito que Deus confiou a Ele. A questão é que Jesus, que era Jesus, precisou ter comunhão com Deus, quanto mais eu e você?
A força motriz de Jesus era sua vida de intimidade com o Pai. Ele sempre se referia a Deus como Pai, porque Ele veio revelar a humanidade e a Paternidade de Deus. O Pai que deseja comunhão conosco, que nos escolheu para sermos o lugar de sua habitação, sua casa, seu lar; Ele nos amou primeiro e comprova esse amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido em nosso benefício, sendo nós ainda pecadores (Romanos 5.8).
A paternidade de Deus revela a nossa identidade. Quando conhecemos o Senhor mais e mais, descobrimos quem somos e qual é o nosso propósito. Eu e você, ao invés de gastarmos mais tempo “fazendo, fazendo”, devemos nos dedicar mais a “buscar, buscar”. Porque quando soltarmos a flecha dos sonhos e objetivos, será necessário apenas um único disparo para acertar o alvo, e não várias tentativas desgastantes.
Porque, veja bem, estamos crescendo, aprendendo, iremos errar nesse processo, mas perceba que podemos desfrutar da graça de Deus no processo de desenvolvimento, o que significa dizer que, ao invés de ser árduo, penoso, fatigante, será sobrenatural, leve, revigorante, estimulante.
Fomos chamados para sermos adoradores, para amar o Senhor, conhecer o nosso Pai e para realizarmos a Sua obra aqui na Terra. Contudo, todas as vezes que invertemos essa prioridade, ficaremos cansados, sobrecarregados e, por fim, desanimados. Quando priorizamos a face de Deus, iremos desfrutar de Sua graça para fazer mais em menos tempo!
Qual é a força motriz da sua vida? Qual tem sido sua intensidade de fome e sede da Presença?
Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo da lei, a fim de redimir os que estavam sob a lei, para que recebêssemos a adoção de filhos. E, porque vocês são filhos, Deus enviou o Espírito de seu Filho aos seus corações, o qual clama: “Aba, Pai”. Assim, você já não é mais escravo, mas filho; e, por ser filho, Deus também o tornou herdeiro. Gálatas 4.4-7
Adoção no original é posição. Jesus veio para que recebêssemos a posição de Filhos de Deus. O nosso espírito recriado em Cristo clama por comunhão com Deus, porque a única coisa que nos satisfaz é a intimidade com o Pai. Porque somos Filhos de Deus, somos seus herdeiros, ou seja, tudo que Ele tem, nós temos. Ele tem paz? Alegria? Amor? Vida? Prosperidade? Tem! Então nós também temos.
E como ativamos essa realidade?
Desfrutando da Paternidade de Deus, meditando na Palavra e nos enchendo do Espírito. O que coloca a nossa vida em movimento é a comunhão. Não perca mais tempo com o passado, com as coisas dessa Terra. Apenas decida buscar ao Senhor com fervor de espírito, com expectativas que o céu se manifestará enquanto você dobra os seus joelhos e inclina os ouvidos para ouvir a Palavra.
Shalom!













2 Comentários
Glória a Deus!
Fui edificado com essa palavra.
Palavra abençoada!